Ata da reunião do Centro Acadêmico Livre de Ciências Sociais
30/03/2011
Informes:
-Zeca:
.Representação do CA em relação a copa da UFSC. Conseguir quadra coberta para treino;
.Espaço para o Coletivo Arterizar na Semana das Sociais.
-Jana:
.Mesa aberto - discussão sobre o trote com os CAs do CFH em abril, com o prof. Thiago Losso.
-Allisson:
.Festa das sociais do dia 31/03 transferida para o dia 07/04.
-Zeca:
.De 11 à 14 de abril, EBEM no CED, CFH e Centro de Eventos da UFSC.
-Iohana:
.Campanha pela permanência puxada pelo DCE e moradores da moradia estudantil. Acampamento na noite do dia 31/03 no lago da UFSC.
-Allisson:
.Assembléia dos estudantes de CSO no dia 31/03 às 18:30 no auditório do CFH para discutir a representação discente.
-Iohana:
.CEB no dia 01/04 às 17:30 no Teixeirão.
Estavam presentes na reunião os alunos:
Thiago Henrique, 1ª fase;
Amanda, 1ª fase;
Giliane, 1ª fase;
Mauro Gomes, 1ª fase;
Nathália, 4ª fase;
Allisson, 3ª fase;
Janaína, 3ª fase;
Juliana, 4ª fase;
Iohana, 3ª fase;
Bruna, 5ª fase;
José Carlos, ZECA;
Carlos Francisco, 4ª fase.
CHICO.
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30 de mar. de 2011
17 de nov. de 2010
Convenção Chapa do Calcs hoje / Avaliação da gestão
Reforçamos o convite aos interessados em ajudar a construir
a próxima gestão do Calcs para participarem da convenção para
formação da chapa com vistas à disputa das eleições do CA.
A convenção será hoje em dois horários diferentes, às 13:30
e 17:00, para facilitar a participação de pessoas dos dois turnos.
Mando no corpo deste e-mail e em anexo uma avaliação da
nossa gestão, para reflexão e análise dos estudantes.
Abs,
Cris
AVALIAÇÃO DA GESTÃO "NÃO IREMOS EMBORA"
Chegamos ao fim do ano e é necessário realizarmos uma avaliação da gestão 2010 do Calcs, haja vista o processo eleitoral vindouro que irá decidir pela continuidade ou não da atual gestão do Centro Acadêmico.
Primeiro, deve-se entender que a constituição do grupo atual se fez com certos atropelos, com um grupo novo formado por pessoas que nunca tinham participado de uma gestão do Calcs, embora muitos de seus membros já tenham participado ou participem de outros movimentos. E é desse movimentar-se que grupo surgiu, ao integrar várias formas de expressão daquilo que viria a ser o movimento dialético propositivo entre o ato de denúncia e o ato de propostas. Assim, entendemos que cada coletivo possui uma dinâmica e realidade específica que precisa ser construída no cotidiano.
Além disso, a gestão acabou por assumir o Calcs apenas em abril deste ano, em virtude do atraso no processo eleitoral passado. Com isso, este “amontoado” de diferentes indivíduos tentava se constituir enquanto um coletivo durante o decorrer do semestre, com as pessoas – e o grupo – tendo que se (re)conhecer concomitantemente a todo o resto das atividades acadêmicas. Só este relato já serve para mostrar as dificuldades de se trabalhar a gestão do Calcs a partir desta realidade.
Não há como negar que foram poucas as realizações no primeiro semestre em virtude destes empecilhos. De qualquer forma, a gestão “Não Iremos Embora” não se ausentou das atividades e lutas que ocorreram no decorrer deste período, sejam em âmbito mais local como para fora da Universidade, como nas manifestações contra o aumento da tarifa do transporte público ou simplesmente ter que reivindicar a vinda de um agente administrativo para trabalhar na secretaria do curso. Mas temos autocrítica para reconhecer que foram ações pontuais e que acabam por não serem reconhecidas pelo corpo universitário do Curso de Ciências Sociais.
No segundo semestre, o se re(conhecer) na constituição de um coletivo que tenta retomar a importância da política estudantil, algumas pessoas juntaram-se ao grupo de acadêmicos que vão perdendo aos poucos sua força de luta e esperança de fazer parte da construção de seus futuros, ao invés de insistir na resistência do presente. Nessa experiência, por inúmeras razões pessoais, vários membros do CA saíram da gestão - que acabou restrita a 06 membros ao final dela - o que apontou para novos desafios. Apesar disso, avaliamos de forma positiva a atuação da gestão durante este período.
Foi possível realizar uma recepção para os calouros do noturno, fato que não foi possível realizar com os calouros do diurno, em virtude das questões já aqui relatadas. Pudemos passar um pouco do que é o CA, nossa visão sobre o curso e a Universidade. Com isso, entendemos que os calouros do noturno conseguiram entrar no curso mais situados e integrados com a realidade universitária.
Na visita do MEC, foram feitos diversos apontamentos críticos de problemas relativos ao curso, especificando as questões referentes ao período noturno, principalmente em relação ao acesso à estrutura da Universidade, dos núcleos, etc. Inexplicavelmente o MEC compreendeu que o curso noturno é melhor (?) que o diurno, atribuindo a nota máxima para ele, o que a gestão “Não Iremos Embora” discorda veementemente, considerando a realidade existente.
Também se entende que a XI Semana Acadêmica de Ciências Sociais, que depreendeu inúmeros esforços para que fosse realizada, foi bem sucedida e contou com uma boa participação dos estudantes do curso. Acreditamos que os estudantes que participaram da Semana também a avaliaram de forma positiva, a partir do que pudemos ver em conversas informais. A escolha temática desta XI Semana Acadêmica, “Ciências Sociais Para que e para quem?” vêem de encontro com a proposta do coletivo de que os estudantes possam se re(conhecer) no seu fazer, criando oportunidades de construir possibilidade que vão além das salas de aulas. Destas possibilidades o coletivo resgatou a saída de campo, instrumento de grande importância na aproximação entre a academia e a sociedade. Igualmente, percebeu a necessidade de aproximação cada vez maior com nossos docentes, evitando atritos e promovendo parcerias. Destas parcerias, destaca-se que a Direção do CFH, junto aos Centros Acadêmicos, conseguiu mais uma vez realizar com grande êxito a VI Semana de Integração do CFH “Por qual universidade e sociedade lutamos”.
Um dos princípios da gestão “Não Iremos Embora” foi o incentivo a participação dos estudantes em atividades acadêmicas (semana acadêmica, saída de campo, oficinas), políticas (manifestações pela municipalização do transporte, contra as taxas acadêmicas, Conselho das Unidades de Base-CEB), assim como a participação critica do ERECS (Encontro Regional dos Estudantes de Ciências Sociais ) e ENECS (Encontro Nacional dos Estudantes de Ciências Sociais). A viabilidade para o deslocamento ao ERECS Londrina foi possível a partir de um grande esforço junto a PRAE e a direção do CFH, antecedidos pela tentativa de discussão dos eixos temáticos do evento. Embora tanto o ERECS - Londrina quanto o ENECS - Belém tenham suas pontuadas importâncias, decidimos após consulta aos estudantes que não seria viável toda a mobilização para nos deslocarmos até Belém devido a várias circunstâncias debatidas naquele momento, estando entre as principais a não articulação das discussões que o evento nos remetia. Entretanto, alguns estudantes que sentiram uma necessidade maior em participar do evento, conseguiram viabilizar um micro-ônibus.
O CALCS também se mobilizou contra a resolução das taxas na UFSC, convocando uma reunião ampliada e se articulando com os demais CA’s do CFH. Infelizmente não encontramos reverberação entre os estudantes da UFSC e junto ao DCE para que se organizasse uma ação para se reverter esta situação. Neste caso, não acreditamos que o CA em si tenha tido uma atuação ineficiente/incipiente. O que (não) houve mostra, na verdade, que a atual situação do ME da UFSC se encontra longe do patamar por nós desejado. É, em nossa opinião, impressionante o quanto uma medida tão absurda, que atinge diretamente os estudantes da UFSC, ao mesmo tempo que extremamente impopular, não tenha levado a uma forte e articulada reação dos estudantes com o intuito de combater esta medida infame! Precisamos realmente pensar que Universidade queremos e o que temos feito, se é que tem-se feito algo efetivo, para conseguirmos construí-la como desejamos. Além disso, cabe destacar o que a atual direção do DCE tem feito efetivamente enquanto entidade que congrega e tem a função de articular o ME da UFSC. Neste sentido, no entender da gestão “Não Iremos Embora”, o atual DCE, embora se valha de um discurso combativo, não tem desempenhado uma prática condizente com seu discurso, o que pode ser atestado pela atuação incipiente contra a medida que instituiu as taxas na UFSC.
Voltando a realidade específica do curso, deve-se reconhecer a dificuldade desta gestão, bem como das anteriores, em conseguir realizar uma efetiva articulação entre os estudantes de Ciências Sociais da UFSC. É preciso refletir e avaliarmos o porquê desta problemática se arrastar há algum tempo e não conseguir ser solucionada. O quanto desta desarticulação é em virtude do que é feito pelos (poucos) integrantes que se dispõem a participar do CA, o quanto é uma realidade do curso ou mesmo externa ao curso, de toda a sociedade, é uma questão para ser pensada, refletida, debatida e, a nosso ver, atacada. Ora, por mais que haja divergências de opiniões e concepções, será que um mínimo de integração, articulação entre os estudantes, bem como dos cientistas sociais, não é algo válido, algo que precisa ser tentado, alcançado e realizado um esforço nesta direção? Se o próprio curso de Ciências Sociais em si propõe uma análise crítica do que é a sociedade, ao mesmo tempo em que ele também está inserido dentro desta sociedade, porque não há um movimento organizado no âmbito das Ciências Sociais da UFSC que leve a um questionamento constante e uma permanente reinvenção de como se dá tanto o processo de formação dos estudantes como de produção de conhecimento?
Por isso, avaliamos que o principal desafio e objetivo para o próximo ano é realmente conseguirmos uma maior aproximação entre os estudantes com o cotidiano do ME, bem como uma maior aproximação entre os próprios estudantes de Ciências Sociais da UFSC. Quando falamos em aproximação, não é no sentido de convívio entre os estudantes, o que também é válido, mas sim no âmbito político, de participação, de debate e de ações integradas e que tenham uma reverberação no coletivo do curso, do CFH e da Universidade. É preciso ter uma discussão permanente sobre o novo currículo, revermos o modus operandi da representação discente, aproximarmos a coordenação do curso – enquanto representante e elo de ligação do corpo docente – dos estudantes, ao mesmo tempo que é preciso que o curso de Ciências Sociais da UFSC tenha um papel de protagonismo com relação ao pensar e agir sobre as problemáticas sociais, através de uma efetiva e real articulação do curso com a sociedade. Tudo isso sem, obviamente, deixarmos de lado lutas maiores (tanto as da UFSC quanto da sociedade em geral) que exijam a ação militante. O que significa aproximar-se para resistir?
É a partir desta perspectiva que a gestão “Não Iremos Embora” pretende dar continuidade ao trabalho feito. Chamamos todos os estudantes que se identifiquem com este projeto e esta perspectiva para construirmos coletivamente a próxima gestão do CALCS. Para que haja um ME combativo, horizontal, propositivo, plural, militante e de luta precisa-se de (mais) pessoas dispostas em contribuir com o CALCS.
É neste sentido que chamamos os estudantes interessados em participar do CALCS para a convenção da chapa, a ser realizada no dia 17/11, quarta-feira, em dois horários. A primeira reunião será às 13:30 e a segunda às 17:00 na própria sede do CALCS, ou em alguma sala próxima.
Abraços fraternos,
Calcs – Gestão “Não Iremos Embora”
a próxima gestão do Calcs para participarem da convenção para
formação da chapa com vistas à disputa das eleições do CA.
A convenção será hoje em dois horários diferentes, às 13:30
e 17:00, para facilitar a participação de pessoas dos dois turnos.
Mando no corpo deste e-mail e em anexo uma avaliação da
nossa gestão, para reflexão e análise dos estudantes.
Abs,
Cris
AVALIAÇÃO DA GESTÃO "NÃO IREMOS EMBORA"
Chegamos ao fim do ano e é necessário realizarmos uma avaliação da gestão 2010 do Calcs, haja vista o processo eleitoral vindouro que irá decidir pela continuidade ou não da atual gestão do Centro Acadêmico.
Primeiro, deve-se entender que a constituição do grupo atual se fez com certos atropelos, com um grupo novo formado por pessoas que nunca tinham participado de uma gestão do Calcs, embora muitos de seus membros já tenham participado ou participem de outros movimentos. E é desse movimentar-se que grupo surgiu, ao integrar várias formas de expressão daquilo que viria a ser o movimento dialético propositivo entre o ato de denúncia e o ato de propostas. Assim, entendemos que cada coletivo possui uma dinâmica e realidade específica que precisa ser construída no cotidiano.
Além disso, a gestão acabou por assumir o Calcs apenas em abril deste ano, em virtude do atraso no processo eleitoral passado. Com isso, este “amontoado” de diferentes indivíduos tentava se constituir enquanto um coletivo durante o decorrer do semestre, com as pessoas – e o grupo – tendo que se (re)conhecer concomitantemente a todo o resto das atividades acadêmicas. Só este relato já serve para mostrar as dificuldades de se trabalhar a gestão do Calcs a partir desta realidade.
Não há como negar que foram poucas as realizações no primeiro semestre em virtude destes empecilhos. De qualquer forma, a gestão “Não Iremos Embora” não se ausentou das atividades e lutas que ocorreram no decorrer deste período, sejam em âmbito mais local como para fora da Universidade, como nas manifestações contra o aumento da tarifa do transporte público ou simplesmente ter que reivindicar a vinda de um agente administrativo para trabalhar na secretaria do curso. Mas temos autocrítica para reconhecer que foram ações pontuais e que acabam por não serem reconhecidas pelo corpo universitário do Curso de Ciências Sociais.
No segundo semestre, o se re(conhecer) na constituição de um coletivo que tenta retomar a importância da política estudantil, algumas pessoas juntaram-se ao grupo de acadêmicos que vão perdendo aos poucos sua força de luta e esperança de fazer parte da construção de seus futuros, ao invés de insistir na resistência do presente. Nessa experiência, por inúmeras razões pessoais, vários membros do CA saíram da gestão - que acabou restrita a 06 membros ao final dela - o que apontou para novos desafios. Apesar disso, avaliamos de forma positiva a atuação da gestão durante este período.
Foi possível realizar uma recepção para os calouros do noturno, fato que não foi possível realizar com os calouros do diurno, em virtude das questões já aqui relatadas. Pudemos passar um pouco do que é o CA, nossa visão sobre o curso e a Universidade. Com isso, entendemos que os calouros do noturno conseguiram entrar no curso mais situados e integrados com a realidade universitária.
