Mostrando postagens com marcador ANDES. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ANDES. Mostrar todas as postagens

14 de out. de 2009

[DEBATE] A Universidade na Crise: Qual o seu Papel?

Da Necessidade de Reorganização da Luta Coletiva pela Universidade Pública, Gratuita e de Qualidade, convidamos para o Seminário:

UNIVERSIDADE NA CRISE: QUAL O SEU PAPEL?

Data: 15/10 (quinta-feira) às 14h no auditório do CED.


Mesa de debates com o presidente da ANDES-SN, Ciro Correia.

Constroem o seminário:
Técnicos Administrativos em Luta
Movimento em Defesa da Seção Sindical do ANDES na UFSC
Movimento por Uma Universidade Popular (MUP)
Coletivo Estudantil Construindo a ANE-L
Centro Acadêmico Livre de Arquitetura (CALA)
Centro Acadêmico Livre de Geografia (CALIGEO)

7 de out. de 2009

[DEBATE] A Universidade na Crise: Qual o seu Papel? A Necessidade de Reorganização da Luta Coletiva pela Universidade Pública, Gratuita e de Qualidade

Olá Pessoal,
envio a convocatória para o Seminário: A Universidade na Crise: Qual o seu Papel?
Que reunirá as três categorias da universidade (Técnicos Administrativos, Estudantes e Professores) com a presença do Presidente do ANDES, Ciro Correa.

Dia 15/10 (quinta-feira) às 14:00 no auditório do CED.

É importante que consigamos somar cada vez mais lutadores nesse processo de construção e de retomada de debate político dentro da Universidade, nesse sentido, a participação de todos os lutadores e lutadoras que defendem a Universidade de qualidade, pública e gratuita é fundamental.
A Convocatória está aberta para que mais entidades, movimentos e individuos se integrem.


Convocamos todos os lutadores e lutadoras da UFSC para o Seminário:
 
A UNIVERSIDADE NA CRISE: QUAL O SEU PAPEL?
 A Necessidade de Reorganização da Luta Coletiva pela Universidade Pública, Gratuita e de Qualidade
 
