Reforçamos o convite aos interessados em ajudar a construir
a próxima gestão do Calcs para participarem da convenção para
formação da chapa com vistas à disputa das eleições do CA.
A convenção será hoje em dois horários diferentes, às 13:30
e 17:00, para facilitar a participação de pessoas dos dois turnos.
Mando no corpo deste e-mail e em anexo uma avaliação da
nossa gestão, para reflexão e análise dos estudantes.
Abs,
Cris
AVALIAÇÃO DA GESTÃO "NÃO IREMOS EMBORA"
Chegamos ao fim do ano e é necessário realizarmos uma avaliação da gestão 2010 do Calcs, haja vista o processo eleitoral vindouro que irá decidir pela continuidade ou não da atual gestão do Centro Acadêmico.
Primeiro, deve-se entender que a constituição do grupo atual se fez com certos atropelos, com um grupo novo formado por pessoas que nunca tinham participado de uma gestão do Calcs, embora muitos de seus membros já tenham participado ou participem de outros movimentos. E é desse movimentar-se que grupo surgiu, ao integrar várias formas de expressão daquilo que viria a ser o movimento dialético propositivo entre o ato de denúncia e o ato de propostas. Assim, entendemos que cada coletivo possui uma dinâmica e realidade específica que precisa ser construída no cotidiano.
Além disso, a gestão acabou por assumir o Calcs apenas em abril deste ano, em virtude do atraso no processo eleitoral passado. Com isso, este “amontoado” de diferentes indivíduos tentava se constituir enquanto um coletivo durante o decorrer do semestre, com as pessoas – e o grupo – tendo que se (re)conhecer concomitantemente a todo o resto das atividades acadêmicas. Só este relato já serve para mostrar as dificuldades de se trabalhar a gestão do Calcs a partir desta realidade.
Não há como negar que foram poucas as realizações no primeiro semestre em virtude destes empecilhos. De qualquer forma, a gestão “Não Iremos Embora” não se ausentou das atividades e lutas que ocorreram no decorrer deste período, sejam em âmbito mais local como para fora da Universidade, como nas manifestações contra o aumento da tarifa do transporte público ou simplesmente ter que reivindicar a vinda de um agente administrativo para trabalhar na secretaria do curso. Mas temos autocrítica para reconhecer que foram ações pontuais e que acabam por não serem reconhecidas pelo corpo universitário do Curso de Ciências Sociais.
No segundo semestre, o se re(conhecer) na constituição de um coletivo que tenta retomar a importância da política estudantil, algumas pessoas juntaram-se ao grupo de acadêmicos que vão perdendo aos poucos sua força de luta e esperança de fazer parte da construção de seus futuros, ao invés de insistir na resistência do presente. Nessa experiência, por inúmeras razões pessoais, vários membros do CA saíram da gestão - que acabou restrita a 06 membros ao final dela - o que apontou para novos desafios. Apesar disso, avaliamos de forma positiva a atuação da gestão durante este período.
Foi possível realizar uma recepção para os calouros do noturno, fato que não foi possível realizar com os calouros do diurno, em virtude das questões já aqui relatadas. Pudemos passar um pouco do que é o CA, nossa visão sobre o curso e a Universidade. Com isso, entendemos que os calouros do noturno conseguiram entrar no curso mais situados e integrados com a realidade universitária.
Na visita do MEC, foram feitos diversos apontamentos críticos de problemas relativos ao curso, especificando as questões referentes ao período noturno, principalmente em relação ao acesso à estrutura da Universidade, dos núcleos, etc. Inexplicavelmente o MEC compreendeu que o curso noturno é melhor (?) que o diurno, atribuindo a nota máxima para ele, o que a gestão “Não Iremos Embora” discorda veementemente, considerando a realidade existente.
Também se entende que a XI Semana Acadêmica de Ciências Sociais, que depreendeu inúmeros esforços para que fosse realizada, foi bem sucedida e contou com uma boa participação dos estudantes do curso. Acreditamos que os estudantes que participaram da Semana também a avaliaram de forma positiva, a partir do que pudemos ver em conversas informais. A escolha temática desta XI Semana Acadêmica, “Ciências Sociais Para que e para quem?” vêem de encontro com a proposta do coletivo de que os estudantes possam se re(conhecer) no seu fazer, criando oportunidades de construir possibilidade que vão além das salas de aulas. Destas possibilidades o coletivo resgatou a saída de campo, instrumento de grande importância na aproximação entre a academia e a sociedade. Igualmente, percebeu a necessidade de aproximação cada vez maior com nossos docentes, evitando atritos e promovendo parcerias. Destas parcerias, destaca-se que a Direção do CFH, junto aos Centros Acadêmicos, conseguiu mais uma vez realizar com grande êxito a VI Semana de Integração do CFH “Por qual universidade e sociedade lutamos”.