Na visita do MEC, foram feitos diversos apontamentos críticos de problemas relativos ao curso, especificando as questões referentes ao período noturno, principalmente em relação ao acesso à estrutura da Universidade, dos núcleos, etc. Inexplicavelmente o MEC compreendeu que o curso noturno é melhor (?) que o diurno, atribuindo a nota máxima para ele, o que a gestão “Não Iremos Embora” discorda veementemente, considerando a realidade existente.
Também se entende que a XI Semana Acadêmica de Ciências Sociais, que depreendeu inúmeros esforços para que fosse realizada, foi bem sucedida e contou com uma boa participação dos estudantes do curso. Acreditamos que os estudantes que participaram da Semana também a avaliaram de forma positiva, a partir do que pudemos ver em conversas informais. A escolha temática desta XI Semana Acadêmica, “Ciências Sociais Para que e para quem?” vêem de encontro com a proposta do coletivo de que os estudantes possam se re(conhecer) no seu fazer, criando oportunidades de construir possibilidade que vão além das salas de aulas. Destas possibilidades o coletivo resgatou a saída de campo, instrumento de grande importância na aproximação entre a academia e a sociedade. Igualmente, percebeu a necessidade de aproximação cada vez maior com nossos docentes, evitando atritos e promovendo parcerias. Destas parcerias, destaca-se que a Direção do CFH, junto aos Centros Acadêmicos, conseguiu mais uma vez realizar com grande êxito a VI Semana de Integração do CFH “Por qual universidade e sociedade lutamos”.
Um dos princípios da gestão “Não Iremos Embora” foi o incentivo a participação dos estudantes em atividades acadêmicas (semana acadêmica, saída de campo, oficinas), políticas (manifestações pela municipalização do transporte, contra as taxas acadêmicas, Conselho das Unidades de Base-CEB), assim como a participação critica do ERECS (Encontro Regional dos Estudantes de Ciências Sociais ) e ENECS (Encontro Nacional dos Estudantes de Ciências Sociais). A viabilidade para o deslocamento ao ERECS Londrina foi possível a partir de um grande esforço junto a PRAE e a direção do CFH, antecedidos pela tentativa de discussão dos eixos temáticos do evento. Embora tanto o ERECS - Londrina quanto o ENECS - Belém tenham suas pontuadas importâncias, decidimos após consulta aos estudantes que não seria viável toda a mobilização para nos deslocarmos até Belém devido a várias circunstâncias debatidas naquele momento, estando entre as principais a não articulação das discussões que o evento nos remetia. Entretanto, alguns estudantes que sentiram uma necessidade maior em participar do evento, conseguiram viabilizar um micro-ônibus.
O CALCS também se mobilizou contra a resolução das taxas na UFSC, convocando uma reunião ampliada e se articulando com os demais CA’s do CFH. Infelizmente não encontramos reverberação entre os estudantes da UFSC e junto ao DCE para que se organizasse uma ação para se reverter esta situação. Neste caso, não acreditamos que o CA em si tenha tido uma atuação ineficiente/incipiente. O que (não) houve mostra, na verdade, que a atual situação do ME da UFSC se encontra longe do patamar por nós desejado. É, em nossa opinião, impressionante o quanto uma medida tão absurda, que atinge diretamente os estudantes da UFSC, ao mesmo tempo que extremamente impopular, não tenha levado a uma forte e articulada reação dos estudantes com o intuito de combater esta medida infame! Precisamos realmente pensar que Universidade queremos e o que temos feito, se é que tem-se feito algo efetivo, para conseguirmos construí-la como desejamos. Além disso, cabe destacar o que a atual direção do DCE tem feito efetivamente enquanto entidade que congrega e tem a função de articular o ME da UFSC. Neste sentido, no entender da gestão “Não Iremos Embora”, o atual DCE, embora se valha de um discurso combativo, não tem desempenhado uma prática condizente com seu discurso, o que pode ser atestado pela atuação incipiente contra a medida que instituiu as taxas na UFSC.
Voltando a realidade específica do curso, deve-se reconhecer a dificuldade desta gestão, bem como das anteriores, em conseguir realizar uma efetiva articulação entre os estudantes de Ciências Sociais da UFSC. É preciso refletir e avaliarmos o porquê desta problemática se arrastar há algum tempo e não conseguir ser solucionada. O quanto desta desarticulação é em virtude do que é feito pelos (poucos) integrantes que se dispõem a participar do CA, o quanto é uma realidade do curso ou mesmo externa ao curso, de toda a sociedade, é uma questão para ser pensada, refletida, debatida e, a nosso ver, atacada. Ora, por mais que haja divergências de opiniões e concepções, será que um mínimo de integração, articulação entre os estudantes, bem como dos cientistas sociais, não é algo válido, algo que precisa ser tentado, alcançado e realizado um esforço nesta direção? Se o próprio curso de Ciências Sociais em si propõe uma análise crítica do que é a sociedade, ao mesmo tempo em que ele também está inserido dentro desta sociedade, porque não há um movimento organizado no âmbito das Ciências Sociais da UFSC que leve a um questionamento constante e uma permanente reinvenção de como se dá tanto o processo de formação dos estudantes como de produção de conhecimento?
Por isso, avaliamos que o principal desafio e objetivo para o próximo ano é realmente conseguirmos uma maior aproximação entre os estudantes com o cotidiano do ME, bem como uma maior aproximação entre os próprios estudantes de Ciências Sociais da UFSC. Quando falamos em aproximação, não é no sentido de convívio entre os estudantes, o que também é válido, mas sim no âmbito político, de participação, de debate e de ações integradas e que tenham uma reverberação no coletivo do curso, do CFH e da Universidade. É preciso ter uma discussão permanente sobre o novo currículo, revermos o modus operandi da representação discente, aproximarmos a coordenação do curso – enquanto representante e elo de ligação do corpo docente – dos estudantes, ao mesmo tempo que é preciso que o curso de Ciências Sociais da UFSC tenha um papel de protagonismo com relação ao pensar e agir sobre as problemáticas sociais, através de uma efetiva e real articulação do curso com a sociedade. Tudo isso sem, obviamente, deixarmos de lado lutas maiores (tanto as da UFSC quanto da sociedade em geral) que exijam a ação militante. O que significa aproximar-se para resistir?
É a partir desta perspectiva que a gestão “Não Iremos Embora” pretende dar continuidade ao trabalho feito. Chamamos todos os estudantes que se identifiquem com este projeto e esta perspectiva para construirmos coletivamente a próxima gestão do CALCS. Para que haja um ME combativo, horizontal, propositivo, plural, militante e de luta precisa-se de (mais) pessoas dispostas em contribuir com o CALCS.
É neste sentido que chamamos os estudantes interessados em participar do CALCS para a convenção da chapa, a ser realizada no dia 17/11, quarta-feira, em dois horários. A primeira reunião será às 13:30 e a segunda às 17:00 na própria sede do CALCS, ou em alguma sala próxima.
Abraços fraternos,
Calcs – Gestão “Não Iremos Embora”
15 de mar. de 2010
[Eleições CALCS] Novo Calendário Eleitoral
CENTRO ACADÊMICO LIVRE DE CIÊNCIAS SOCIAIS (CALCS) DA UFSC EM PROCESSO ELEITORAL
NOVO CALENDARIO DE DATA PRO PROCESSO ELEITORAL 2010 DO CALCS
Datas definitivas!!
18.03.2010 AS 12HS A 13HS no CALCS: INSCRIÇÃO DE CHAPA
19.03.2010 A 26.03.2010: CAMPANHA ELEITORAL
29.03.2010: DEBATE 9HS E 19HS, local a definir
30.03.2010: ÚNICO DIA PARA AS ELEIÇÕES
31.03.2010: HOMOLOGAÇÃO DE CHAPA
Laura Gómez
Rodrigo de Souza
Comissão Eleitoral 2010
11 de nov. de 2009
[CALCS] Ata da Assembléia Geral dos Estudantes de Ciências Sociais 11/11/09
A quem quer que possa interessar está ai o resumo da ata da ultima assembléia, na qual foi encerrada a gestão Agregação, estando o CALCS sob os cuidados da Comissão Eleitoral.
Leonardo Gaspary Salles
***
Ata da Assembléia Geral dos Estudantes de Ciências Sociais 11/11/09
Leonardo Gaspary Salles
***
Ata da Assembléia Geral dos Estudantes de Ciências Sociais 11/11/09
Alunos presentes no inicio da assembléia, as 17:22
-
Leonardo Gaspary Salles -
Rodrigo Ardisson de Souza (MINEIRO) -
Mariane da Silva Pisani -
Ana Rita Mayer -
Gabriela Augusta da Silva -
Vinicius Kauê Ferreira -
Carolina Cavalcanti do Nascimento -
Joana Neves Calado -
Fabrício Cardoso -
Maria Laura Gómez -
Victor Tadeu Pera Netoo -
Fernando Paula do Nascimento -
Marcel Schmitz Gutia
Pontos de Pauta e resoluções
-
Representação Discente
A assembléia reunida elegeu os seguintes alunos como representantes discentes com mandato de 1 ano:
Conselho de Unidade
1. Gabriela Augusta da Silva e Ana Rita Mayer
Colegiado de Curso
-
Maria Laura Gómez e Fabrício Cardoso -
Camila Philippi e Rodrigo Ardissom de Souza
Departamento de Sociologia (titular e suplente)
-
Leonardo Gaspary Salles e Gustavo Henrique Costa
Departamento de Antropologia
-
Vinicius Kauê Ferreira e Rogeli -
Mariane Pisani e Caio Dorigoni -
Marcel Schmitz Gutia e Tatiana
-
Formação, ou não, de uma Comissão Eleitoral
Considerando que o mandato de 1 ano da gestão agregação 2008-2009 terminara, foi discutida a formação, ou não, de uma Comissão Eleitoral, decidindo-se pela formação desta.
Foram escolhidos pela assembléia para formar a comissão eleitoral os seguintes alunos: Rodrigo Ardissom de Souza, Maria Laura Gómez e Carolina Cavalcanti do Nascimento.
Após a escolha da Comissão Eleitoral pela assembléia, foi discutido quando ocorreria o processo eleitoral, havendo duas propostas: a) para que o processo eleitoral ocorresse em novembro de 2009 b) para que o processo eleitoral ocorresse em março de 2010. Por 6 votos contra 4 foi decidido que o processo eleitoral deveria ocorrer no inicio do primeiro semestre letivo de 2010.
Até o fim do processo eleitoral a ser deflagrado no inicio do primeiro semestre letivo de 2010, o CALCS será administrado pela Comissão Eleitoral.
4 de nov. de 2009
[CALCS] Informe da Reunião do CALCS 04/11/09
Pessoal, atenção!
Decidimos na reunião do CALCS de hoje que seria melhor adiarmos nossa assembléia, que seria hoje.
Portanto,
Assembléia Geral dos Estudantes de Ciências Sociais dia 6 de novembro, às 10h, numa sala próxima ao CALCS.
Pauta:
- Indicação de nomes para preencher as cadeiras nos colegiados dos departamentos de Sociologia e Ciência Política (2 titulares e 2 suplentes) e Antropologia (2 titulares e 2 suplentes)
- Prestação de Contas da Gestão Agregação
- Composição da Comissão Eleitoral
Atenciosamente,
GabiAugusta
CALCS
Decidimos na reunião do CALCS de hoje que seria melhor adiarmos nossa assembléia, que seria hoje.
Portanto,
Assembléia Geral dos Estudantes de Ciências Sociais dia 6 de novembro, às 10h, numa sala próxima ao CALCS.
Pauta:
- Indicação de nomes para preencher as cadeiras nos colegiados dos departamentos de Sociologia e Ciência Política (2 titulares e 2 suplentes) e Antropologia (2 titulares e 2 suplentes)
- Prestação de Contas da Gestão Agregação
- Composição da Comissão Eleitoral
Atenciosamente,
GabiAugusta
CALCS
16 de out. de 2009
[CALCS] Carta da reunião realizada na ANEL
Gente,
estou encaminhando a carta q comentei foi tirada da reuniao da anel dos estudantes presentes do curso de ciencias socias..
besos!
Laurita
--------------
--
Carolina Bonomi
C.A Ciências Sociais - PUC Campinas - SP
Gestão Brava Gente - 2009/2010
---------------------
estou encaminhando a carta q comentei foi tirada da reuniao da anel dos estudantes presentes do curso de ciencias socias..
besos!
Laurita
--------------
Pessoal,
Segue em anexo, a carta que eu, a Paula e a Renata (UNICAMP) ficamos de reformular para passar para o CONECS, referente a reunião que fizemos na primeira assembléia da ANEL.
Seria interessante todos lerem e se possível todas as escolas que participarem assinarem para enviar a lista do CONECS.
Qualquer dúvida estou à disposição.
saudações!
--
Carolina Bonomi
C.A Ciências Sociais - PUC Campinas - SP
Gestão Brava Gente - 2009/2010
---------------------
No dia 13 de setembro de 2009, durante a primeira assembléia da ANEL, os estudantes de Ciências Sociais ali presentes, se reuniram a fim de retomar as discussões referentes ao nosso movimento de área. Como nosso movimento de área se encontra fragmentado e desorganizado, nos reunimos para iniciar e conhecer a realidade do curso em cada universidade. Consideramos que existem várias demandas em comum, as quais só poderemos dar uma resposta em conjunto se retornarmos a organização da nossa executiva. A partir desse primeiro constato, constatamos as seguintes demandas a serem discutidas:
Currículos:
a) relação bacharelado e licenciatura;
b) sociologia no ensino médio e formação de professores;
c) precarização dos currículo, no sentido de adaptá-los à precarização de ensino em conjunto ( falta de professores e funcionários, sucateamento da estrutura, poucas bolsas de pesquisa e permanência estudantil);
d) discussão crítica do conteúdo ideológico dos currículos de Ciências Sociais e como colocar o conhecimento produzido na Universidade a serviço da classe trabalhadora.
Universidades Privadas
a) Campanha em apoio a favor dos inadimplentes,de forma que na rematricula os alunos tenham direito a continuar estudando sem passar pelo constrangimento de não ter seu nome na lista;
b) aumento abusivo das mensalidades: como nos encontramos em plena crise econômica, discutimos que é necessário o congelamento das mensalidades, já que vários estudantes ficaram desempregados, sem ter como pagar a universidade.
Democratização na Universidade
a) democratização do acesso e permanência na universidade;
b) Ensino à Distância;
c) Democratização das instâncias de poder.
Para que possamos acumular os debates desses eixos, propomos que seja organizado reuniões e/ou plenárias estaduais e/ ou regionais, periodicamente até a realização do ERECS e ENECS.
Também, discutimos que seria interessante que, pelo menos um estudante de cada escola seja responsável pela discussão do curso para facilitar o contato entre as escolas para a realização dessas reuniões e/ ou plenárias.