            A UFSC, assim como as demais universidades federais brasileiras, desde que fundada, em 1960, foi pólo de resistência contra a privatização dos patrimônios do povo brasileiro, entres eles, a educação, compreendendo que a forma pública e gratuita é a única capaz de garantir que todos tenham acesso àquilo que é de direito popular.
            Contudo, a educação superior no Brasil não apenas nunca foi universalizada, como nos últimos anos vem sofrendo um profundo processo de privatização que destina o ensino, a pesquisa, a extensão e as estruturas pelas quais se desenvolvem aos interesses particulares que usam a educação como produção de mercadorias com objetivo de lucrar, acumular e expandir capital.
            Enquanto isso, o povo brasileiro permanece carente de condições dignas sofrendo com falta de assistência a saúde, comida, casa, salário e a própria educação, cujas soluções, dificilmente têm feito parte da pauta científica e tecnológica da universidade brasileira.
            Infelizmente, para a contrariedade da maioria do movimento universitário, a contra-reforma universitária dos governos anteriores, principalmente de FHC, foi levada adiante e aprofundada pelo governo Lula. Dessa maneira, os movimentos de resistência a essas políticas ficaram órfãos, desarticulados desorganizados e fragmentados, enfim, sem rumo, já que pareciam ter sido em vão as lutas anteriores, dando lugar nas entidades sindicais e estudantis às políticas conservadoras e espaço à contra reforma. Para as entidades e movimentos sociais que não se submeteram, o governo preparou uma ofensiva muito grande. Um dos exemplos é o que está acontecendo com o ANDES: no ano passado o MEC fundou uma entidade paralela ao sindicato nacional e logo após o ministério do trabalho cassou o registro sindical. Os estudantes têm visto a União Nacional dos Estudantes cumprindo um papel vergonhoso ao legitimar a política de privatização das universidades e da educação no país.
A realidade das IFES é hostil, estão privatizadas na sua essência: na sua composição ideológica e nos seus objetivos. A administração da reitoria é cúmplice e defensora da relação promíscua que as Fundações “ditas” de apoio têm com a Universidade. A cobrança de mensalidades é apenas mais uma característica da privatização e, por certo, a última etapa, com o objetivo de não haver protestos estudantis.
            As administrações da reitoria da UFSC foram todas coniventes com este processo, e o atual reitor, Álvaro Prata, tem colocado em prática todas as políticas da contra-reforma universitária do governo Lula e os efeitos podem ser notados no dia a dia: não há professores e nem vagas em número suficiente nas disciplinas; os professores estão sobrecarregados e muitas vezes precisam colocar seus bolsistas, até mesmo da graduação, para dar aula à própria graduação; não há técnicos administrativos suficientes; os serviços da UFSC, a exemplo da segurança, estão cada vez mais terceirizados por empresas que, além de não prestarem um bom serviço, super-exploram os trabalhadores; não há livros suficientes, nem na BU, nem nas bibliotecas setoriais, deixando os estudantes reféns da “indústria do xerox”; as vagas da moradia estudantil totalizam apenas 153 para mais de 29 mil graduandos; as filas do RU estão insuportáveis, impedindo muitos estudantes que trabalham ou estudam a tarde de almoçar; muitas extensões e pós-graduações já são pagas; as reformas curriculares tornaram os cursos tecnicistas, preocupados em apenas formar mão-de-obra um pouco mais qualificada, invés de cientistas e pesquisadores capazes de criar; a pesquisa e a extensão pouco se preocupam em resolver os problemas do povo brasileiro; muitos cursos novos que foram aprovados não têm estrutura para funcionar, ou seja, não têm salas de aula nem centros onde possam ser encaixados.
            Quando o REUNI foi aprovado, em 2007, com a polícia na porta do conselho universitário, a discussão com a comunidade foi negada. Ainda assim, houve ocupações de reitorias em mais de 10 Universidades, greves, paralisações em defesa da educação pública e de qualidade. Os administradores da universidade não nos permitiram intervir na decisão dos rumos da universidade e isso continua acontecendo. Foi sempre através dessas e de outras lutas que conseguimos direitos. Devemos retomar nosso espírito de luta, pois permanecendo fragmentados e desorganizados damos mais força aos reitores e ao governo federal para que façam o que bem entendem e para que acreditem que mandam na universidade.
            Diante deste quadro, convocamos todos os estudantes, técnicos e professores da UFSC, bem como outros movimentos sociais, que estejam descontentes com esta situação da universidade, a construir um espaço que dê mais um passo no sentido de reorganizar o movimento popular e estudantil no país, em geral, e na UFSC, em particular. Entendemos que essa reorganização deve ter como base uma plataforma de propostas que unifique os lutadores e lutadoras e fortaleça realmente a luta contra a privatização da universidade, como tática para uma luta de longo prazo para que a universidade seja de acesso a todos, crítica ao atual sistema de exploração e desigualdade, criadora de conhecimento para a transformação social, enfim, voltada aos interesses populares e não para o lucro de alguns poucos.
            Para debater tudo isto e as possíveis alternativas de organização do movimento, convocamos a todos e a todas para o Seminário A UNIVERSIDADE NA CRISE: QUAL O SEU PAPEL?
 
Data: 15/10 (quinta-feira) às 14h00 min. no auditório do CED.
 
 
Assinam essa convocatória:
Técnicos Administrativos em Luta
Movimento em Defesa da Seção Sindical do ANDES na UFSC
Movimento por Uma Universidade Popular (MUP)
Coletivo Estudantil Construindo a ANE-L
Centro Acadêmico Livre de Arquitetura (CALA)

8 de mar. de 2009

[Textos] ATO NACIONAL CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS E EM SOLIDARIEDADE À APRASC

ATO NACIONAL CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS E EM SOLIDARIEDADE À APRASC


Florianópolis, 12 de março de 2009


Convocamos todos os movimentos populares do campo e da cidade, organizações políticas, entidades sindicais e estudantis para participarem do ATO NACIONAL CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS E EM SOLIDARIEDADE AOS PRAÇAS DE SANTA CATARINA.