Um dos princípios da gestão “Não Iremos Embora” foi o incentivo a participação dos estudantes em atividades acadêmicas (semana acadêmica, saída de campo, oficinas), políticas (manifestações pela municipalização do transporte, contra as taxas acadêmicas, Conselho das Unidades de Base-CEB), assim como a participação critica do ERECS (Encontro Regional dos Estudantes de Ciências Sociais ) e ENECS (Encontro Nacional dos Estudantes de Ciências Sociais). A viabilidade para o deslocamento ao ERECS Londrina foi possível a partir de um grande esforço junto a PRAE e a direção do CFH, antecedidos pela tentativa de discussão dos eixos temáticos do evento. Embora tanto o ERECS - Londrina quanto o ENECS - Belém tenham suas pontuadas importâncias, decidimos após consulta aos estudantes que não seria viável toda a mobilização para nos deslocarmos até Belém devido a várias circunstâncias debatidas naquele momento, estando entre as principais a não articulação das discussões que o evento nos remetia. Entretanto, alguns estudantes que sentiram uma necessidade maior em participar do evento, conseguiram viabilizar um micro-ônibus.
O CALCS também se mobilizou contra a resolução das taxas na UFSC, convocando uma reunião ampliada e se articulando com os demais CA’s do CFH. Infelizmente não encontramos reverberação entre os estudantes da UFSC e junto ao DCE para que se organizasse uma ação para se reverter esta situação. Neste caso, não acreditamos que o CA em si tenha tido uma atuação ineficiente/incipiente. O que (não) houve mostra, na verdade, que a atual situação do ME da UFSC se encontra longe do patamar por nós desejado. É, em nossa opinião, impressionante o quanto uma medida tão absurda, que atinge diretamente os estudantes da UFSC, ao mesmo tempo que extremamente impopular, não tenha levado a uma forte e articulada reação dos estudantes com o intuito de combater esta medida infame! Precisamos realmente pensar que Universidade queremos e o que temos feito, se é que tem-se feito algo efetivo, para conseguirmos construí-la como desejamos. Além disso, cabe destacar o que a atual direção do DCE tem feito efetivamente enquanto entidade que congrega e tem a função de articular o ME da UFSC. Neste sentido, no entender da gestão “Não Iremos Embora”, o atual DCE, embora se valha de um discurso combativo, não tem desempenhado uma prática condizente com seu discurso, o que pode ser atestado pela atuação incipiente contra a medida que instituiu as taxas na UFSC.
Voltando a realidade específica do curso, deve-se reconhecer a dificuldade desta gestão, bem como das anteriores, em conseguir realizar uma efetiva articulação entre os estudantes de Ciências Sociais da UFSC. É preciso refletir e avaliarmos o porquê desta problemática se arrastar há algum tempo e não conseguir ser solucionada. O quanto desta desarticulação é em virtude do que é feito pelos (poucos) integrantes que se dispõem a participar do CA, o quanto é uma realidade do curso ou mesmo externa ao curso, de toda a sociedade, é uma questão para ser pensada, refletida, debatida e, a nosso ver, atacada. Ora, por mais que haja divergências de opiniões e concepções, será que um mínimo de integração, articulação entre os estudantes, bem como dos cientistas sociais, não é algo válido, algo que precisa ser tentado, alcançado e realizado um esforço nesta direção? Se o próprio curso de Ciências Sociais em si propõe uma análise crítica do que é a sociedade, ao mesmo tempo em que ele também está inserido dentro desta sociedade, porque não há um movimento organizado no âmbito das Ciências Sociais da UFSC que leve a um questionamento constante e uma permanente reinvenção de como se dá tanto o processo de formação dos estudantes como de produção de conhecimento?
Por isso, avaliamos que o principal desafio e objetivo para o próximo ano é realmente conseguirmos uma maior aproximação entre os estudantes com o cotidiano do ME, bem como uma maior aproximação entre os próprios estudantes de Ciências Sociais da UFSC. Quando falamos em aproximação, não é no sentido de convívio entre os estudantes, o que também é válido, mas sim no âmbito político, de participação, de debate e de ações integradas e que tenham uma reverberação no coletivo do curso, do CFH e da Universidade. É preciso ter uma discussão permanente sobre o novo currículo, revermos o modus operandi da representação discente, aproximarmos a coordenação do curso – enquanto representante e elo de ligação do corpo docente – dos estudantes, ao mesmo tempo que é preciso que o curso de Ciências Sociais da UFSC tenha um papel de protagonismo com relação ao pensar e agir sobre as problemáticas sociais, através de uma efetiva e real articulação do curso com a sociedade. Tudo isso sem, obviamente, deixarmos de lado lutas maiores (tanto as da UFSC quanto da sociedade em geral) que exijam a ação militante. O que significa aproximar-se para resistir?