Dessa forma, conseguiremos levar aos encontros debates mais sólidos e propositivos, a fim de reestruturar e fortalecer nosso movimento.
Saudações.
9 de jul. de 2009
[CSO] Votação para Coordenação do Curso 5
Bom... Boni e eu ficamos de fazer uma carta se posicionando frente a todo esse processo eleitoral e aos problemas bem levantados pelo Boni. Contudo, não foi possível encaixar um horário para isso antes da reunião do Colegiado, o que não significa que o calcs esteja apático e inerte frente à isso. Foi um alerta importante que foi discutido na Reunião do Calcs onde foi tirado um posicionamento que confere com a postura dos representantes.
Foi um passo importante, mas é preciso que o Calcs se prontifique a se aproximar, criticamente, à Coordenação.
A luta não se faz só na historicidade, é preciso traçar objetivamente os desafios que nos são possíveis. E sem dúvidas os debates acadêmicos fazem parte disso.
As diferentes formas de se posicionar criticamente estão longe de traduzirem uma realidade apática. Ainda que tenhamos que avançar, e muito.
Atenciosamente,
Victor
Foi um passo importante, mas é preciso que o Calcs se prontifique a se aproximar, criticamente, à Coordenação.
A luta não se faz só na historicidade, é preciso traçar objetivamente os desafios que nos são possíveis. E sem dúvidas os debates acadêmicos fazem parte disso.
As diferentes formas de se posicionar criticamente estão longe de traduzirem uma realidade apática. Ainda que tenhamos que avançar, e muito.
Atenciosamente,
Victor
8 de jul. de 2009
[CSO] Votação para Coordenação do Curso 3
Proponho que o CALCS não só questione o desinteresse de tal chapa na participação estudantil como também tensione pontos como: nova forma de participação estudantil no processo eleitoral. A partir disso proponho um debate sobre voto universal para a coordenação do curso!
Se não estou enganada, o período de vigência do coordenação de curso corresponde a 2 anos, por tanto é possível pensar em participação direta de todos os estudantes nesse processo, e não em voto paritário ou por representantes (esse sendo o atual).
Acho importantíssimo começarmos a debater sobre isso no CA, lista, e todas as demais ferramentas de comunicação do curso!
To meio sem tempo para desenvolver maiores argumentações agora, mas deixo aqui minha contribuição para reunião de hj!
Abraços,
Sabrina.
Se não estou enganada, o período de vigência do coordenação de curso corresponde a 2 anos, por tanto é possível pensar em participação direta de todos os estudantes nesse processo, e não em voto paritário ou por representantes (esse sendo o atual).
Acho importantíssimo começarmos a debater sobre isso no CA, lista, e todas as demais ferramentas de comunicação do curso!
To meio sem tempo para desenvolver maiores argumentações agora, mas deixo aqui minha contribuição para reunião de hj!
Abraços,
Sabrina.
7 de jul. de 2009
[CSO] Votação para Coordenação do Curso 2
peço aos demais colegas conselheiros e demais estudantes que compareçam a reunião do CA hoje para que possamos coletivamente tirar um posicionamento.
de ante mão voto eu uma abstenção crítica ao processo, pelo total desinteresse destes professores, enquanto chapa, na procura da participação estudantil.
vou tentar elaborar alguma proposta de texto.
até logo mais!
Vagner Boni
Estudante de Ciências Sociais - UFSC
Representante Discente no Colegiado do Curso de Ciências Sociais
de ante mão voto eu uma abstenção crítica ao processo, pelo total desinteresse destes professores, enquanto chapa, na procura da participação estudantil.
vou tentar elaborar alguma proposta de texto.
até logo mais!
Vagner Boni
Estudante de Ciências Sociais - UFSC
Representante Discente no Colegiado do Curso de Ciências Sociais
3 de jul. de 2009
[CALCS] Calcs e a Classe trabalhadora?
Então Victor,
Posicionamento Prévio? Qual seria o risco , envolver as lutas motivadas por motivos 'particulares' da classe trabalhadora nas nossas democráticas reuniões de CA´s? Onde nunca tomamos(nem podemos ter) um posicionamento prévio sobre nada. Quanto á minha clareza sobre o assunto, não é maior do que quem ficou sem transporte esses dias, e procurou acompanhar o que está acontecendo na mídia. Na verdade, clareza faltou no seu comentário, e é isso que ressaltei no último email, e me desculpe pela chatice,pois vou fazer de novo.
"Justamente porque certos aspectos da luta desses trabalhadores não parecem convergir com a necessidade da população."
Você pode estar se referindo à pauta dos trabalhadores do transporte público, no que se refere à reposição salarial e aumento do vale alimentação.. Vamos (aprofundar): O que isso tem a ver com a população?
Pode ser sobre o ponto de pauta referente à garantia de emprego para 3mil trabalhadores(famílias!)
ou ao fato de 'aceitarem'(com multa de 150 mil para o sindicato) a proposta do aumento da tarifa e do subsídio para que garantam sua pauta , ficando o ônus para a população...-> serão eles os individualistas?
O aumento pode ter a ver com a prática corrente de aumentá-la nas férias, momento em que os estudantes não podem 'reavaliar' os impactos de uma moção de apoio, imagine se organizar para fazer alguma coisa.
E como disse o Boni, não podemos só ficar reagindo aos aumentos da tarifa, estaremos fadados ao fracasso.
Nós como estudantes de C.s, temos a condição de compreender a relação dos empresários/prefeitura/trabalhadores/população, e deveríamos estar previamente posicionados quanto à isso sim!
Espero ter contribuído de alguma forma com o debate, mas a moção mesmo, não vai ter impacto nenhum agora.. Vou ser mais propositivo desta vez, e estender o convite:
-Chamado para reunião sobre a intervenção da prefeitura nas empresas de transportes:
O Movimento Passe Livre chama reunião acerca da possível intervenção do poder executivo municipal nas empresas de trasporte coletivo de Florianópolis. A intervenção foi anunciada após a recusa por parte do SETUF( Sindicato das Empresários do Transporte Urbano de Florianópolis) a nova proposta da prefeitura. A prefeitura, SETUF e SINTRATURB já negociam há dois meses, e a greve já passa de 72 horas de duração.
Entendendo que a medida abriria um precedente importante de intervenção pública no sistema de transporte coletivo da cidade, o que pode levar à ampliação da participação dos usuários no mesmo; e, lembrando que tramita na câmara de vereadores o projeto de licitação para os novos contratos de concessão do transporte, convidamos todas entidades, organizações políticas e pessoas interessadas para debater os rumos transporte coletivo de Florianópolis e ações dada a nova conjuntura.
A será realizada no SINERGIA – Sindicato dos Eletricitários de Florianópolis, Rua Lacerda Coutinho, nº149 – Centro. A partir das 14h.
Compareça! Divulgue!
Adalberto Teodósio Tabalipa
Ciências Sociais
COMITÊ DE LUTA PELO TRANSPORTE PÚBLICO
Posicionamento Prévio? Qual seria o risco , envolver as lutas motivadas por motivos 'particulares' da classe trabalhadora nas nossas democráticas reuniões de CA´s? Onde nunca tomamos(nem podemos ter) um posicionamento prévio sobre nada. Quanto á minha clareza sobre o assunto, não é maior do que quem ficou sem transporte esses dias, e procurou acompanhar o que está acontecendo na mídia. Na verdade, clareza faltou no seu comentário, e é isso que ressaltei no último email, e me desculpe pela chatice,pois vou fazer de novo.
"Justamente porque certos aspectos da luta desses trabalhadores não parecem convergir com a necessidade da população."
Você pode estar se referindo à pauta dos trabalhadores do transporte público, no que se refere à reposição salarial e aumento do vale alimentação.. Vamos (aprofundar): O que isso tem a ver com a população?
Pode ser sobre o ponto de pauta referente à garantia de emprego para 3mil trabalhadores(famílias!)
ou ao fato de 'aceitarem'(com multa de 150 mil para o sindicato) a proposta do aumento da tarifa e do subsídio para que garantam sua pauta , ficando o ônus para a população...-> serão eles os individualistas?
O aumento pode ter a ver com a prática corrente de aumentá-la nas férias, momento em que os estudantes não podem 'reavaliar' os impactos de uma moção de apoio, imagine se organizar para fazer alguma coisa.
E como disse o Boni, não podemos só ficar reagindo aos aumentos da tarifa, estaremos fadados ao fracasso.
Nós como estudantes de C.s, temos a condição de compreender a relação dos empresários/prefeitura/trabalhadores/população, e deveríamos estar previamente posicionados quanto à isso sim!
Espero ter contribuído de alguma forma com o debate, mas a moção mesmo, não vai ter impacto nenhum agora.. Vou ser mais propositivo desta vez, e estender o convite:
-Chamado para reunião sobre a intervenção da prefeitura nas empresas de transportes:
O Movimento Passe Livre chama reunião acerca da possível intervenção do poder executivo municipal nas empresas de trasporte coletivo de Florianópolis. A intervenção foi anunciada após a recusa por parte do SETUF( Sindicato das Empresários do Transporte Urbano de Florianópolis) a nova proposta da prefeitura. A prefeitura, SETUF e SINTRATURB já negociam há dois meses, e a greve já passa de 72 horas de duração.
Entendendo que a medida abriria um precedente importante de intervenção pública no sistema de transporte coletivo da cidade, o que pode levar à ampliação da participação dos usuários no mesmo; e, lembrando que tramita na câmara de vereadores o projeto de licitação para os novos contratos de concessão do transporte, convidamos todas entidades, organizações políticas e pessoas interessadas para debater os rumos transporte coletivo de Florianópolis e ações dada a nova conjuntura.
A será realizada no SINERGIA – Sindicato dos Eletricitários de Florianópolis, Rua Lacerda Coutinho, nº149 – Centro. A partir das 14h.
Compareça! Divulgue!
Adalberto Teodósio Tabalipa
Ciências Sociais
COMITÊ DE LUTA PELO TRANSPORTE PÚBLICO
[CALCS] Calcs e a Classe trabalhadora?
Então, primeiramente eu gostaria de separar as coisas aqui...
Foi só um comentário meu, não a 'postura política do CALCS' com a minha intenção de reavaliar (fundamentar) SIM moções de apoio. Acho que é fundamental haver debate, Boni e a Laurita ja´ressaltaram e acho que é real a necessidade de tratar os dilemas que se refletem nas lutas. Por que estar engajado tomando posicionamento prévio!? É esta a minha preocupação! Justamente porque certos aspectos da luta desses trabalhadores não parecem convergir com a necessidade da população.
Acho extremamente válida a proposição do pessoal que tem uma militância mais presente, como vc mesmo Adalberto, mas não acho que a sua clareza em ver a situação deva ser estendida aos posicionamento do CALCS. Por que não debater essas divergências sem o arraigo valorativo!? A manifestação de "espanto" que vc colocou nas minhas palavras não acrescentam muita coisa, senão o asco de as pessoas se manifestarem com posicionamentos diferentes.
Creio que é evidente que as reuniões não têm tido quorum. Realmente é complicado o fim de semestre e a paralisação dos ônibus, mas não quer dizer que tudo esteja parado. Enfim, podemos ainda marcar os debates.
Valeu galera...
abraços!
VITOR
Foi só um comentário meu, não a 'postura política do CALCS' com a minha intenção de reavaliar (fundamentar) SIM moções de apoio. Acho que é fundamental haver debate, Boni e a Laurita ja´ressaltaram e acho que é real a necessidade de tratar os dilemas que se refletem nas lutas. Por que estar engajado tomando posicionamento prévio!? É esta a minha preocupação! Justamente porque certos aspectos da luta desses trabalhadores não parecem convergir com a necessidade da população.
Acho extremamente válida a proposição do pessoal que tem uma militância mais presente, como vc mesmo Adalberto, mas não acho que a sua clareza em ver a situação deva ser estendida aos posicionamento do CALCS. Por que não debater essas divergências sem o arraigo valorativo!? A manifestação de "espanto" que vc colocou nas minhas palavras não acrescentam muita coisa, senão o asco de as pessoas se manifestarem com posicionamentos diferentes.
Creio que é evidente que as reuniões não têm tido quorum. Realmente é complicado o fim de semestre e a paralisação dos ônibus, mas não quer dizer que tudo esteja parado. Enfim, podemos ainda marcar os debates.
Valeu galera...
abraços!
VITOR
2 de jul. de 2009
[CALCS] Calcs e a Classe trabalhadora? + Greve
Acho que seria necessário reavaliar os impactos de uma possível moção de apoio aos trabalhadores do transporte urbano. Me parece evidente que estes trabalhadores abrigam sua motivação em interesses particulares da categoria, visando o aumento dos salários e a participação nos lucros (e isto não quer dizer que estas questões não sejam importantes). Contudo, aceitar a proposta do Sindicato das Empresas, mesmo condicionada o aumento da tarifa em 0,15, significa um descomprometimento desses trabalhadores com aqueles que utilizam o transporte público.
Fica muito cômodo para as empresas utilizarem as greves para justificar novos reajustes. A resistência que o MPL construiu me parece ser afrontada com um aceite de proposta desses. Creio que seja necessário a continuar a movimentação e questionamentos sobre a qualidade, legitimidade e preço do transporte, ao invés de simplesmente aferir uma legitimidade aos trabalhadores pautada em sua condição/origem de classe.
Segue a informação do aceite da proposta
Victor Netto
Greve | 02/07/2009 | 06h20min
Greve no transporte coletivo entra no terceiro dia na Grande Florianópolis
Grevistas, empresários e prefeitura da Capital ainda não chegaram a um consenso
Entra no terceiro dia, na manhã desta quinta-feira, a greve dos motoristas e cobradores da Grande Florianópolis. A categoria paralisou as atividades às 7h de terça-feira, diante da falta de consenso com os empresários do setor sobre o reajuste salarial.
Às 6h desta quinta, não havia movimentação de ônibus nos bairros e na região central de Florianópolis. Os grevistas seguem reunidos na Praça das Nações, ao lado do Terminal de Integração do Centro (Ticen).
Desde o início da mobilização, representantes da prefeitura da Capital, trabalhadores e empresários participam de reuniões em busca de uma saída para o impasse.
Na noite de quarta, o sindicato das empresas (Setuf) encaminhou ao vice-prefeito João Batista Nunes uma nova proposta, que não teve a aprovação da prefeitura.
No documento, o Setuf concorda com o reajuste de 7% no salário dos trabalhadores se a tarifa for reajustada em R$ 0,15. Também condiciona o aumento em R$ 310 no vale-alimentação ao subsídio pago pela prefeitura (hoje R$ 0,12 por passageiro, o que significa cerca de R$ 550 mil por mês).
A proposta também determina que se o aumento for retroativo a maio (mês da data-base da categoria) deverá ser pago pela prefeitura.
Batista afirmou que o prefeito não assinará a proposta e que o aumento no preço da tarifa só vai acontecer se for para custear o reajuste salarial dos trabalhadores.