Esse será um ato em defesa da liberdade de organização das forças populares e pelo direito de cada setor da sociedade e do conjunto da classe trabalhadora de lutar por suas justas reivindicações. É hora de darmos um basta nas forças conservadoras, elitistas e anti-democráticas do Brasil que se utilizam de todos os aparatos (políticos, econômicos, midiáticos e repressivos) para criminalizar os que lutam. A criminalização dos militantes populares e dos que vivem na pobreza é um sórdido mecanismo de poder utilizado pelas elites dominantes para manter seu “status quo” às custas da exploração da maioria do povo.

Mais recentemente em Santa Catarina a aliança entre os oficiais da Policia Militar e do governador daquele estado, Luiz Henrique (PMDB), governo esse que compõe a tríplice aliança da oligarquia catarinense, se constituiu uma afronta a todos os princípios democráticos na perseguição às lideranças estudantis, sindicais e populares, como aos praças da PM e do Bombeiro Militar que lutam por melhores condições salariais. A tentativa de expulsar e prender lideranças da corporação; o fechamento do sitio na internet da entidade representativa da categoria (APRASC); o pedido na justiça de extinção dessa entidade, bem como, a qualificação do movimento como terrorista e guerrilheiro tem requintes de um trágico período repressor da nossa recente história que se iniciou em 1964. Em Florianópolis é constante a tentativa de criminalizar os movimentos sociais pelo prefeito Dário Berger que se utiliza de parte do Comando da PM para prender e agredir dirigentes sindicais, inclusive com ameaças de morte e perseguições a estes diretores.

Unamos forças contra a repressão e a criminalização. Honraremos a luta de todos aqueles que dedicaram suas vidas para uma verdadeira democracia nesse país. Não aceitaremos que o conservadorismo se institucionalize novamente em nossa pátria. Seja no campo ou na cidade, na luta dos sem-terra pela reforma agrária, na luta dos sem-teto por moradia, na luta dos trabalhadores por emprego e melhores condições salariais e na luta de todos por uma sociedade mais justa e solidária. Para isso convidamos a todos a estarem em Florianópolis no dia 12 de MARÇO às 16h, na Praça da Bandeira. Todos juntos

Contra a criminalização dos Movimentos Sociais!

Pela liberdade de organização dos Praças de Santa Catarina: nenhuma punição!

Convocam:

ANDES – Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior

ANASPRA – Associação Nacional dos Praças

ADESSC – Associação dos Docentes de Ensino Superior de Santa Catarina

AFALESC – Associação dos Funcionários da Assembléia Legislativa de Santa Catarina

APRASC – Associação dos Praças de Santa Catarina

CONLUTAS – Coordenação Nacional de Lutas

CP – Consulta Popular

CUT – Central Única dos Trabalhadores

DCE Luiz Travassos – Diretório Central dos Estudantes da UFSC

INTERSINDICAL

MEFPSC – Movimento das Esposas e Familiares dos Praças de Santa Catarina

MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra

MDH – Memorial de Direitos Humanos – SC

MOVIMENTO ECOLÓGICO – Florianópolis

MPL – Movimento Passe Livre – Florianópolis

MUCAP – Movimento Unificado Contra as Privatizações

MUP – Movimento por uma Universidade Popular

NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores

CCLCP – Corrente Comunista Luiz Carlos Prestes

JA – Juventude Avançando

MAS – Movimento Avançando ao Socialismo

PCB – Partido Comunista Brasileiro

PSTU – Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados

PT – Partido dos Trabalhadores de SC

SEEB – Sindicato dos Bancários de Florianópolis e Região

SINDALESC – Sindicato dos Servidores da Assembléia Legislativa de Santa Catarina

SINTESPE – Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Santa Catarina

SINDASPI – Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Assessoramento, Perícia, Pesquisa e Informações de SC

SINDPD – Sindicato dos Empregados em Empresas de Processamento de Dados de SC

SINERGIA – Sindicato dos Eletricitários de Florianópolis e Região

SINDSAÚDE – Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Serviços de Saúde Privado e Público Estadual – SC