É a partir desta perspectiva que a gestão “Não Iremos Embora” pretende dar continuidade ao trabalho feito. Chamamos todos os estudantes que se identifiquem com este projeto e esta perspectiva para construirmos coletivamente a próxima gestão do CALCS. Para que haja um ME combativo, horizontal, propositivo, plural, militante e de luta precisa-se de (mais) pessoas dispostas em contribuir com o CALCS.
É neste sentido que chamamos os estudantes interessados em participar do CALCS para a convenção da chapa, a ser realizada no dia 17/11, quarta-feira, em dois horários. A primeira reunião será às 13:30 e a segunda às 17:00 na própria sede do CALCS, ou em alguma sala próxima.
Abraços fraternos,
Calcs – Gestão “Não Iremos Embora”
Mostrando postagens com marcador Eleições. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eleições. Mostrar todas as postagens
17 de nov. de 2010
28 de mar. de 2010
[Greve] Serra usa polícia secreta infiltrada nos movimentos sociais
SERRA USA POLÍCIA SECRETA INFILTRADA NOS MOVIMENTOS SOCIAIS:A DITADURA VEM AÍ
A foto acima, feita ontem durante o conflito entre a polícia política de Serra/PSDB e os professores paulistas acabou por desmascarar as intenções e ações nazifacistas do governador paulista e seus apoiadores.
Em princípio se achou que seria um manifestante, no caso um professor, que estari socorrendo o policial emquestão.
Hoje a mídia dominante informa que era um policial militar à paisana.
Fato grave.
Notem a foto em cima.
Vemos que o policial está de barba, não uma barba de um dia de folga, por exemplo, mas de dias, no mínimo. Sabemos também que policial não pode andar barbado, logo a conclusão que tiramos é que se trata de um policial da P2, a polícia secreta paulista.
Perguntamos então:
O que estava fazendo este militar ali?
Não basta apenas responder que era policial à paisana passando por acaso.
Nem mesmo responder que era um policial à paisana para “observar de dentro” a manifestação, o que já bastaria para um protesto formal dos porfessores e uma indignação dos “defensores da liberdade” da mídia comprada.
MAS, o principal detalhe é a barba!
O policial em questão estava trabalhando dentro do movimento há muito tempo. Sua caracterização, usando barba é a prova concreta e definitiva.
Vemos então, caros leitores, que Serra/PSDB e companhia estão usando táticas totalitárias, para atacar os trabalhadores que “ousam” se organizar e defender seus direitos.
TÃO importante quanto, é o fato de que esta descoberta nos autoriza a pensar:
1. Quantos policiais disfarçados estavam presentes no ato público?
2. Foram eles orientados a iniciar os ataques para justificar a violência?
3.Quantos policiais estão atualmente infiltrados em sindicatos e no movimento popular. A mando de quem e por que motivo?
3.Quantos policiais estão atualmente infiltrados em sindicatos e no movimento popular. A mando de quem e por que motivo?
Acho que a Assembléia Paulista, se prestasse para algo, visto que engaveta toda CPI contra o PSDB, abrisse uma CPI para esclarecer o que a polícia militar de Serra anda fazendo contra a população.
Estamos diante de um fato muito grave.
A liberdade de cada um de nós está sob ameaça. Este senhor do PSDB, está nos mostrando claramente o que faz e o que fará, contra aqueles que não seguirem suas ordens e desejos.
Ainda há tempo de nos organizarmos e banir este político do mapa.
Ou correremos o risco de viver em uma ditadura acobertada pela mídia.
Read more: http://miguelgrazzi otinonline. blogspot. com/#ixzz0jR24gN yj
26 de mar. de 2010
24 de mar. de 2010
[Eleições CALCS] Chapa 1 - "Não iremos embora"
Boa noite...
Gostaria de me desculpar pela demora em enviar para lista do CALCS os dados da chapa inscrita.
Somente uma chapa se inscreveu, apesar disto os debates de segunda feira serão mantidos.