A prefeitura voltou atrás e disse que não tem de onde tirar o pagamento do reajuste retroativo a maio. Se isso ocorresse, a solução só se daria após aprovação na Câmara, o que demoraria ainda mais.
O sindicato dos trabalhadores (Setuf) já anunciou que não vai concordar com o reajuste a partir de agora, já que a data base da categoria venceu em maio.
A estratégia dos empresários, ao condicionar o aumento no vale-alimentação ao subsídio é uma forma de pressionar a prefeitura a repassar os valores sem atraso. Atualmente, o último subsídio pago pela prefeitura foi em abril.
O de maio já venceu e o de junho está para vencer nos próximos dias.
Proposta
Na madrugada de quarta, o prefeito Dário Berger comprometeu-se em pagar o reajuste de 7% e o aumento do vale-refeição para R$ 310 retroativo ao mês de maio - mesmo que isso acabe provocando o aumento no preço das passagens ou do subsídio pago às empresas pela prefeitura.
A proposta não foi aceite pelos empresários, que reclamaram que o prefeito não havia indicado de onde viria o dinheiro para o custeio.
O sindicato das empresas (Setuf) teme que, como ocorreu nas negociações trabalhistas do ano passado, tivesse que pagar o reajuste "do bolso" e depois esperar pelo repasse do subsídio da prefeitura, que quase sempre ocorre com atraso.
Os trabalhadores aceitaram a proposta, mas só voltam ao trabalho se ela for aceite pelos empresários.
Fica muito cômodo para as empresas utilizarem as greves para justificar novos reajustes. A resistência que o MPL construiu me parece ser afrontada com um aceite de proposta desses. Creio que seja necessário a continuar a movimentação e questionamentos sobre a qualidade, legitimidade e preço do transporte, ao invés de simplesmente aferir uma legitimidade aos trabalhadores pautada em sua condição/origem de classe.
Segue a informação do aceite da proposta
Victor Netto
Greve | 02/07/2009 | 06h20min
Greve no transporte coletivo entra no terceiro dia na Grande Florianópolis
Grevistas, empresários e prefeitura da Capital ainda não chegaram a um consenso
Entra no terceiro dia, na manhã desta quinta-feira, a greve dos motoristas e cobradores da Grande Florianópolis. A categoria paralisou as atividades às 7h de terça-feira, diante da falta de consenso com os empresários do setor sobre o reajuste salarial.
Às 6h desta quinta, não havia movimentação de ônibus nos bairros e na região central de Florianópolis. Os grevistas seguem reunidos na Praça das Nações, ao lado do Terminal de Integração do Centro (Ticen).
Desde o início da mobilização, representantes da prefeitura da Capital, trabalhadores e empresários participam de reuniões em busca de uma saída para o impasse.
Na noite de quarta, o sindicato das empresas (Setuf) encaminhou ao vice-prefeito João Batista Nunes uma nova proposta, que não teve a aprovação da prefeitura.
No documento, o Setuf concorda com o reajuste de 7% no salário dos trabalhadores se a tarifa for reajustada em R$ 0,15. Também condiciona o aumento em R$ 310 no vale-alimentação ao subsídio pago pela prefeitura (hoje R$ 0,12 por passageiro, o que significa cerca de R$ 550 mil por mês).
A proposta também determina que se o aumento for retroativo a maio (mês da data-base da categoria) deverá ser pago pela prefeitura.
Batista afirmou que o prefeito não assinará a proposta e que o aumento no preço da tarifa só vai acontecer se for para custear o reajuste salarial dos trabalhadores.
A prefeitura voltou atrás e disse que não tem de onde tirar o pagamento do reajuste retroativo a maio. Se isso ocorresse, a solução só se daria após aprovação na Câmara, o que demoraria ainda mais.
O sindicato dos trabalhadores (Setuf) já anunciou que não vai concordar com o reajuste a partir de agora, já que a data base da categoria venceu em maio.
A estratégia dos empresários, ao condicionar o aumento no vale-alimentação ao subsídio é uma forma de pressionar a prefeitura a repassar os valores sem atraso. Atualmente, o último subsídio pago pela prefeitura foi em abril.
O de maio já venceu e o de junho está para vencer nos próximos dias.
Proposta
Na madrugada de quarta, o prefeito Dário Berger comprometeu-se em pagar o reajuste de 7% e o aumento do vale-refeição para R$ 310 retroativo ao mês de maio - mesmo que isso acabe provocando o aumento no preço das passagens ou do subsídio pago às empresas pela prefeitura.
A proposta não foi aceite pelos empresários, que reclamaram que o prefeito não havia indicado de onde viria o dinheiro para o custeio.
O sindicato das empresas (Setuf) teme que, como ocorreu nas negociações trabalhistas do ano passado, tivesse que pagar o reajuste "do bolso" e depois esperar pelo repasse do subsídio da prefeitura, que quase sempre ocorre com atraso.
Os trabalhadores aceitaram a proposta, mas só voltam ao trabalho se ela for aceite pelos empresários.
[CALCS] Calcs e a Classe trabalhadora? + Construir a Memória da Resistência - V anos da Revolta da Catraca
Enquanto estudante de CS e trabalhador creio ser extremamente importante a manifestação de apoio atráves uma moção aos trabalhadores do transporte publico, mas tão ou mais importante é a mobilização e o debate... que não fiquemos só restrito ao momento de aumento da passagem!
LEMBRANDO que tá rolando um MINICURSO E SEMINÁRIO SOBRE questão DO TRANSPORTE urbano!!!!
mando em anexo o texto que o fabiano mandou para a lista da frente de luta!
e ah! Povo do CA, por favor PUBLIQUEM EM ALGUM LUGAR as relatorias e moções das ultimas reuniões... Não vi nada nesta lista, nem no BLOG (que aliás morreu lá em março) ou nos murais!
Muita coisa importante rolou na discussão e isto não pode ficar restrito apenas a galera que vai nas reuniões... isto diz respeito a todos os estudantes. Entendo que é foda no final do semestre, mas responsabilidade assumida é responsabilidade assumida. PUBLIQUEM AI!!!!
Vagner Boni
Estudante de Ciências Sociais - UFSC
Representante Discente no Colegiado do Curso de Ciências Sociais
Pesquisador do Memorial dos Direitos Humanos - MDH
Laboratório de Sociologia do Trabalho - www.LASTRO.UFSC.br
Movimento por uma Universidade Popular - MUP
Movimento de Área Ciências Sociais Sul - www.MACSUL.wordpress.com
MSN vagnerboni@hotmail.com
---------- Forwarded message ----------
From: Fabiano Garcia
Date: 2009/6/30
Subject: [frenteunica] Apoio aos trabalhadores!
Ae pessoal!
de um modo bem simples elaborei um texto para apoiar os trabalhadores do
transporte público neste momento.
Está bem simples e aceito sugestões. Será entregue até o final da semana
quem quiser assinar é só reenviar pro meu email com nome e curso ou profissão.
Valeu o apoio
Fabiano - História - UFSC
COMITÊ DE LUTA PELO TRANSPORTE PÚBLICO
--------------------------------------------------------------
Entre os dias 26 de junho e 3 de julho acontecerá o evento "Construir a Memória da Resistência - V anos da Revolta da Catraca", que busca marcar aocorrência da série de manifestações contra o aumento da tarifa do transporte coletivo que paralisaram Florianópolis a partir de 2004. Será um MINI-CURSO e um SEMINÁRIO.
O evento é gratuito e gostaríamos de contar com a participação de todos os interessados em transformar a situação caótica do transporte coletivo na grande Florianópolis. Pedimos que quem puder também colabore divulgando esta mensagem.
LOCAL: Auditório do SEEB - Sindicato dos Bancários de Florianópolis e Região. Rua Visconde de Ouro Preto, 308 - Florianópolis - SC, sempre às 19hs.
Transmissão online em: passapalavra.info
Mais informações em: http://revoltadacatraca.wordpress.com
1) PROGRAMAÇÃO DO MINI-CURSO:
A) O que é, e qual é a realidade da mobilidade urbana?
26 de junho, sexta-feira,
às 19h:
Exposições:
* As cidades contemporâneas: as reformas urbanas do século XX e segregação sócio-espacial em Florianópolis (Vinícius Possebon, historiador)
* A cor da cidade: mobilidade urbana e segregação espacial emuma cidade de espaços racialmente marcados (Paulo Henrique "Paíque", antropólogo e militante do Movimento Passe Livre - DF).
* Privatização do transporte: O regime de concessões e a consolidação da sociedade do automóvel (Marcelo Pomar, historiador).
* Vídeo: SOCIEDADE DO AUTOMÓVEL. 40min.
Encerramento: 22h.
B) O que propomos em relação à mobilidade urbana?
Dia 27 de junho, sábado,
às 14h:
Exposições:
* Experiência da Cidade de São Paulo (Lúcio Gregori, ex-secretário Municipal de Transportes em São Paulo, autor do Projeto Tarifa Zero e da Municipalização dos Transportes na capital paulista)
* Lutas sociais pelo transporte (Victor Calejon "Khaled", militante do MPL-Florianópolis) 40´
* Os deslocamentos alternativos: Bicicleta - André Geraldo Soares;
Vídeo para exibição: Saída de Emergência com a presença de Leonel Camasão, jornalista, militante do MPL e diretor do vídeo - Joinville)
Encerramento: 18h
C) Entendendo a mobilidade de Florianópolis e região Metropolitana.
27 de junho, sábado,
às 19h:
Exposições:
* Werner Krauss (UFSC)
* Ricardo Freitas (Sintraturb)
2) PROGRAMAÇÃO SEMINÁRIO:
A) Relembrando a Revolta da Catraca: antecedentes e reverberações na atualidade
29 de junho, segunda-feira:
às 18h
Exposição de fotografias
Abertura da exposição 5 anos da primeira Revolta da Catraca - construindo a memória da resistência em Florianópolis.
às 19h
Visões sobre a Revolta - reflexões a partir dos olhares dos participantes
Participantes:
- Carolina Cruz, "Cabelo", Thiago Umberto "Garganta" e Mayara Pires, estudantes secundaristas na época da revolta;
- Daniel Guimarães Tertschitsch, jornalista, co-fundador do Centro de Mídia Independente em Florianópolis e militante do MPL Floripa;
- Denílson Machado, ex-diretor do SEEB e integrante do Fórum em Defesa do Transporte Coletivo na Grande Florianópolis à época das revoltas;
- Marcelo Pomar, historiador e militante do MPL Floripa;
- Rafael Knabben, cientista social.
B) Análise de conjuntura da Florianópolis atual
30 de junho, terça-feira
às 19h
Expositores:
- Lino Bragança Peres, professor do depto. de Arquitetura e Urbanismo da
UFSC
- Elson Manoel Pereira, professor do depto. de Geografia da UFSC
C) Revoltas antes da "Revolta": breve história das contestações políticas em
Florianópolis
1º de julho, quarta-feira
às 19h
Exposições:
- Fernando Ponte de Sousa, professor do depto. de Sociologia Política da UFSC/ Memorial Catarinense dos Direitos Humanos. Resistência à instauração do golpe militar no estado e sobre o contexto de endurecimento pós-AI5.
- Prudente Mello, advogado, presidente da Comissão de Direitos Humanos durante as revoltas. Da anistia à ditadura militar no estado de Santa Catarina.
- Reinaldo Lohn, professor do depto. de História da Udesc. Política em Florianópolis da Novembrada até hoje.
- Celso Martins, jornalista e historiador. Depoimento de um militante à época da Novembrada.
- Tereza Cristina Barbosa, bióloga, membro do Movimento Campeche Qualidade de Vida Lutas urbanas na planície do Campeche.
D) Movimentos políticos juvenis ontem e hoje
2 de julho, quinta-feira,
às 19h
Exposições:
Janice Tirelli, professora do depto. de Sociologia Política da UFSC e
coordenadora do Núcleo de Pesquisa em Juventudes Contemporâneas
Movimentos políticos juvenis: uma abordagem panorâmica.
Luís Antônio Groppo, sociólogo, professor do programa de Mestrado em Educação do Centro
Universitário Salesiano de São Paulo e pesquisador do CNPq: Revoltas juvenis na França: de 68 a 2005.
Isabel Loureiro , professora colaboradora no programa de Pós-graduação em Política da UNICAMP: Herbert Marcuse, A Grande Recusa Hoje.
E) Influência das revoltas nas lutas pelo transporte Brasil afora
3 de julho, sexta-feira,
às 19h
Participantes:
Representantes de outros MPL:
- MPL Curitiba
- MPL Distrito Federal
- MPL Joinville
- MPL São Paulo
LEMBRANDO que tá rolando um MINICURSO E SEMINÁRIO SOBRE questão DO TRANSPORTE urbano!!!!
mando em anexo o texto que o fabiano mandou para a lista da frente de luta!
e ah! Povo do CA, por favor PUBLIQUEM EM ALGUM LUGAR as relatorias e moções das ultimas reuniões... Não vi nada nesta lista, nem no BLOG (que aliás morreu lá em março) ou nos murais!
Muita coisa importante rolou na discussão e isto não pode ficar restrito apenas a galera que vai nas reuniões... isto diz respeito a todos os estudantes. Entendo que é foda no final do semestre, mas responsabilidade assumida é responsabilidade assumida. PUBLIQUEM AI!!!!
Vagner Boni
Estudante de Ciências Sociais - UFSC
Representante Discente no Colegiado do Curso de Ciências Sociais
Pesquisador do Memorial dos Direitos Humanos - MDH
Laboratório de Sociologia do Trabalho - www.LASTRO.UFSC.br
Movimento por uma Universidade Popular - MUP
Movimento de Área Ciências Sociais Sul - www.MACSUL.wordpress.com
MSN vagnerboni@hotmail.com
---------- Forwarded message ----------
From: Fabiano Garcia
Date: 2009/6/30
Subject: [frenteunica] Apoio aos trabalhadores!
Ae pessoal!
de um modo bem simples elaborei um texto para apoiar os trabalhadores do
transporte público neste momento.
Está bem simples e aceito sugestões. Será entregue até o final da semana
quem quiser assinar é só reenviar pro meu email com nome e curso ou profissão.
Valeu o apoio
Fabiano - História - UFSC
COMITÊ DE LUTA PELO TRANSPORTE PÚBLICO
--------------------------------------------------------------
Entre os dias 26 de junho e 3 de julho acontecerá o evento "Construir a Memória da Resistência - V anos da Revolta da Catraca", que busca marcar aocorrência da série de manifestações contra o aumento da tarifa do transporte coletivo que paralisaram Florianópolis a partir de 2004. Será um MINI-CURSO e um SEMINÁRIO.
O evento é gratuito e gostaríamos de contar com a participação de todos os interessados em transformar a situação caótica do transporte coletivo na grande Florianópolis. Pedimos que quem puder também colabore divulgando esta mensagem.