SINDPREVS – Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência do Serviço Público Federal no Estado de Santa Catarina

SINTE – Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina

SINTRAJUSC – Sindicato dos Trabalhadores no Poder Judiciário Federal no Estado de Santa Catarina

SINTRASEM – Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis

SINTRATURB – Sindicato dos Trabalhadores no Transporte Urbano e Rodoviário

SINTUFSC – Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Santa Catarina

TV FLORIPA

UJC – União da Juventude Comunista


Enviado por Rodrigo Fernandes Ribeiro - roferrib@yahoo.com.br

30 de out. de 2008

[ENADE] Fórum de Debate no CFH

Convite: "Fórum de Debates sobre ENADE no CFH" - No dia 30 de outubro (quinta-feira) às 9 horas da manhã e dia 03 de novembro (segunda-feira), das 20 às 22 horas, no auditório do CFH acontecerá o Fórum de Debates sobre ENADE no CFH. Foram convidados representantes dos Centros Acadêmicos do CFH; o Profº Paulo Rizzo representando a posição da ANDES e o Reitor ou representante da PREG.
Contamos com o apoio de todos(as) na mobilização dos estudantes para participarem neste fórum. O objetivo é oportunizar um espaço de diálogo entre diferentes posicionamentos sobre o ENADE. Agradeço. Roselane.

28 de out. de 2008

[ENADE] Fórum de Debates sobre ENADE no CFH

Convite: "Fórum de Debates sobre ENADE no CFH"
No dia 30 de outubro (quinta-feira) às 9 horas da manhã e dia 03 de novembro (segunda-feira), das 20 às 22 horas, no auditório do CFH acontecerá o Fórum de Debates sobre ENADE no CFH. Foram convidados representantes dos Centros Acadêmicos do CFH; o Profº Paulo Rizzo representando a posição da ANDES e o Reitor ou representante da PREG.

27 de ago. de 2008

[Debates] Para onde vai a Universidade?

Dia 27/08 (quarta feira), às 14h:
"Para onde vai a Universidade?"
Convidados: ANDES, REITORIA, SINTUFSC, DCE.
Local: Tenda na frente da Reitoria

23 de dez. de 2007

[REUNI] Orçamento das IFES para 2008 mostra que não há dinheiro para o Reuni

Orçamento das IFES para 2008 mostra que não há dinheiro para o Reuni

Orçamento das IFES para 2008 mostra que não há dinheiro para o Reuni
Elizângela Araújo (MTB 1494-PB)
ANDES-SN