Chapa 1 - "Não iremos embora"
Inscritos:
1- Ernesto de Oliveira Otth
2- Caroline Bellaguarda de Azevedo
3- Bruna Avilla da Silva
4- Gabriela Acerbi Pereira
5- Carlos Francisco W. Moreira
6- João Matheus Acosta Dallmann
7- Joana das Neves Calado
8- Fabricio Gustavo Gesser Cardoso
9- Vagner Boni
10- Fernando V. Calheiros
11- Cristiano O. Simões
12- Lucas Voigt
13- Reinaldo Eusébio Paixão
14- Gustavo Costa
Precisamos de voluntários, não inscritos na chapa, para atuarem como mesários. Dia 30 Manhã, Tarde e Noite. Quem se habilita?
Comissão Eleitoral
Gostaria de me desculpar pela demora em enviar para lista do CALCS os dados da chapa inscrita.
Somente uma chapa se inscreveu, apesar disto os debates de segunda feira serão mantidos.
Chapa 1 - "Não iremos embora"
Inscritos:
1- Ernesto de Oliveira Otth
2- Caroline Bellaguarda de Azevedo
3- Bruna Avilla da Silva
4- Gabriela Acerbi Pereira
5- Carlos Francisco W. Moreira
6- João Matheus Acosta Dallmann
7- Joana das Neves Calado
8- Fabricio Gustavo Gesser Cardoso
9- Vagner Boni
10- Fernando V. Calheiros
11- Cristiano O. Simões
12- Lucas Voigt
13- Reinaldo Eusébio Paixão
14- Gustavo Costa
Precisamos de voluntários, não inscritos na chapa, para atuarem como mesários. Dia 30 Manhã, Tarde e Noite. Quem se habilita?
Comissão Eleitoral
Laura Gómez
Rodrigo de Souza
8 de jul. de 2009
[CSO] Votação para Coordenação do Curso 4
Sabrina, povo do CA e demais colegas estudantes,
Comento, abaixo, livremente alguns pontos debatidos na reunião do Colegiado do Curso de Ciências Sociais, que ocorreu hoje, e acrescento algumas reflexões enquanto estudante deste curso.
Esse debate, do voto universal, da participação estudantil, da mobilização, deve ser permanente. E estamos, nós todos, sempre no esboço, tropeçando nas nossas limitações.Mas hoje na reunião do colegiado e na ultima reunião do CA, acho que avançamos um pouco, ao menos na retórica né!
Agora é ver se a discussão contará de fato com a movimentação das pessoas ou acabará como sempre nas limitações de 4 ou 5 pessoas conscientes e comprometidas em chamar a atenção para este tipo de debate e posicionamento.
Como todos sabem, hoje teve reunião do Colegiado, e o Prof. Julian Borba é o novo Coordenador, assim como o Prof. Carlos Sell, o Sub-Coordenador.
O documento que iríamos apresentar ao Colegiado do Curso contendo a justificação do posicionamento (a abstenção) dos representantes discentes ao pleito à coordenação de curso, e pretendendo-se como um CHAMADO PÚBLICO AOS PARES DISCENTES E DOCENTES PARA PARTICIPAÇÃO DIRETA E COLETIVA, não ficou pronto ainda, apenas esboçamos algumas teses argumentativas.
Quanto ao documento, temos que fazê-lo e torná-lo público, e apresentá-lo à próxima reunião de colegiado.
Nós, representantes presentes à reunião, Mineiro, Camila e eu argumentamos da dificuldade permanente de mobilização dos estudantes, seja por parte dos representantes discentes (já é uma dificuldades realizar o debate da importância desta função, bem como conseguir alguém para este tipo de função), por parte do Centro Acadêmico e por parte da coordenação e dos professores em geral.
E nisto, este processo, a eleição para coordenador de curso, como parte constitutiva da construção de um curso, ou da comunidade interessada na construção deste curso, falhou, e não podemos apenas votar passando a margem de problematizar isto como boa parte professores fazem, seja por quais motivos forem.
Enquanto representantes, não entramos no mérito da chapa, nem da coordenação, precisariamos debater isto mais e com mais pares. Como colocamos em reunião, esperamos NO MÍNIMO dessa nova gestão uma continuidade ao esforçado trabalho da Marisol. Não buscamos o ataque. Nos posicionamos criticamente ao processo como um todo, e estamos, enquanto CRITICA, propondo uma reflexão positiva tentando impulsionar no âmbito do curso uma maior motivação dos professores à participação estudantil (e que isso gere um processo de mútuo de incentivo crítico)
E no âmbito do debate interno, nosso, estudantil, sobre representação, a necessidade de articular um fórum de discussão dos representantes, do pessoal que está na representação do PPCC, na avaliação do curso, do pessoal que está na representação para a Bolsa Permanência etc*. e que esse processo eleitoral para coordenação de curso, onde os professores são "rifados" pelos departamentos para uma árdua função, onde o cargo acaba sendo visto pela maioria como um peso a mais, como um ÔNUS momentâneo ao desenvolvimento de sua carreira, se olharmos a grosso modo. Sabemos disso tudo, e não é de hoje, mas não podemos aceitar pacificamente em hipótese alguma.