LOCAL: Auditório do SEEB - Sindicato dos Bancários de Florianópolis e Região. Rua Visconde de Ouro Preto, 308 - Florianópolis - SC, sempre às 19hs.
Transmissão online em: passapalavra.info
Mais informações em: http://revoltadacatraca.wordpress.com
1) PROGRAMAÇÃO DO MINI-CURSO:
A) O que é, e qual é a realidade da mobilidade urbana?
26 de junho, sexta-feira,
às 19h:
Exposições:
* As cidades contemporâneas: as reformas urbanas do século XX e segregação sócio-espacial em Florianópolis (Vinícius Possebon, historiador)
* A cor da cidade: mobilidade urbana e segregação espacial emuma cidade de espaços racialmente marcados (Paulo Henrique "Paíque", antropólogo e militante do Movimento Passe Livre - DF).
* Privatização do transporte: O regime de concessões e a consolidação da sociedade do automóvel (Marcelo Pomar, historiador).
* Vídeo: SOCIEDADE DO AUTOMÓVEL. 40min.
Encerramento: 22h.
B) O que propomos em relação à mobilidade urbana?
Dia 27 de junho, sábado,
às 14h:
Exposições:
* Experiência da Cidade de São Paulo (Lúcio Gregori, ex-secretário Municipal de Transportes em São Paulo, autor do Projeto Tarifa Zero e da Municipalização dos Transportes na capital paulista)
* Lutas sociais pelo transporte (Victor Calejon "Khaled", militante do MPL-Florianópolis) 40´
* Os deslocamentos alternativos: Bicicleta - André Geraldo Soares;
Vídeo para exibição: Saída de Emergência com a presença de Leonel Camasão, jornalista, militante do MPL e diretor do vídeo - Joinville)
Encerramento: 18h
C) Entendendo a mobilidade de Florianópolis e região Metropolitana.
27 de junho, sábado,
às 19h:
Exposições:
* Werner Krauss (UFSC)
* Ricardo Freitas (Sintraturb)
2) PROGRAMAÇÃO SEMINÁRIO:
A) Relembrando a Revolta da Catraca: antecedentes e reverberações na atualidade
29 de junho, segunda-feira:
às 18h
Exposição de fotografias
Abertura da exposição 5 anos da primeira Revolta da Catraca - construindo a memória da resistência em Florianópolis.
às 19h
Visões sobre a Revolta - reflexões a partir dos olhares dos participantes
Participantes:
- Carolina Cruz, "Cabelo", Thiago Umberto "Garganta" e Mayara Pires, estudantes secundaristas na época da revolta;
- Daniel Guimarães Tertschitsch, jornalista, co-fundador do Centro de Mídia Independente em Florianópolis e militante do MPL Floripa;
- Denílson Machado, ex-diretor do SEEB e integrante do Fórum em Defesa do Transporte Coletivo na Grande Florianópolis à época das revoltas;
- Marcelo Pomar, historiador e militante do MPL Floripa;
- Rafael Knabben, cientista social.
B) Análise de conjuntura da Florianópolis atual
30 de junho, terça-feira
às 19h
Expositores:
- Lino Bragança Peres, professor do depto. de Arquitetura e Urbanismo da
UFSC
- Elson Manoel Pereira, professor do depto. de Geografia da UFSC
C) Revoltas antes da "Revolta": breve história das contestações políticas em
Florianópolis
1º de julho, quarta-feira
às 19h
Exposições:
- Fernando Ponte de Sousa, professor do depto. de Sociologia Política da UFSC/ Memorial Catarinense dos Direitos Humanos. Resistência à instauração do golpe militar no estado e sobre o contexto de endurecimento pós-AI5.
- Prudente Mello, advogado, presidente da Comissão de Direitos Humanos durante as revoltas. Da anistia à ditadura militar no estado de Santa Catarina.
- Reinaldo Lohn, professor do depto. de História da Udesc. Política em Florianópolis da Novembrada até hoje.
- Celso Martins, jornalista e historiador. Depoimento de um militante à época da Novembrada.
- Tereza Cristina Barbosa, bióloga, membro do Movimento Campeche Qualidade de Vida Lutas urbanas na planície do Campeche.
D) Movimentos políticos juvenis ontem e hoje
2 de julho, quinta-feira,
às 19h
Exposições:
Janice Tirelli, professora do depto. de Sociologia Política da UFSC e
coordenadora do Núcleo de Pesquisa em Juventudes Contemporâneas
Movimentos políticos juvenis: uma abordagem panorâmica.
Luís Antônio Groppo, sociólogo, professor do programa de Mestrado em Educação do Centro
Universitário Salesiano de São Paulo e pesquisador do CNPq: Revoltas juvenis na França: de 68 a 2005.
Isabel Loureiro , professora colaboradora no programa de Pós-graduação em Política da UNICAMP: Herbert Marcuse, A Grande Recusa Hoje.
E) Influência das revoltas nas lutas pelo transporte Brasil afora
3 de julho, sexta-feira,
às 19h
Participantes:
Representantes de outros MPL:
- MPL Curitiba
- MPL Distrito Federal
- MPL Joinville
- MPL São Paulo
23 de jun. de 2009
[CALCS] Relatoria Reunião CALCS 23/06/09
Reunião do CALCS, do dia 23 de junho, às 13h, com a seguinte proposta de pauta:
Informes:
Pauta:
1- CONECS
2- Carta crítica à escola sede do ENECS
3- Representação estudantil nos órgãos colegiados
4- Responsáveis pela organização do jornal - passagem em sala
Informes:
ERECS – Houve comentários de que algumas pessoas estavam em prejuízo com gastos com a viagem, mas ninguém apareceu.
Sobre o dinheiro da rifa, esclarecer que ele não vai ser direcionado para o ERECS, mesmo porque ela não foi criada para este fim. Depois que os gastos com esporte forem cobertos, daí então o que sobrar pode servir para os gastos com o ERECS.
CNE – Surgiu idéia na volta do congresso em promover debate / apresentação das organizações e forças políticas atuantes na UFSC.
Léo foi adicionado à lista da ACA e se mais alguém tiver interesse em entrar é só pedir.
Boni informa que pegou uns documentos históricos do CA para escanear. Comprometeu-se em devolver.
Informa também que foi criado blog do MAC-SUL: http://macsul.wordpress.com/
Ocorrerá eleições para coordenação do colegiado de curso dia 7 de julho e dia 8 ocorrerá reunião para homologar o resultado.
2- ENECS – Decidimos acatar a sugestão do Boni de mandar uma carta crítica aos organizadores da escola sede deste ano.
Sobre pedir apoio na UFSC para a viagem precisamos de documentos de divulgação do encontro para anexar ao pedido. Laura fica responsável de mandar os pedidos de auxílio depois que tivermos material de divulgação para anexar.
4- Jornal: Passagem em sala terça a noite – Léo e Eduardo. Para falar do edital do jornal.
E também: do ônibus para ENECS e do jogo do “Bola + 1”.
Carol vai mandar e-mail comunicando que vai ser feito pedido de mais camisetas do time e se mais alguém quiser é só pedir por a-mail.
Informes:
Pauta:
1- CONECS
2- Carta crítica à escola sede do ENECS
3- Representação estudantil nos órgãos colegiados
4- Responsáveis pela organização do jornal - passagem em sala
Informes:
ERECS – Houve comentários de que algumas pessoas estavam em prejuízo com gastos com a viagem, mas ninguém apareceu.
Sobre o dinheiro da rifa, esclarecer que ele não vai ser direcionado para o ERECS, mesmo porque ela não foi criada para este fim. Depois que os gastos com esporte forem cobertos, daí então o que sobrar pode servir para os gastos com o ERECS.
CNE – Surgiu idéia na volta do congresso em promover debate / apresentação das organizações e forças políticas atuantes na UFSC.
Léo foi adicionado à lista da ACA e se mais alguém tiver interesse em entrar é só pedir.
Boni informa que pegou uns documentos históricos do CA para escanear. Comprometeu-se em devolver.
Informa também que foi criado blog do MAC-SUL: http://macsul.wordpress.com/
Ocorrerá eleições para coordenação do colegiado de curso dia 7 de julho e dia 8 ocorrerá reunião para homologar o resultado.
2- ENECS – Decidimos acatar a sugestão do Boni de mandar uma carta crítica aos organizadores da escola sede deste ano.
Sobre pedir apoio na UFSC para a viagem precisamos de documentos de divulgação do encontro para anexar ao pedido. Laura fica responsável de mandar os pedidos de auxílio depois que tivermos material de divulgação para anexar.
4- Jornal: Passagem em sala terça a noite – Léo e Eduardo. Para falar do edital do jornal.
E também: do ônibus para ENECS e do jogo do “Bola + 1”.
Carol vai mandar e-mail comunicando que vai ser feito pedido de mais camisetas do time e se mais alguém quiser é só pedir por a-mail.
25 de mar. de 2009
[CALCS] Relatoria Reunião CALCS 24/03/09
[CALCS] Relatoria Reunião CALCS 24/03/09
Ata da Reunião do CALCS de 24 de Março de 2009-03-24
Inicio: teoricamente 12:30, de fato 13:15
Presentes: Marcel Gutiá, Maria Laura “Laurita”, Fernanda, Isadora, Victor, Elis Rodrigues, Heron, Vagner Boni, Leonardo Salles, Bruno “Coxa”, Pedro, Talita Sene, Lucas Voigt, Adalberto, Caroline.
Proposta de Pauta
1. Informes: Hora Feliz e CEB (quem esteve presente nestes eventos pode fazer um breve relato) e retorno da venda das canecas
2. Discussão sobre nossa participação em encontros de entidades de representação estudantis, como UNE e UCE.
3. Participação na organização do ERECS
4. Representação discente: promover a discussão sobre a importância dessas representações e organizar assembléia para ocupação das cadeiras restantes e/ou ociosas.
5. Sugestão do Marcel de promover debates mensais sobre temas atuais e/ou fazendo a memória de fatos sociais importantes.
Informes
Victor – Foram vendidas 18 canecas do CALCS, no valor de R$ 54,00.
Marcel – Falou sobre a reunião do departamento de antropologia. Falta um questionamento sobre a ampliação da estrutura física e do corpo discente necessária a abertura dos novos cursos de Antropologia e Museologia do CFH.
Marcel – Foi também organizado o mural do curso, que andava meio bagunçado, a comissão de comunicação do CALCS estará aberta para quem quiser utilizar o espaço do mural, mas pede que seja comunicada sobre seu uso, por motivos de organização. Ressaltou que não será feita nenhuma censura sobre o conteúdo afixado no mural.
Bruno “Coxa” – Avisou que haverá uma reunião organizada pelo DCE para a revitalização do bosque, dia 25 de março, as 17:30. Pediu para quem tiver sugestões e/ou interesse comparecer a reunião.
Maria Laura “Laurita” – Informou que haverá duas reuniões com professores para discutir a possibilidade da criação de um projeto para o PET de ciências sociais. A primeira será com a Prof. Miriam Hartung, nesta quarta-feira, dia 25 de março, as 16 horas. E a segunda no dia 26 de março com o Prof. Fernando Ponte, às 17 horas.
Marcel – Informou que a comissão de comunicação do CALCS está planejando uma série de eventos em torno de ciclos mensais de debates, contemplando temas de interesse das ciências humanas não contemplados pelo atual currículo do curso.
Marcel – Concordou em retirar a sugestão de debates mensais da pauta de reunião do CALCS e transferi-la para as reuniões da comissão de eventos do CALCS.
1.1. Hora Feliz
Maria Laura “Laurita” – Disse que faltou uma divisão de trabalho mais justa com os outros CA’s que participaram da Hora Feliz integrada do Oásis no dia 18 de Março. Ficaram apenas três pessoas para ajudar a desmontar tudo no fim da festa e ela ainda teve que levar as cervejas que sobraram para casa.
Fez também um relatório sobre o líquido lucro da festa:
Total – R$ 925
60% (parte destinada ao fundo integrado de festas) – R$ 555
40% (parte a ser dividida entre o CA’s participantes) – R$ 370
O dinheiro será dividido em reunião com os outros CA’s na quarta-feira, dia 25 de Março de 2009, as 12:30.
Heron – Expressou sua preocupação com a musica da festa, pois depois que a banda saiu qualquer um com um IPod colocava a musica que queria.
Bruno “Coxa” – Manifestou o desejo por uma forma diferente de integração nas festas integradas do CFH.
Vagner Boni – Sugeriu os seguintes questionamentos:
- Qual o objetivo das festas integrados?
- Existe um plano estratégico?
- Elas valem o gasto?
Encaminhamentos – A comissão de eventos marcara uma reunião para debater os pontos levantados durante esta reunião do CA e debater/criar um novo modelo de festas para as festas integradas do CFH, na sexta-feira, dia 27 de março, 12:30.
1.2 CEB
Marcel – A ata do CEB já foi encaminhada para a lista do CALCS, não há necessidade de discutir o CEB na reunião do CA, pois não houve nenhum ponto polêmico que justifique a inclusão do CEB na pauta. Resumiu as discussões do CEB do dia 20 de Março em quatro pontos:
a) Discutiu-se a comissão de avaliação de festas no campus da UFSC.
b) Sobre as condições moradia estudantil foi marcada uma assembléia para o dia 26 de Março, ao 12:30, na reitoria.
c) Conselho Universitário – O próximo CEB, dia 27 de Março, irá discutir o regimento para a escolha dos conselheiros universitários.
d) Foi discutida a participação na UCE.
O Marcel também lembrou que quem quiser receber de primeira mão as atas e convocações para o CEB podem ser adicionados a lista de e-mail do CEB, disponível no mural do CALCS.
Encaminhamentos – Retirar o CEB da pauta de futuras reuniões do CA, para economizar tempo e energia, além decidir pela afixação da ata do ultimo CEB na porta do CA, para informar aqueles que não queiram ou não possam acompanhar a lista de e-mails do CEB.
2.1 - Discussão sobre nossa participação em encontros de entidades de representação estudantis, como UNE e UCE.
Vagner Boni – Falou sobre a história da UCE, e de sua importância na história do Movimento Estudantil, a exemplo da Novembrada. O Conselho Estadual de Entidades (CEE), o conselho de bases da UCE ocorrerá nos dias 4 e 5 de Abril em Brusque, as inscrições serão até o dia 31. O tema debatido será a educação em tempos de crise. Sugeriu que elegêssemos durante a reunião um delegado e um suplente para representar o CA no CEE.
Maria Laura “Laurita” – Lembrou que tirar um delegado requer um posicionamento a respeito da UCE, e que o CA e os estudantes do curso de ciências sociais ainda não teriam acumulo de conhecimento e discussão suficiente sobre o assunto para eleger um delegado.