O Art. 212 da Constituição estabelece que a União repassará não menos que 18% da receita proveniente da arrecadação de impostos para a área de educação (Fonte 112). O governo tem divulgado o cumprimento dessa determinação e, mais do que isso, afirma que "nunca na história desse país" a educação teve um investimento tão significativo. A realidade, porém, é outra, e tende a se agravar ainda mais com o Reuni.
A professora Solange Bretas, 1ª vice-presidente da Secretaria Regional Leste e coordenadora do GT Verbas do ANDES-SN , analisou a execução orçamentária das instituições federais de ensino superior (IFES) e concluiu que apesar do discurso inflamado do governo, o investimento na educação superior continua insuficiente. "O governo anuncia um percentual superior aos 18%, mas aplica valores quase sempre inferiores ou, no máximo, iguais, no entanto, acrescenta recursos provenientes de outras fontes, de forma que o valor total seja exatamente o que anuncia ter repassado da fonte constitucional" , explica.
Solange analisou a execução orçamentária dos últimos 11 anos. O estudo comprova o que o ANDES-SN vem alertando: o Reuni agravará o sucateamento das IFES porque determina a ampliação do número de vagas sem aumento de recursos financeiros.
Números
A proposta de Lei Orçamentária para 2008 (PLO/08) prevê um montante de R$ 480 milhões para aplicação por meio do Reuni. Essa receita, no entanto, provém da Fonte 112, ou seja, não representa recursos novos, mas tem sido utilizada pelos reitores como se fossem e tivessem como ser incorporados ao orçamento das IFES ao final do triênio.
Solange explica que, para 2008, o total de recursos para a educação superior é da ordem de R$ 10,7 bilhões, enquanto a previsão para este ano foi de R$ 10,3 bilhões. "Ou seja, uma diferença de apenas R$ 392 milhões, que equivale a 3,78%. Isso não repõe sequer a inflação prevista para este ano, que é de 4%". Além disso, a análise mostra que o montante da Fonte 112 para 2008 (R$ 21,3 bilhões) é 6,62% inferior ao previsto para este ano (R$ 22,6 bilhões).
Para 2008, a previsão de recursos da Fonte 112 para a educação superior é de R$ 9,8 bilhões. Para 2007, foi de R$ 9,6 bilhões. "Uma diferença de R$ 216,2 milhões. Isto é, menos da metade do que está prometido para o Reuni", observa Solange. Ela também cita a o Projeto de Lei do Plano Plurianual 2008-2011 (PLPPA), que prevê, para a implantação do Reuni, um "acréscimo" orçamentário de R$ 1,9 bilhão, destinados ao cumprimento da meta de 150 mil novas vagas em 2011.
Esses recursos serão corroídos pela inflação, cujos índices previstos pelo governo são de 4% para 2007 e 2008, e de 4,5% para 2009, 2010 e 2011. "Se os índices se confirmarem, haverá uma defasagem de R$ 2,1 bilhões, superior em R$ 219 milhões aos recursos prometidos para o Reuni", explica Solange. Para ela, PLPPA é mais uma promessa de recursos novos que, mesmo cumprida, deixará as IFES em situação mais precária do que se encontram hoje.
A professora conclui que, nos próximos quatro anos, as IFES terão o dobro de alunos, os docentes terão o dobro de aulas e o orçamento estará em valores nominais inferiores ao orçamento de 2006. "Ou seja, temos um horizonte de maior estrangulamento do sistema federal de educação superior", afirma.
Precarização do trabalho docente
Para atender ao Reuni, o governo anunciou a contratação de 15 mil docentes. No entanto, o projeto de lei que dispõe sobre esse tema prevê apenas 2,8 mil novos professores e 5 mil novos técnicos administrativos. Solange ressalta que o governo sequer tem reposto as vagas abertas pelas aposentadorias dos últimos três anos. Além disso, ela lembra que tanto Fernando Henrique Cardoso quanto Lula priorizaram as contratações temporárias. "Isso dificulta ainda mais a definição de um projeto acadêmico que garanta a qualidade do ensino e, conseqüentemente, a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão".
A situação se torna mais grave com o banco de professores equivalentes, pois os dirigentes das IFES terão que recorrer à contratação de mais docentes substitutos ou em regime de 20 horas. "Confiantes na existência de novos recursos e na possibilidade concreta de nomeação imediata dos docentes concursados, vários reitores já publicaram editais de concursos que priorizam a contratação de docentes em regime de 20 e 40 horas, apenas com graduação, embora digam que contratarão em regime de Dedicação Exclusiva"

Correio da Cidadania - http://www.correiocidadania.com.br/

9 de abr. de 2007

[Debates] REFORMA UNIVERSITÁRIA: Será o fim da Universidade Pública?

Leia e repasse!!

Falta de bolsas de pesquisa e de concursos para professores, filas no RU, pouquíssimas vagas e situação precária nas moradias estudantis, empresas privadas na UFSC: você faz parte desta realidade? Você vê a cada ano que passa uma desvalorização maior da Educação Pública e o crescimento desenfreado do ensino privado?

Venha para a Discussão!!