Temos convicção que deveria ser o inverso, e que devemos caminhar para isto... A Gestão do CURSO, e seu processo eleitoral, são oportunidades ao professores e aos estudantes de avançar na construção de um projeto coletivo, envolvente, com a máxima e permanente participação estudantil em todos os espaços, visando uma construção com a totalidade de sujeitos desse processo, estudantes, comunidade acadêmica e comunidade extra-acadêmica, o povo, gurizada!!!
Hoje, fizemos a critica e auto-critica, buscando apontar para a próxima gestão de COORDENAÇÃO e/ou de CA que devemos avançar em direção ao horizonte sinalizado (Ah! JULIAN assumiu esse compromisso de tentar, vamos ver!).
Agora é acompanhar e cobrar quando não estiver avançando e propor, bem como construir, um projeto estudantil ao curso, onde sim, atráves da manifestação e movimentação cotidiana (que vai para além das paredes da sala de aula, deve estar no âmbito extra-sala, o que significa a participação nos espaços de organização e mobilização da vida estudantil e universitária!) nós estudantes tenhamos uma postura coletiva e construtiva, afinal, sofremos a fo(r)ma(ta)ção curricular, a implementação de políticas públicas nocivas a qualidade do ensino (como REUNI, ENADE etc.), enfim, a precarização da relação universitária na totalidade.
Quanto ao CA e ao movimento estudantil de área, pecamos muito, seja nesta ou nas anteriores gestões, e precisamos avançar muito, precisamos estudar e buscar formas de sairmos da aparente naturalização apática que estamos agora, se nos olharmos como um todo!
É IMPRESCINDÍVEL resgatar históricos de luta, como a reforma de Córdoba no início do século XX e/ou as ações da UNE na década de 1960 que lutava pela CO-GESTÃO UNIVERSITÁRIA (antes dos ATOS DE TERROR do golpe de 1964, e da REFORMA UNIVERSITÁRIA MEC-USAID do final desta década de 1960 - imposta pela sociometabolismo da lógica capitalista de produção e reprodução existência social. Une desta época, atráves da ação estudantil em projetos de extensão popular e atos políticos aproximava a população, ontem e hoje, quase sempre restringida do acesso ao mundo acadêmico e suas produções)... Ou momentos como os atuais, como a luta pela Bolsa Permanência, exemplo para o Brasil todo, e/ou na luta pelo VOTO UNIVERSAL para direção do CFH, ou como exemplarmente colocado, pelos colegas, o caso do CURSO e DEPARTAMENTO de SERVIÇO SOCIAL que tem sim voto universal, e sem dúvida a discussão e a participação estudantil lá são bem forte no envolvimento de professores e demais membros da vida acadêmica no processo de escolha de um projeto de ação para o curso...
A Coordenação pode parecer um cargo extremamente administrativo e acadêmico, mas isto não exclui em nenhum momento seu teor político, em sentido amplo. Seu teor social e público. Todos esse debate não pode ficar restrito a poucos professores (que se sintam realizando um sacrifício que ninguém mais almeja... e sentindo-se "a batata-quente da vez") e poucos estudantes (que acabam conhecendo os meandros da vida Universitária, o que há por trás da fachada desta estrutura carcomida).
É preciso pautar este debate todos os momentos de nossa formação. Omiti-lo é sintomático.
Isto me faz refletir sobre duas possíveis teses presentes na vida universitária:
A) somos nós estudantes, apenas massa de manobra, incapazes de reflexões criticas sobre nossa própria vida acadêmica e devemos delegar isto aos "doutos", como exemplarmente manifestada pelo professor Héctor do departamento de sociologia e ciência política durante o processo eleitoral do CFH no último ano, mas assumida explicita e implicitamente por muitos professores e colegas acadêmicos.
b) Ou seu inverso, onde me coloque e luto, que compreende que somos sujeitos capazes de pensar nossa ação coletiva e comunitariamente, somos capazes de compreender que nossa formação enquanto cientistas sociais vai para além de uma formação teórica individual e restrita a aula. Que a própria ação politica, aqui em sentido amplo, compreende nossa formação numa totalidade de relações. E que a "universidade", nosso curso, nossa formação dizem respeito ao mundo ALI FORA... não somente a uma parcela restrita, a elite, ainda.