Marcel – Contou sobre sua experiência no CONEB (Conselho Nacional de Entidade de Bases) da UNE, ao qual foi como observador. Afirmou que mandar um observador ao CEE não indicaria um apoio a entidade da UCE por parte do CA, ao mesmo tempo quê forneceria os documentos adquiridos por ele no CONEB ao CA. Propôs que fossem enviados apenas observadores ao CEE, mas não delegados.
Leonardo – Acredita ser importante enviar um delegado ao CEE, mas que isso não deveria ser feito as pressas durante a reunião do CA, propôs marcar uma reunião aberta para discutir exclusivamente o assunto.
Vagner Boni – Reafirmou ser favorável a escolha de um delegado, porém disse que o mesmo poderia ser feito após chamar os alunos do curso para uma grande discussão.
Maria Laura “Laurita” – Propôs convocar uma assembléia para discutir o assunto.
Encaminhamentos – Será convocada uma assembléia do curso para segunda-feira, dia 30 de março, às 19 horas, na qual será realizada uma exposição sobre o que é a UCE. Além de discutir a participação ou não do CALCS no evento e definir um possível delegado ou observadores. Serão realizadas passagens em sala no dia 25 de Março, para convidar os alunos para a assembléia além de repassar outros informes do CALCS.
Realizarão as passagens em sala durante o período da manhã – Adalberto, Vagner Boni, Bruno “Coxa”, Caroline, Leonardo.
E durante a noite: Laura, Adalberto, Vagner Boni.
Ficou responsável por escrever um e-mail pedindo que os professores liberem os alunos para a assembléia: Leonardo.
3.1 - Participação na organização do ERECS.
Discutiu-se a apoio ou não do CALCS a construção do ERECS e do Movimento de Área das Ciências Sociais.
Vagner Boni – Falou que haverá uma reunião online para discutir o ERECS e o Pré-ERECS hoje, dia 24 de março, às 20 horas.
Leonardo – Propôs participar da reunião online como observador do CALCS.
Discutiu-se a necessidade de iniciar discussões sobre o ERECS com os estudantes do curso.
Vagner Boni – Propôs uma reunião convocada pelo CALCS com outros alunos para discutir o ERECS.
Encaminhamentos – Realizar uma reunião sem caráter deliberativo, na próxima quarta-feira, dia 1 de Abril. Na qual será apresentado o ERECS em linhas gerais, seu histórico, organicidade e encaminhamentos. Espera-se que após esta reunião, cujo objetivo é conhecer e debater o ERECS, seja realizada alguma outra reunião, com caráter deliberativo, para discutir a participação ou não do CALCS na construção do evento.
4.1 - Representação discente: promover a discussão sobre a importância dessas representações e organizar assembléia para ocupação das cadeiras restantes e/ou ociosas.
Encaminhamentos - Devido à longa duração da reunião os participantes presentes decidiram passar o quarto item para a pauta da próxima reunião do CALCS.
5.1 - Sugestão do Marcel de promover debates mensais sobre temas atuais e/ou fazendo a memória de fatos sociais importantes.
Encaminhamentos – Conforme proposto pelo Marcel no inicio da reunião, decidiu-se que o quinto item seria repassado para a comissão de comunicação, que também está aberta à participação de todos.
Sugestões de Pauta para a próxima reunião:
1 – Representação discente: promover a discussão sobre a importância dessas representações e organizar assembléia para ocupação das cadeiras restantes e/ou ociosas.
Enviado por Leonardo Salles - leonardogsalles@gmail.com
Ata da Reunião do CALCS de 24 de Março de 2009-03-24
Inicio: teoricamente 12:30, de fato 13:15
Presentes: Marcel Gutiá, Maria Laura “Laurita”, Fernanda, Isadora, Victor, Elis Rodrigues, Heron, Vagner Boni, Leonardo Salles, Bruno “Coxa”, Pedro, Talita Sene, Lucas Voigt, Adalberto, Caroline.
Proposta de Pauta
1. Informes: Hora Feliz e CEB (quem esteve presente nestes eventos pode fazer um breve relato) e retorno da venda das canecas
2. Discussão sobre nossa participação em encontros de entidades de representação estudantis, como UNE e UCE.
3. Participação na organização do ERECS
4. Representação discente: promover a discussão sobre a importância dessas representações e organizar assembléia para ocupação das cadeiras restantes e/ou ociosas.
5. Sugestão do Marcel de promover debates mensais sobre temas atuais e/ou fazendo a memória de fatos sociais importantes.
Informes
Victor – Foram vendidas 18 canecas do CALCS, no valor de R$ 54,00.
Marcel – Falou sobre a reunião do departamento de antropologia. Falta um questionamento sobre a ampliação da estrutura física e do corpo discente necessária a abertura dos novos cursos de Antropologia e Museologia do CFH.
Marcel – Foi também organizado o mural do curso, que andava meio bagunçado, a comissão de comunicação do CALCS estará aberta para quem quiser utilizar o espaço do mural, mas pede que seja comunicada sobre seu uso, por motivos de organização. Ressaltou que não será feita nenhuma censura sobre o conteúdo afixado no mural.
Bruno “Coxa” – Avisou que haverá uma reunião organizada pelo DCE para a revitalização do bosque, dia 25 de março, as 17:30. Pediu para quem tiver sugestões e/ou interesse comparecer a reunião.
Maria Laura “Laurita” – Informou que haverá duas reuniões com professores para discutir a possibilidade da criação de um projeto para o PET de ciências sociais. A primeira será com a Prof. Miriam Hartung, nesta quarta-feira, dia 25 de março, as 16 horas. E a segunda no dia 26 de março com o Prof. Fernando Ponte, às 17 horas.
Marcel – Informou que a comissão de comunicação do CALCS está planejando uma série de eventos em torno de ciclos mensais de debates, contemplando temas de interesse das ciências humanas não contemplados pelo atual currículo do curso.
Marcel – Concordou em retirar a sugestão de debates mensais da pauta de reunião do CALCS e transferi-la para as reuniões da comissão de eventos do CALCS.
1.1. Hora Feliz
Maria Laura “Laurita” – Disse que faltou uma divisão de trabalho mais justa com os outros CA’s que participaram da Hora Feliz integrada do Oásis no dia 18 de Março. Ficaram apenas três pessoas para ajudar a desmontar tudo no fim da festa e ela ainda teve que levar as cervejas que sobraram para casa.
Fez também um relatório sobre o líquido lucro da festa:
Total – R$ 925
60% (parte destinada ao fundo integrado de festas) – R$ 555
40% (parte a ser dividida entre o CA’s participantes) – R$ 370
O dinheiro será dividido em reunião com os outros CA’s na quarta-feira, dia 25 de Março de 2009, as 12:30.
Heron – Expressou sua preocupação com a musica da festa, pois depois que a banda saiu qualquer um com um IPod colocava a musica que queria.
Bruno “Coxa” – Manifestou o desejo por uma forma diferente de integração nas festas integradas do CFH.
Vagner Boni – Sugeriu os seguintes questionamentos:
- Qual o objetivo das festas integrados?
- Existe um plano estratégico?
- Elas valem o gasto?
Encaminhamentos – A comissão de eventos marcara uma reunião para debater os pontos levantados durante esta reunião do CA e debater/criar um novo modelo de festas para as festas integradas do CFH, na sexta-feira, dia 27 de março, 12:30.
1.2 CEB
Marcel – A ata do CEB já foi encaminhada para a lista do CALCS, não há necessidade de discutir o CEB na reunião do CA, pois não houve nenhum ponto polêmico que justifique a inclusão do CEB na pauta. Resumiu as discussões do CEB do dia 20 de Março em quatro pontos:
a) Discutiu-se a comissão de avaliação de festas no campus da UFSC.
b) Sobre as condições moradia estudantil foi marcada uma assembléia para o dia 26 de Março, ao 12:30, na reitoria.
c) Conselho Universitário – O próximo CEB, dia 27 de Março, irá discutir o regimento para a escolha dos conselheiros universitários.
d) Foi discutida a participação na UCE.
O Marcel também lembrou que quem quiser receber de primeira mão as atas e convocações para o CEB podem ser adicionados a lista de e-mail do CEB, disponível no mural do CALCS.
Encaminhamentos – Retirar o CEB da pauta de futuras reuniões do CA, para economizar tempo e energia, além decidir pela afixação da ata do ultimo CEB na porta do CA, para informar aqueles que não queiram ou não possam acompanhar a lista de e-mails do CEB.
2.1 - Discussão sobre nossa participação em encontros de entidades de representação estudantis, como UNE e UCE.
Vagner Boni – Falou sobre a história da UCE, e de sua importância na história do Movimento Estudantil, a exemplo da Novembrada. O Conselho Estadual de Entidades (CEE), o conselho de bases da UCE ocorrerá nos dias 4 e 5 de Abril em Brusque, as inscrições serão até o dia 31. O tema debatido será a educação em tempos de crise. Sugeriu que elegêssemos durante a reunião um delegado e um suplente para representar o CA no CEE.
Maria Laura “Laurita” – Lembrou que tirar um delegado requer um posicionamento a respeito da UCE, e que o CA e os estudantes do curso de ciências sociais ainda não teriam acumulo de conhecimento e discussão suficiente sobre o assunto para eleger um delegado.
Marcel – Contou sobre sua experiência no CONEB (Conselho Nacional de Entidade de Bases) da UNE, ao qual foi como observador. Afirmou que mandar um observador ao CEE não indicaria um apoio a entidade da UCE por parte do CA, ao mesmo tempo quê forneceria os documentos adquiridos por ele no CONEB ao CA. Propôs que fossem enviados apenas observadores ao CEE, mas não delegados.
Leonardo – Acredita ser importante enviar um delegado ao CEE, mas que isso não deveria ser feito as pressas durante a reunião do CA, propôs marcar uma reunião aberta para discutir exclusivamente o assunto.
Vagner Boni – Reafirmou ser favorável a escolha de um delegado, porém disse que o mesmo poderia ser feito após chamar os alunos do curso para uma grande discussão.
Maria Laura “Laurita” – Propôs convocar uma assembléia para discutir o assunto.
Encaminhamentos – Será convocada uma assembléia do curso para segunda-feira, dia 30 de março, às 19 horas, na qual será realizada uma exposição sobre o que é a UCE. Além de discutir a participação ou não do CALCS no evento e definir um possível delegado ou observadores. Serão realizadas passagens em sala no dia 25 de Março, para convidar os alunos para a assembléia além de repassar outros informes do CALCS.
Realizarão as passagens em sala durante o período da manhã – Adalberto, Vagner Boni, Bruno “Coxa”, Caroline, Leonardo.
E durante a noite: Laura, Adalberto, Vagner Boni.
Ficou responsável por escrever um e-mail pedindo que os professores liberem os alunos para a assembléia: Leonardo.
3.1 - Participação na organização do ERECS.
Discutiu-se a apoio ou não do CALCS a construção do ERECS e do Movimento de Área das Ciências Sociais.
Vagner Boni – Falou que haverá uma reunião online para discutir o ERECS e o Pré-ERECS hoje, dia 24 de março, às 20 horas.
Leonardo – Propôs participar da reunião online como observador do CALCS.
Discutiu-se a necessidade de iniciar discussões sobre o ERECS com os estudantes do curso.
Vagner Boni – Propôs uma reunião convocada pelo CALCS com outros alunos para discutir o ERECS.
Encaminhamentos – Realizar uma reunião sem caráter deliberativo, na próxima quarta-feira, dia 1 de Abril. Na qual será apresentado o ERECS em linhas gerais, seu histórico, organicidade e encaminhamentos. Espera-se que após esta reunião, cujo objetivo é conhecer e debater o ERECS, seja realizada alguma outra reunião, com caráter deliberativo, para discutir a participação ou não do CALCS na construção do evento.
4.1 - Representação discente: promover a discussão sobre a importância dessas representações e organizar assembléia para ocupação das cadeiras restantes e/ou ociosas.
Encaminhamentos - Devido à longa duração da reunião os participantes presentes decidiram passar o quarto item para a pauta da próxima reunião do CALCS.
5.1 - Sugestão do Marcel de promover debates mensais sobre temas atuais e/ou fazendo a memória de fatos sociais importantes.
Encaminhamentos – Conforme proposto pelo Marcel no inicio da reunião, decidiu-se que o quinto item seria repassado para a comissão de comunicação, que também está aberta à participação de todos.
Sugestões de Pauta para a próxima reunião:
1 – Representação discente: promover a discussão sobre a importância dessas representações e organizar assembléia para ocupação das cadeiras restantes e/ou ociosas.
Enviado por Leonardo Salles - leonardogsalles@gmail.com
22 de mar. de 2009
[CEB] Relatoria CEB 20/03/09
Ata do CEB do dia 20/03/09 (sexta-feira)
Início: 12:50
CA’s presentes: CALE, CALPsi, CALL, CALH, CALIGeo, CALEQA, CAgro, CALCS, , CAME, CALA,CAAD, CAXif, CALESA, Biologia, Biblioteconomia, Arquitetura.
Informes:
Dió: DCE arrombado duas vezes. B.O. feito. Manifestações do Trasporte Público encerradas. Sábado(21/03) às 16h no DCE reunião de Transporte
Festa da Revolta da Catraca, hoje(20/03/09) ,sexta-feira na Casa Amarela.
Daniel (CALE): Ato dia 30/03.
Maicon(CALIGeo): Abaixo assinado para denúncia a UNE e defesa para espaços culturais e meia-entrada.Contra restrição de meia-entrada.
Cássio: Trote integrado do CTC sábado(21/03) a partir das 18h.
Bernardo:27/03/09 no Trapiche da Beira Mar às 14h. Combate a Corrupção.
Kelem: Apelo para discussões acerca do R.U.
Fernandinho: Discussão sobre Segurnça da Universidade, no Direito, quarta e quinta.
Primeiro Ponto de Pauta: Conselho Universitário
Fernandinho: Fala sobre a importância do C.U. Proposta de Eleição indicada pelo CEB e voto proporcional. Cinco titulares, cinco suplentes.
Allan: Acha desnecessária formação de chapas, e propõe outro CEB para Eleição. Candidatos individuais.
Rodrigo: Ressalta importância da ocupação deste espaço de discussão. E lembra das conquistas da última gestão e da importância dos movimentos de base. E apóia proposta de Fernandinho. Sugere divulgação semana que vem.
Dio: Defende a formação de chapas por esta fortalecer a discussão. E sugere reunião com os últimos conselheiros.
Eduardo: Ressalta importância da ocupação deste espaço de discussão. Pede definição de como se dará o processo de Eleição. E apóia a tradição de eleição submetida a CEB.
Fausto: Fala da importância de eleger pessoas que realmente exercerão o papel de agentes do Movimento Estudantil de Base. E de ampliação deste espaço.
Allan: Defende sua proposta de chamada individual. E tanto faz pertencer ou não ao C.A. por todos representarem os estudantes. E o representante levar a voz dos estudantes e não somente ter um bom discurso.