Ensino à Distância, ProUni, Universidade "Nova"...
REFORMA UNIVERSITÁRIA:
Será o fim da Universidade Pública?
com representantes do ANDES (Associação Nacional dos Docentes), Frente Nacional de Luta Contra a Reforma Universitária e SINTUFSC

Quinta, 12/04
18h30 no
Auditório do Centro Sócio-Econômico (CSE)

Organização:
CAs de Arquitetura, Economia, Enfermagem, Letras e Serviço Social

8 de fev. de 2007

[CALCS] Relato Reunião Frente de Luta Contra a Reforma Universitária - 01/02/2007

Pessoal, Complementando a ata que o Boni fez, onde tinha um informe meu da reunião paralela a Bienal da UNE, da Frente de Luta Contra a Reforma Universitária, estou repassando para todos a relatoria da reunião que tirou alguns encaminhamentos importantes na luta contra a precarização do ensino superior brasileiro.
1 Será muito importante que possamos discutir daqui pra frente as medidas já aprovadas da Reforma Universitaria e a restante da Lei que está tramitando no congresso, além do debate da Universidade Nova, de autoria do reitor da UFBA, que vem apenas pra concretizar a massificação e precarização da educação. RODRIGO

Relato da Reunião da Frente de Luta contra a Reforma Universitária - SEPE, Rio de Janeiro - RJ, 01/02/2007
No dia primeiro de Fevereiro mais uma vez o movimento estudantil mostrou sua força na luta contra a Reforma Universitária. Cerca de 300 estudantes de todo o Brasil estiveram presentes para discutir os encaminhamentos desta luta, assim como o caráter privatizante deste projeto. A reunião contou com a presença de professores do ANDES/SN, com a fala inicial de Roberto Leher analisando o PL 7.200/06 e evidenciando a importância da luta para derrotar esta reforma.
Debates e Encaminhamentos:
Foi debatido muito sobre o conteúdo da reforma, a importância de nos mobilizarmos em nossos locais de atuação bem como realizar ações regionais e nacionais.
Outro ponto bastante tocado foi a necessidade de unificar nossa luta com os trabalhadores, principalmente no que tange ao combate conjunto contra as reformas neoliberais de Lula (sindical, trabalhista e da previdência), defendendo nossos direitos em contraposição à sua mercantilizaçã o.
Foi ressaltada a importância da unidade na luta contra a reforma reafirmando o chamado aos companheiros da Caravana pela Retirada do PL para que estes se integrem à frente.
Foi colocada a importância de se expandir a luta para outros setores da educação, como os secundaristas, e ligar esta luta com locais, como a luta por assistência estudantil ou contra o aumento das passagens.
Depois do debate foram feitos os seguintes encaminhamentos:
Encaminhamentos:
· Realização no dia 26 de Março, em São Paulo, de um Seminário da Educação e Contra Reforma Universitária. Há o indicativo de construir um ato no local, após a atividade.
· Participação no Encontro Contra as Reformas, chamado pela Intersindical e pela Conlutas para o dia 25 de março.
· Indicativo de criação de comitês estaduais e locais que realizem atos e encontros junto aos trabalhadores em educação.
· Elaboração de uma cartilha da Frente Contra a Reforma Universitária.
· Indicativo de uma Marcha Nacional ainda no 1º semestre de 2007, construída dentro da Campanha contra as Reformas.
· Construção do Boicote ao ENADE desde já, como atividade da Frente.
· Unificar a luta com as lutas contra o aumento de tarifa e pelo passe-livre
· Construção de um Site da Frente.

Outras entidades se integraram a Secretaria Executiva da Frente, agora composta por DCE UFF, DCE UFJF, DCE Unicamp, DCE UFMA, DCE UFES, DCE UNIFAP, DCE UFPE. ENECOS, EXNEEL, ENEFAR, FEMEH, DENEM, Grêmio do Julino (RS).

A reunião desta Secretaria será em Brasília, dia 09/02 (sexta-feira) , antes do Fórum de Executivas.
Rodrigo Fernandes Ribeiro

17 de out. de 2006

[Textos] Sobre a Reforma Universitária

Oi pessoal, como hoje, no debate entre as chapas, discutimos muito superficialmente as questões da Reforma Universitária, ENADE e Educação à DIstÂncia. Estou repassando um link do site do ANDES (Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior) que tem muitas análises críticas desses projetos. O link é:
http://www.andes.org.br/imprensa/arquivo/default_reforma_universitaria.asp

Se alguém tem outras referências compartilhe!
Abraços!!!
Kelem Ghellere Rosso
Estudante de Ciências Sociais