Devemos e temos que optar e disputar o currículo - que algo vivo e se faz cotidianamente nesta relação de poder, não podemos tomá-lo como um negócio estático ali no Plano Político Pedagógico-; temos que disputar essa relação PÓS-GRADO/GRADUAÇÃO vigente hoje, onde a primeira é valorizada porque é de onde vem o financiamento e "dá bônus" no status quo; temos que disputar a contratação de professores; e os projetos de extensão; e as linhas de pesquisa; e a intervenção social mais profunda e comprometida com a transformação de uma realidade tão perversa... É, tudo isto e mais, parte do nosso papel enquanto estudantes, enquanto cidadãos, enquanto universitários etc.
TEXTO LONGO, mas tá ai...
E essa frase seguinte, tão comum no ME de luta, e não custa citar mais uma vez, é simples e sintetiza bem: “Ou os estudantes se identificam com o destino do seu povo, com ele sofrendo a mesma luta, ou se dissociam do seu povo, e nesse caso, serão aliados daqueles que exploram o povo”, do sociólogo Florestan Fernandes. Cito não como um dogma, mas como uma reflexão e uma prática que precisamos nos antenar, ou passaremos a margem da história...
e podem mandar amém (como alguns colegas gostam tanto...) e o que for...
mas não podemos fingir que tudo vai bem,
Vamos nos mexer!
Logo mais mandamos o TEXTO e o RELATO DA REUNIÃO!
E ah! sabrina... Apoio tua colocação! PRECISAMOS DE UM CA DE LUTA! e isto se faz no dia a dia, independente se todo mundo podo ir-e-vir e participar diretamente de atividade a ou b, precisamos de gente atuando e levando ao estudantes os debates. Se fica o CA esperando... ninguém sai do lugar.
Até.
Bom final de semestre para todo!
(*) PODERÍAMOS NOS ENCONTRAR E DEBATER PERIODICAMENTE, ORGANIZAR ESPAÇOS COM OS DEMAIS ESTUDANTES, DEBATER AS POLÍTICAS DE CADA DEPARTAMENTO, AFINAR MAIS NOSSA PARTICIPAÇÃO, MOBILIZAR MAIS OS ESTUDANTES PARA QUE MAIS PARTICIPEM... E MAIS... AGITAR O MOVIMENTO ESTUDANTIL DE CS QUE ANDA BEM PARADO EM DIVERSOS ASPECTOS.
Vagner Boni
Estudante de Ciências Sociais - UFSC
Representante Discente - Colegiado do Curso de Ciências Sociais
Oposição ao CALCS!
Comento, abaixo, livremente alguns pontos debatidos na reunião do Colegiado do Curso de Ciências Sociais, que ocorreu hoje, e acrescento algumas reflexões enquanto estudante deste curso.
Esse debate, do voto universal, da participação estudantil, da mobilização, deve ser permanente. E estamos, nós todos, sempre no esboço, tropeçando nas nossas limitações.Mas hoje na reunião do colegiado e na ultima reunião do CA, acho que avançamos um pouco, ao menos na retórica né!
Agora é ver se a discussão contará de fato com a movimentação das pessoas ou acabará como sempre nas limitações de 4 ou 5 pessoas conscientes e comprometidas em chamar a atenção para este tipo de debate e posicionamento.
Como todos sabem, hoje teve reunião do Colegiado, e o Prof. Julian Borba é o novo Coordenador, assim como o Prof. Carlos Sell, o Sub-Coordenador.
O documento que iríamos apresentar ao Colegiado do Curso contendo a justificação do posicionamento (a abstenção) dos representantes discentes ao pleito à coordenação de curso, e pretendendo-se como um CHAMADO PÚBLICO AOS PARES DISCENTES E DOCENTES PARA PARTICIPAÇÃO DIRETA E COLETIVA, não ficou pronto ainda, apenas esboçamos algumas teses argumentativas.
Quanto ao documento, temos que fazê-lo e torná-lo público, e apresentá-lo à próxima reunião de colegiado.
Nós, representantes presentes à reunião, Mineiro, Camila e eu argumentamos da dificuldade permanente de mobilização dos estudantes, seja por parte dos representantes discentes (já é uma dificuldades realizar o debate da importância desta função, bem como conseguir alguém para este tipo de função), por parte do Centro Acadêmico e por parte da coordenação e dos professores em geral.
E nisto, este processo, a eleição para coordenador de curso, como parte constitutiva da construção de um curso, ou da comunidade interessada na construção deste curso, falhou, e não podemos apenas votar passando a margem de problematizar isto como boa parte professores fazem, seja por quais motivos forem.