Rodrigo: Lutar pela ampliação de representação no Conselho.
Encaminhamentos:
Três propostas:
Chapa e voto proporcional;
Candidatos individuais;
Outra reunião para aprovação de edital (responsabilidade DCE).
Questão vai a votação e a proposta de Chapa e voto proporcional é eleita, além de outra reunião para a provação de edital de eleição.
(O CALCS através do Marcel e da Gabriela, votou na proposta de Chapa e voto proporcional)
Segundo Ponto de Pauta: Finalização da Discussão sobre Festas
Fernandinho: Divisão entre festas grandes e pequenas, falar com seguranças, vizinhos não há solução, bebida alcoólica: movimento de pressão.
Dio: Comissão para discussão a fundo da minuta e Pressão Política e Formas de Articulação (abaixo assinados, adesivos)
Maicon: A política de festas deve ser de pressão e uma Grande Festa Ilegal com a maioria dos CA’s.
Allan: Se propôs a participar da comissão de Festas. E expõe seu medo quanto a legislação de bebidas alcoólicas. E que a Grande Festa deve ficar em último caso.
Bernardo: É preciso que a comissão avalie a Lei e tente enquadrar a as festas dentro da Lei. E também deixar para último caso a Grande Festa.
Agronomia: Chama mais pessoas para participar da comissão e sugere uma reunião em separado para essa discussão.
Fernandinho: Não existe Lei que proiba Festa em espaço público o que existe é uma Lei estadual que proíbe venda de bebidas alcoólicas próximo a entidades de ensino.
Experanto: Se existir fatalidades ocorrerão em qualquer lugar que venda cerveja e existem vários lugares próximos a Universidade que vendem bebidas.
Encaminhamentos:
Tirar uma comissão que discuta a minuta e forme um projeto com base nas discussões e no que já existe. Comissão: Fernando, Dio , Maicon, Allan, Tati, Karen.
Pintura da Faixa: 13h no Básico terça (23/03)
Assembléia: 12:30, quinta (25/03) . Pautas: Festas; Moradia; R.U.
Tati: sugere que a comissão se estruture primeiro para depois levar a Assembléia.
Allan: concorda com Tati.
Rodrigo: assembléia é para abranger mais pessoas.
Dio: Assembléia para discutir linhas políticas gerais e é deliberativa. Fazer com que o debate possa fluir dentro das Universidades e saia dos CA’s.
Os encaminhamentos se mantêm.
Terceiro Ponto de Pauta: Prestação de Contas de Chapas do DCE
Relator: Forrest
As três chapas tiveram orçamentos semelhantes. Todas dentro do regulamento e não houve irregularidades. Chapa 1 e 3 tiveram débito e a chapa 2 teve crédito.
Não deve se repetir o que aconteceu no último processo eleitoral, uma comissão eleitoral não pode ter apenas dois membros. Forrest quer fazer inclusão do ponto do Congresso Estudantil da UFSC para um CEB próximo.
Diógenes: Encaminhamento de a comissão eleitoral vai deixar uma cópia da prestação de contas no DCE para quem quiser ter acesso.
Quarto Ponto de Pauta: Conselho de Entidades da UCE
Cássio: Congresso é hegemonizado e defasado. É importante ter uma voz destoante da maioria para que o Congresso não seja só festa e que possa servir para discutir política.
Rodrigo: Mandou e-mail para o grupo do CEB informando como se dará o Congresso e quais os trâmites para a participação. UCE não tem representação real das lutas no movimento estudantil. Seria importante resgatar a UCE para a luta dos estudantes como já foi há algum tempo (citou Novembrada, Restaurante Universitário). Levar as discussões para os Centros Acadêmicos. As inscrições de delegados são até 31 de março.
Eduardo: O congresso não terá disputa política da entidade. O tema principal será “a educação nos tempos de crise”. Algumas universidades não permitem a discussão política do Movimento Estudantil, há repressão pura, mais complicado do que é na UFSC. É importante que todos os Centros Acadêmicos levem delegados para a construção diária da reorganização do Movimento Estudantil de Santa Catarina.
Daniel: Por mais que o fórum da UCE não esteja inserido no cotidiano são eles que sentam com o governo para fazer deliberações. Vivemos numa crise econômica, o governo cortou verbas da educação e diversos setores. Temos que enfrentar problemas que dizem respeito às pautas do Movimento Estudantil, como a monopolização das carteirinhas. A questão do rompimento de entidades estudantis também deverá ser debatido.
Encaminhamentos:
Assembléia quinta-feira dia 26/03, 12h30. Próximo CEB sexta-feira 27/03.
Manifestação para mudança e aprovação do texto sobre a Moradia Estudantil até 25/03.
Início: 12:50
CA’s presentes: CALE, CALPsi, CALL, CALH, CALIGeo, CALEQA, CAgro, CALCS, , CAME, CALA,CAAD, CAXif, CALESA, Biologia, Biblioteconomia, Arquitetura.
Informes:
Dió: DCE arrombado duas vezes. B.O. feito. Manifestações do Trasporte Público encerradas. Sábado(21/03) às 16h no DCE reunião de Transporte
Festa da Revolta da Catraca, hoje(20/03/09) ,sexta-feira na Casa Amarela.
Daniel (CALE): Ato dia 30/03.
Maicon(CALIGeo): Abaixo assinado para denúncia a UNE e defesa para espaços culturais e meia-entrada.Contra restrição de meia-entrada.
Cássio: Trote integrado do CTC sábado(21/03) a partir das 18h.
Bernardo:27/03/09 no Trapiche da Beira Mar às 14h. Combate a Corrupção.
Kelem: Apelo para discussões acerca do R.U.
Fernandinho: Discussão sobre Segurnça da Universidade, no Direito, quarta e quinta.
Primeiro Ponto de Pauta: Conselho Universitário
Fernandinho: Fala sobre a importância do C.U. Proposta de Eleição indicada pelo CEB e voto proporcional. Cinco titulares, cinco suplentes.
Allan: Acha desnecessária formação de chapas, e propõe outro CEB para Eleição. Candidatos individuais.
Rodrigo: Ressalta importância da ocupação deste espaço de discussão. E lembra das conquistas da última gestão e da importância dos movimentos de base. E apóia proposta de Fernandinho. Sugere divulgação semana que vem.
Dio: Defende a formação de chapas por esta fortalecer a discussão. E sugere reunião com os últimos conselheiros.
Eduardo: Ressalta importância da ocupação deste espaço de discussão. Pede definição de como se dará o processo de Eleição. E apóia a tradição de eleição submetida a CEB.
Fausto: Fala da importância de eleger pessoas que realmente exercerão o papel de agentes do Movimento Estudantil de Base. E de ampliação deste espaço.
Allan: Defende sua proposta de chamada individual. E tanto faz pertencer ou não ao C.A. por todos representarem os estudantes. E o representante levar a voz dos estudantes e não somente ter um bom discurso.
Rodrigo: Lutar pela ampliação de representação no Conselho.
Encaminhamentos:
Três propostas:
Chapa e voto proporcional;
Candidatos individuais;
Outra reunião para aprovação de edital (responsabilidade DCE).
Questão vai a votação e a proposta de Chapa e voto proporcional é eleita, além de outra reunião para a provação de edital de eleição.
(O CALCS através do Marcel e da Gabriela, votou na proposta de Chapa e voto proporcional)
Segundo Ponto de Pauta: Finalização da Discussão sobre Festas
Fernandinho: Divisão entre festas grandes e pequenas, falar com seguranças, vizinhos não há solução, bebida alcoólica: movimento de pressão.
Dio: Comissão para discussão a fundo da minuta e Pressão Política e Formas de Articulação (abaixo assinados, adesivos)
Maicon: A política de festas deve ser de pressão e uma Grande Festa Ilegal com a maioria dos CA’s.
Allan: Se propôs a participar da comissão de Festas. E expõe seu medo quanto a legislação de bebidas alcoólicas. E que a Grande Festa deve ficar em último caso.
Bernardo: É preciso que a comissão avalie a Lei e tente enquadrar a as festas dentro da Lei. E também deixar para último caso a Grande Festa.
Agronomia: Chama mais pessoas para participar da comissão e sugere uma reunião em separado para essa discussão.
Fernandinho: Não existe Lei que proiba Festa em espaço público o que existe é uma Lei estadual que proíbe venda de bebidas alcoólicas próximo a entidades de ensino.
Experanto: Se existir fatalidades ocorrerão em qualquer lugar que venda cerveja e existem vários lugares próximos a Universidade que vendem bebidas.
Encaminhamentos:
Tirar uma comissão que discuta a minuta e forme um projeto com base nas discussões e no que já existe. Comissão: Fernando, Dio , Maicon, Allan, Tati, Karen.
Pintura da Faixa: 13h no Básico terça (23/03)
Assembléia: 12:30, quinta (25/03) . Pautas: Festas; Moradia; R.U.
Tati: sugere que a comissão se estruture primeiro para depois levar a Assembléia.
Allan: concorda com Tati.
Rodrigo: assembléia é para abranger mais pessoas.
Dio: Assembléia para discutir linhas políticas gerais e é deliberativa. Fazer com que o debate possa fluir dentro das Universidades e saia dos CA’s.
Os encaminhamentos se mantêm.
Terceiro Ponto de Pauta: Prestação de Contas de Chapas do DCE
Relator: Forrest
As três chapas tiveram orçamentos semelhantes. Todas dentro do regulamento e não houve irregularidades. Chapa 1 e 3 tiveram débito e a chapa 2 teve crédito.
Não deve se repetir o que aconteceu no último processo eleitoral, uma comissão eleitoral não pode ter apenas dois membros. Forrest quer fazer inclusão do ponto do Congresso Estudantil da UFSC para um CEB próximo.
Diógenes: Encaminhamento de a comissão eleitoral vai deixar uma cópia da prestação de contas no DCE para quem quiser ter acesso.
Quarto Ponto de Pauta: Conselho de Entidades da UCE
Cássio: Congresso é hegemonizado e defasado. É importante ter uma voz destoante da maioria para que o Congresso não seja só festa e que possa servir para discutir política.
Rodrigo: Mandou e-mail para o grupo do CEB informando como se dará o Congresso e quais os trâmites para a participação. UCE não tem representação real das lutas no movimento estudantil. Seria importante resgatar a UCE para a luta dos estudantes como já foi há algum tempo (citou Novembrada, Restaurante Universitário). Levar as discussões para os Centros Acadêmicos. As inscrições de delegados são até 31 de março.
Eduardo: O congresso não terá disputa política da entidade. O tema principal será “a educação nos tempos de crise”. Algumas universidades não permitem a discussão política do Movimento Estudantil, há repressão pura, mais complicado do que é na UFSC. É importante que todos os Centros Acadêmicos levem delegados para a construção diária da reorganização do Movimento Estudantil de Santa Catarina.
Daniel: Por mais que o fórum da UCE não esteja inserido no cotidiano são eles que sentam com o governo para fazer deliberações. Vivemos numa crise econômica, o governo cortou verbas da educação e diversos setores. Temos que enfrentar problemas que dizem respeito às pautas do Movimento Estudantil, como a monopolização das carteirinhas. A questão do rompimento de entidades estudantis também deverá ser debatido.
Encaminhamentos:
Assembléia quinta-feira dia 26/03, 12h30. Próximo CEB sexta-feira 27/03.
Manifestação para mudança e aprovação do texto sobre a Moradia Estudantil até 25/03.
28 de nov. de 2008
[EIV] 2º Estágio Interdisciplinar de Vivência SC
II ESTÁGIO INTERDISCIPLINAR DE VIVÊNCIA DE SANTA CATARINA EM ÁREAS DOS MOVIMENTOS SOCIAS CAMPONESES
“A Liberdade é como o amanhecer. Alguns a esperam dormindo, mas outros, acordam e caminham durante a noite para alcança-la.” (EZLN)
Saudações!
Estamos apresentando a proposta de realização e convidando-o/ a para participar do II Estágio Interdisciplinar de Vivência de Santa Catarina que acontecerá entre os dias 26 de janeiro a 16 de fevereiro de 2009 em áreas dos movimentos sociais camponeses – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA).
O Estágio Interdisciplinar de Vivência representa um importante instrumento pedagógico que possibilita, aos estudantes de todas as áreas do conhecimento, vivenciar e compreender a realidade agrária brasileira, o povo camponês, a luta pela terra e a distância que os bancos universitários guardam do mesmo.
A universidade oferece muitas propostas de formação profissional que não prestam a devida atenção as demandas e carências dos grupos sociais que situam-se em posição marginalizada. Assim, com o EIV tem-se a perspectiva de despertar a consciência crítica dos estudantes, provocar o questionamento quanto as ações da universidade, a formação recebida e a estrutura da sociedade, bem como, apresentar as ferramentas de luta construídas historicamente pela classe trabalhadora, possibilitando um engajamento para transformação.
As fases de preparação e avaliação acontecerão na cidade de Lages (região serrana), e haverá transporte saindo de Florianópolis.
O EIV SC contará com 50 vagas.
Poderão participar do EIV, graduandos/as de qualquer curso e Universidade.
Inscrições: até 5 de dezembro de 2008.
Enviar ficha de inscrição que está no blog http://eivsc.blogspot.com/ para o e-mail eiv_sc@yahoo.com.br
Contatos: Anna (48) 88045635/38795635
Cristiano (48) 96214216
Daniel (48) 99726993
PARA CONHECER MELHOR A PROPOSTA DO EIV, ACONTECERÃO DOIS SEMINÁRIOS DE PREPARAÇÃO:
* Dia 27 de novembro, às 17:00 na UDESC
- Auditório da FAED (Centro de Ciências Humanas e da Educação)
* Dia 28 de novembro, às 17:00 na UFSC
- Auditório do CED (Centro de Ciências da Educação)
Organização:
ABEEF – ASSSOCIAÇÃO DOS ESTUDANTES DE ENGENHARIA FLORESTAL
MUP - MOVIMENTO POR UNIVERSIDADE POPULAR
FEAB – FEDERAÇÃO DOS ESTUDANTES DE AGRONOMIA DO BRASIL
MAB – MOVIMENTO DOS ATINGIDOS POR BARRAGENS
MPA – MOVIMENTO DOS PEQUENOS AGRICULTORES
MST – MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA
Apoio:
CALIGEO – Centro Acadêmico Livre de Geografia (UFSC)
CALISS – Centro Acadêmico Livre de Serviço Social (UFSC)
CAP – Centro Acadêmico de Pedagogia (UDESC)
CALCS - Centro Acadêmico Livre de Ciências Sociais
“A Liberdade é como o amanhecer. Alguns a esperam dormindo, mas outros, acordam e caminham durante a noite para alcança-la.” (EZLN)
Saudações!
Estamos apresentando a proposta de realização e convidando-o/ a para participar do II Estágio Interdisciplinar de Vivência de Santa Catarina que acontecerá entre os dias 26 de janeiro a 16 de fevereiro de 2009 em áreas dos movimentos sociais camponeses – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA).