Enquanto representantes, não entramos no mérito da chapa, nem da coordenação, precisariamos debater isto mais e com mais pares. Como colocamos em reunião, esperamos NO MÍNIMO dessa nova gestão uma continuidade ao esforçado trabalho da Marisol. Não buscamos o ataque. Nos posicionamos criticamente ao processo como um todo, e estamos, enquanto CRITICA, propondo uma reflexão positiva tentando impulsionar no âmbito do curso uma maior motivação dos professores à participação estudantil (e que isso gere um processo de mútuo de incentivo crítico)
E no âmbito do debate interno, nosso, estudantil, sobre representação, a necessidade de articular um fórum de discussão dos representantes, do pessoal que está na representação do PPCC, na avaliação do curso, do pessoal que está na representação para a Bolsa Permanência etc*. e que esse processo eleitoral para coordenação de curso, onde os professores são "rifados" pelos departamentos para uma árdua função, onde o cargo acaba sendo visto pela maioria como um peso a mais, como um ÔNUS momentâneo ao desenvolvimento de sua carreira, se olharmos a grosso modo. Sabemos disso tudo, e não é de hoje, mas não podemos aceitar pacificamente em hipótese alguma.
Temos convicção que deveria ser o inverso, e que devemos caminhar para isto... A Gestão do CURSO, e seu processo eleitoral, são oportunidades ao professores e aos estudantes de avançar na construção de um projeto coletivo, envolvente, com a máxima e permanente participação estudantil em todos os espaços, visando uma construção com a totalidade de sujeitos desse processo, estudantes, comunidade acadêmica e comunidade extra-acadêmica, o povo, gurizada!!!
Hoje, fizemos a critica e auto-critica, buscando apontar para a próxima gestão de COORDENAÇÃO e/ou de CA que devemos avançar em direção ao horizonte sinalizado (Ah! JULIAN assumiu esse compromisso de tentar, vamos ver!).
Agora é acompanhar e cobrar quando não estiver avançando e propor, bem como construir, um projeto estudantil ao curso, onde sim, atráves da manifestação e movimentação cotidiana (que vai para além das paredes da sala de aula, deve estar no âmbito extra-sala, o que significa a participação nos espaços de organização e mobilização da vida estudantil e universitária!) nós estudantes tenhamos uma postura coletiva e construtiva, afinal, sofremos a fo(r)ma(ta)ção curricular, a implementação de políticas públicas nocivas a qualidade do ensino (como REUNI, ENADE etc.), enfim, a precarização da relação universitária na totalidade.
Quanto ao CA e ao movimento estudantil de área, pecamos muito, seja nesta ou nas anteriores gestões, e precisamos avançar muito, precisamos estudar e buscar formas de sairmos da aparente naturalização apática que estamos agora, se nos olharmos como um todo!
É IMPRESCINDÍVEL resgatar históricos de luta, como a reforma de Córdoba no início do século XX e/ou as ações da UNE na década de 1960 que lutava pela CO-GESTÃO UNIVERSITÁRIA (antes dos ATOS DE TERROR do golpe de 1964, e da REFORMA UNIVERSITÁRIA MEC-USAID do final desta década de 1960 - imposta pela sociometabolismo da lógica capitalista de produção e reprodução existência social. Une desta época, atráves da ação estudantil em projetos de extensão popular e atos políticos aproximava a população, ontem e hoje, quase sempre restringida do acesso ao mundo acadêmico e suas produções)... Ou momentos como os atuais, como a luta pela Bolsa Permanência, exemplo para o Brasil todo, e/ou na luta pelo VOTO UNIVERSAL para direção do CFH, ou como exemplarmente colocado, pelos colegas, o caso do CURSO e DEPARTAMENTO de SERVIÇO SOCIAL que tem sim voto universal, e sem dúvida a discussão e a participação estudantil lá são bem forte no envolvimento de professores e demais membros da vida acadêmica no processo de escolha de um projeto de ação para o curso...
A Coordenação pode parecer um cargo extremamente administrativo e acadêmico, mas isto não exclui em nenhum momento seu teor político, em sentido amplo. Seu teor social e público. Todos esse debate não pode ficar restrito a poucos professores (que se sintam realizando um sacrifício que ninguém mais almeja... e sentindo-se "a batata-quente da vez") e poucos estudantes (que acabam conhecendo os meandros da vida Universitária, o que há por trás da fachada desta estrutura carcomida).
É preciso pautar este debate todos os momentos de nossa formação. Omiti-lo é sintomático.