O Estágio Interdisciplinar de Vivência representa um importante instrumento pedagógico que possibilita, aos estudantes de todas as áreas do conhecimento, vivenciar e compreender a realidade agrária brasileira, o povo camponês, a luta pela terra e a distância que os bancos universitários guardam do mesmo.
A universidade oferece muitas propostas de formação profissional que não prestam a devida atenção as demandas e carências dos grupos sociais que situam-se em posição marginalizada. Assim, com o EIV tem-se a perspectiva de despertar a consciência crítica dos estudantes, provocar o questionamento quanto as ações da universidade, a formação recebida e a estrutura da sociedade, bem como, apresentar as ferramentas de luta construídas historicamente pela classe trabalhadora, possibilitando um engajamento para transformação.
As fases de preparação e avaliação acontecerão na cidade de Lages (região serrana), e haverá transporte saindo de Florianópolis.
O EIV SC contará com 50 vagas.
Poderão participar do EIV, graduandos/as de qualquer curso e Universidade.
Inscrições: até 5 de dezembro de 2008.
Enviar ficha de inscrição que está no blog http://eivsc.blogspot.com/ para o e-mail eiv_sc@yahoo.com.br
Contatos: Anna (48) 88045635/38795635
Cristiano (48) 96214216
Daniel (48) 99726993
PARA CONHECER MELHOR A PROPOSTA DO EIV, ACONTECERÃO DOIS SEMINÁRIOS DE PREPARAÇÃO:
* Dia 27 de novembro, às 17:00 na UDESC
- Auditório da FAED (Centro de Ciências Humanas e da Educação)
* Dia 28 de novembro, às 17:00 na UFSC
- Auditório do CED (Centro de Ciências da Educação)
Organização:
ABEEF – ASSSOCIAÇÃO DOS ESTUDANTES DE ENGENHARIA FLORESTAL
MUP - MOVIMENTO POR UNIVERSIDADE POPULAR
FEAB – FEDERAÇÃO DOS ESTUDANTES DE AGRONOMIA DO BRASIL
MAB – MOVIMENTO DOS ATINGIDOS POR BARRAGENS
MPA – MOVIMENTO DOS PEQUENOS AGRICULTORES
MST – MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA
Apoio:
CALIGEO – Centro Acadêmico Livre de Geografia (UFSC)
CALISS – Centro Acadêmico Livre de Serviço Social (UFSC)
CAP – Centro Acadêmico de Pedagogia (UDESC)
CALCS - Centro Acadêmico Livre de Ciências Sociais
18 de nov. de 2008
[Eleições CALCS] Convite para formação de chapa
Convite:
Venha debater sobre as eleições do CALCS e formação de chapa.
Quais são os posicionamentos que nos levam a atuar no CA?
Quais propostas podemos formar a partir disso?
Como manter o CA aberto e democrático atraindo cada vez mais pessoas?
Dê sua opinião!
Participe!
HOJE às 17:30
No CALCS
kelem ghellere rosso
Venha debater sobre as eleições do CALCS e formação de chapa.
Quais são os posicionamentos que nos levam a atuar no CA?
Quais propostas podemos formar a partir disso?
Como manter o CA aberto e democrático atraindo cada vez mais pessoas?
Dê sua opinião!
Participe!
HOJE às 17:30
No CALCS
kelem ghellere rosso
14 de nov. de 2008
[Eleições CALCS] Regimento Eleitoral Das Eleições: Inscrição de chapas até dia 19 de novembro.
Regimento Eleitoral Das Eleições PARA O CENTRO ACADÊMICO LIVRE DE CIÊNCIAS SOCIAIS - CALCS
Deliberada em assembléia estudantil do dia 10 de novembro de 2008.
DAS ELEIÇÕES
Art. 1o – As eleições serão diretas e realizadas em um turno único.
Parágrafo único – A votação ocorrerá nos dias 26 e 27 de novembro de 2008 (quarta-feira e quinta-feira, respectivamente), conforme deliberação da Assembléia dos estudantes de Ciências Sociais.
Art. 2o – Não há um quorum mínimo de votantes para que as eleições sejam válidas.
DOS ELEITORES
Art. 3o – São eleitores todos os estudantes regularmente matriculados no curso de graduação em Ciências Sociais.
Art. 4o – O direito à voto ficará condicionado a comprovação da regularidade da matrícula do estudante.
Art. 5o – O eleitor deverá apresentar aos mesários qualquer documento de identificação oficial com foto (RG. Motorista. C. de trabalho), ou a certeira do RU, para ter direito a voto, devendo ainda assinar a listagem oficial da votação para o recebimento da cédula eleitoral.
Art. 6o – O eleitor que não tiver seu nome inscrito na listagem de votação, fornecido pelo Departamento de Administração Escolar (DAE) da UFSC, deverá trazer um comprovante devidamente emitido e carimbado pelo departamento do curso no qual está matriculado, para exercer seu direto de voto em separado.
DO VOTO
Art. 7o – O voto é universal e facultativo, e a votação se dará por chapas inscritas.
Art. 8o – São considerados votos válidos todos os votos que expressem claramente ou nominalmente a intenção do eleitor quanto a escolha da chapa.
Parágrafo Único – Cabe a Comissão Eleitoral, durante a apuração dos votos, decidir sobre a validade ou não dos votos duvidosos.
Art. 9o – São considerados votos nulos todos os votos que não identificarem a intenção do eleitor.
Art. 10o – São considerados votos brancos todos os votos que não contenham quaisquer inscrições ou manifestações do eleitor, ou seja, a cédula intacta.
DA URNA
Art. 11o – Haverá uma urna localizada no corredor em frente às salas de aula do curso de Ciências Sociais.
Art. 12o – A urna ficará disponível para votação durante os dois dias da eleição, das 08:20 da manhã às 22:00,
Art. 13o – Na noite entre os dois dias de votação a urna será guardada na Coordenação do Curso de Ciências Sociais, sendo lacrada pela Comissão Eleitoral.
DOS MESÁRIOS
Art. 14o – A mesa será formada por 01 (um mesário) mesário, sendo que este não deve estar inscrito em nenhuma chapa.
Parágrafo Único – A troca de mesário deverá constar na ata da urna o horário da troca e o nome dos mesários que entrarem e saírem da mesa, bem como suas respectivas assinaturas.
DA CAMPANHA
Art. 15o – As passagens em salas de aula para propaganda eleitoral no dia de votação não serão permitidas.
Art. 16o – Durante os dias de votação, não poderá haver campanha de boca de urna dentro do prédio de aulas do CFH.
DA APURAÇÃO
Art. 17o – A apuração terá início após o término da votação no último dia de eleição, ou seja, dia 27 de Novembro às 22:00 hs. A apuração ocorrerá no CALCS ou em alguma sala próxima.
Art. 18o – Cada chapa poderá mandar um fiscal para auxiliar a Comissão Eleitoral na apuração dos votos.
Parágrafo único: o período de homologação da chapa eleita será de 28 de novembro a 03 de dezembro.
DAS CHAPAS INSCRITAS
Art. 19o – Só serão consideradas inscritas as chapas que:
I – Apresentarem nominata composta de, no mínimo, 8 (oito) integrantes.
II – Efetuarem inscrição no dia 19 de novembro de 2008, das 11:00 às 12:00 e das 20:00 às 22:00 no CALCS.
§ 1o – Só será aceita a inscrição da chapa por inscrito, em letra legível, constando nela o nome dos membros, número de matrícula, assinatura de todos os integrantes, documento carimbado pelo DAE ou secretaria do curso que comprove a matrícula de todos os integrantes da nominata, bem como a denominação da chapa.
§ 2o – A inscrição da chapa deverá ser necessariamente feita por pelo menos um dos integrantes da chapa, que receberá um comprovante do recebimento da inscrição, bem como uma cópia deste Regimento.
DA COMISSÃO ELEITORAL
Art. 20o – A Comissão Eleitoral será formada por 2 (dois) acadêmicos, estando estes regularmente matriculados no curso de graduação em Ciências Sociais da UFSC, que foram nomeados conforme deliberação da Assembléia dos Estudantes de Ciências Sociais realizada no dia 10/11/2008, e que não poderão fazer parte de nenhuma chapa concorrente, nem fazer campanha para as mesmas.
Art. 21o – Serão atributos da Comissão Eleitoral:
I – Viabilizar e divulgar o processo eleitoral.
II – Fiscalizar o processo eleitoral.
III – Divulgar o resultado da eleição e declarar a chapa eleita.
IV – Organizar pelo menos um debate entre as chapas inscritas, com data e local a serem definidos posteriormente.
Florianópolis, 14 de Novembro de 2008
Rodrigo Fernandes Ribeiro (04218345)
Maikel da Silva, (02108267)
COMISSÃO ELEITORAL
Deliberada em assembléia estudantil do dia 10 de novembro de 2008.
DAS ELEIÇÕES
Art. 1o – As eleições serão diretas e realizadas em um turno único.
Parágrafo único – A votação ocorrerá nos dias 26 e 27 de novembro de 2008 (quarta-feira e quinta-feira, respectivamente), conforme deliberação da Assembléia dos estudantes de Ciências Sociais.
Art. 2o – Não há um quorum mínimo de votantes para que as eleições sejam válidas.
DOS ELEITORES
Art. 3o – São eleitores todos os estudantes regularmente matriculados no curso de graduação em Ciências Sociais.
Art. 4o – O direito à voto ficará condicionado a comprovação da regularidade da matrícula do estudante.
Art. 5o – O eleitor deverá apresentar aos mesários qualquer documento de identificação oficial com foto (RG. Motorista. C. de trabalho), ou a certeira do RU, para ter direito a voto, devendo ainda assinar a listagem oficial da votação para o recebimento da cédula eleitoral.
Art. 6o – O eleitor que não tiver seu nome inscrito na listagem de votação, fornecido pelo Departamento de Administração Escolar (DAE) da UFSC, deverá trazer um comprovante devidamente emitido e carimbado pelo departamento do curso no qual está matriculado, para exercer seu direto de voto em separado.
DO VOTO
Art. 7o – O voto é universal e facultativo, e a votação se dará por chapas inscritas.
Art. 8o – São considerados votos válidos todos os votos que expressem claramente ou nominalmente a intenção do eleitor quanto a escolha da chapa.
Parágrafo Único – Cabe a Comissão Eleitoral, durante a apuração dos votos, decidir sobre a validade ou não dos votos duvidosos.
Art. 9o – São considerados votos nulos todos os votos que não identificarem a intenção do eleitor.
Art. 10o – São considerados votos brancos todos os votos que não contenham quaisquer inscrições ou manifestações do eleitor, ou seja, a cédula intacta.
DA URNA
Art. 11o – Haverá uma urna localizada no corredor em frente às salas de aula do curso de Ciências Sociais.
Art. 12o – A urna ficará disponível para votação durante os dois dias da eleição, das 08:20 da manhã às 22:00,
Art. 13o – Na noite entre os dois dias de votação a urna será guardada na Coordenação do Curso de Ciências Sociais, sendo lacrada pela Comissão Eleitoral.
DOS MESÁRIOS
Art. 14o – A mesa será formada por 01 (um mesário) mesário, sendo que este não deve estar inscrito em nenhuma chapa.
Parágrafo Único – A troca de mesário deverá constar na ata da urna o horário da troca e o nome dos mesários que entrarem e saírem da mesa, bem como suas respectivas assinaturas.
DA CAMPANHA
Art. 15o – As passagens em salas de aula para propaganda eleitoral no dia de votação não serão permitidas.
Art. 16o – Durante os dias de votação, não poderá haver campanha de boca de urna dentro do prédio de aulas do CFH.
DA APURAÇÃO
Art. 17o – A apuração terá início após o término da votação no último dia de eleição, ou seja, dia 27 de Novembro às 22:00 hs. A apuração ocorrerá no CALCS ou em alguma sala próxima.
Art. 18o – Cada chapa poderá mandar um fiscal para auxiliar a Comissão Eleitoral na apuração dos votos.
Parágrafo único: o período de homologação da chapa eleita será de 28 de novembro a 03 de dezembro.
DAS CHAPAS INSCRITAS
Art. 19o – Só serão consideradas inscritas as chapas que:
I – Apresentarem nominata composta de, no mínimo, 8 (oito) integrantes.
II – Efetuarem inscrição no dia 19 de novembro de 2008, das 11:00 às 12:00 e das 20:00 às 22:00 no CALCS.
§ 1o – Só será aceita a inscrição da chapa por inscrito, em letra legível, constando nela o nome dos membros, número de matrícula, assinatura de todos os integrantes, documento carimbado pelo DAE ou secretaria do curso que comprove a matrícula de todos os integrantes da nominata, bem como a denominação da chapa.
§ 2o – A inscrição da chapa deverá ser necessariamente feita por pelo menos um dos integrantes da chapa, que receberá um comprovante do recebimento da inscrição, bem como uma cópia deste Regimento.
DA COMISSÃO ELEITORAL
Art. 20o – A Comissão Eleitoral será formada por 2 (dois) acadêmicos, estando estes regularmente matriculados no curso de graduação em Ciências Sociais da UFSC, que foram nomeados conforme deliberação da Assembléia dos Estudantes de Ciências Sociais realizada no dia 10/11/2008, e que não poderão fazer parte de nenhuma chapa concorrente, nem fazer campanha para as mesmas.
Art. 21o – Serão atributos da Comissão Eleitoral:
I – Viabilizar e divulgar o processo eleitoral.
II – Fiscalizar o processo eleitoral.
III – Divulgar o resultado da eleição e declarar a chapa eleita.
IV – Organizar pelo menos um debate entre as chapas inscritas, com data e local a serem definidos posteriormente.
Florianópolis, 14 de Novembro de 2008
Rodrigo Fernandes Ribeiro (04218345)
Maikel da Silva, (02108267)
COMISSÃO ELEITORAL
28 de out. de 2008
[ENADE] Fórum de Debates sobre ENADE no CFH
Convite: "Fórum de Debates sobre ENADE no CFH"
No dia 30 de outubro (quinta-feira) às 9 horas da manhã e dia 03 de novembro (segunda-feira), das 20 às 22 horas, no auditório do CFH acontecerá o Fórum de Debates sobre ENADE no CFH. Foram convidados representantes dos Centros Acadêmicos do CFH; o Profº Paulo Rizzo representando a posição da ANDES e o Reitor ou representante da PREG.
No dia 30 de outubro (quinta-feira) às 9 horas da manhã e dia 03 de novembro (segunda-feira), das 20 às 22 horas, no auditório do CFH acontecerá o Fórum de Debates sobre ENADE no CFH. Foram convidados representantes dos Centros Acadêmicos do CFH; o Profº Paulo Rizzo representando a posição da ANDES e o Reitor ou representante da PREG.
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