Isto me faz refletir sobre duas possíveis teses presentes na vida universitária:
A) somos nós estudantes, apenas massa de manobra, incapazes de reflexões criticas sobre nossa própria vida acadêmica e devemos delegar isto aos "doutos", como exemplarmente manifestada pelo professor Héctor do departamento de sociologia e ciência política durante o processo eleitoral do CFH no último ano, mas assumida explicita e implicitamente por muitos professores e colegas acadêmicos.
b) Ou seu inverso, onde me coloque e luto, que compreende que somos sujeitos capazes de pensar nossa ação coletiva e comunitariamente, somos capazes de compreender que nossa formação enquanto cientistas sociais vai para além de uma formação teórica individual e restrita a aula. Que a própria ação politica, aqui em sentido amplo, compreende nossa formação numa totalidade de relações. E que a "universidade", nosso curso, nossa formação dizem respeito ao mundo ALI FORA... não somente a uma parcela restrita, a elite, ainda.
Devemos e temos que optar e disputar o currículo - que algo vivo e se faz cotidianamente nesta relação de poder, não podemos tomá-lo como um negócio estático ali no Plano Político Pedagógico-; temos que disputar essa relação PÓS-GRADO/GRADUAÇÃO vigente hoje, onde a primeira é valorizada porque é de onde vem o financiamento e "dá bônus" no status quo; temos que disputar a contratação de professores; e os projetos de extensão; e as linhas de pesquisa; e a intervenção social mais profunda e comprometida com a transformação de uma realidade tão perversa... É, tudo isto e mais, parte do nosso papel enquanto estudantes, enquanto cidadãos, enquanto universitários etc.
TEXTO LONGO, mas tá ai...
E essa frase seguinte, tão comum no ME de luta, e não custa citar mais uma vez, é simples e sintetiza bem: “Ou os estudantes se identificam com o destino do seu povo, com ele sofrendo a mesma luta, ou se dissociam do seu povo, e nesse caso, serão aliados daqueles que exploram o povo”, do sociólogo Florestan Fernandes. Cito não como um dogma, mas como uma reflexão e uma prática que precisamos nos antenar, ou passaremos a margem da história...
e podem mandar amém (como alguns colegas gostam tanto...) e o que for...
mas não podemos fingir que tudo vai bem,
Vamos nos mexer!
Logo mais mandamos o TEXTO e o RELATO DA REUNIÃO!
E ah! sabrina... Apoio tua colocação! PRECISAMOS DE UM CA DE LUTA! e isto se faz no dia a dia, independente se todo mundo podo ir-e-vir e participar diretamente de atividade a ou b, precisamos de gente atuando e levando ao estudantes os debates. Se fica o CA esperando... ninguém sai do lugar.
Até.
Bom final de semestre para todo!
(*) PODERÍAMOS NOS ENCONTRAR E DEBATER PERIODICAMENTE, ORGANIZAR ESPAÇOS COM OS DEMAIS ESTUDANTES, DEBATER AS POLÍTICAS DE CADA DEPARTAMENTO, AFINAR MAIS NOSSA PARTICIPAÇÃO, MOBILIZAR MAIS OS ESTUDANTES PARA QUE MAIS PARTICIPEM... E MAIS... AGITAR O MOVIMENTO ESTUDANTIL DE CS QUE ANDA BEM PARADO EM DIVERSOS ASPECTOS.
Vagner Boni
Estudante de Ciências Sociais - UFSC
Representante Discente - Colegiado do Curso de Ciências Sociais
Oposição ao CALCS!
[CSO] Votação para Coordenação do Curso 3
Proponho que o CALCS não só questione o desinteresse de tal chapa na participação estudantil como também tensione pontos como: nova forma de participação estudantil no processo eleitoral. A partir disso proponho um debate sobre voto universal para a coordenação do curso!
Se não estou enganada, o período de vigência do coordenação de curso corresponde a 2 anos, por tanto é possível pensar em participação direta de todos os estudantes nesse processo, e não em voto paritário ou por representantes (esse sendo o atual).
Acho importantíssimo começarmos a debater sobre isso no CA, lista, e todas as demais ferramentas de comunicação do curso!
To meio sem tempo para desenvolver maiores argumentações agora, mas deixo aqui minha contribuição para reunião de hj!
Abraços,
Sabrina.
Se não estou enganada, o período de vigência do coordenação de curso corresponde a 2 anos, por tanto é possível pensar em participação direta de todos os estudantes nesse processo, e não em voto paritário ou por representantes (esse sendo o atual).
Acho importantíssimo começarmos a debater sobre isso no CA, lista, e todas as demais ferramentas de comunicação do curso!
To meio sem tempo para desenvolver maiores argumentações agora, mas deixo aqui minha contribuição para reunião de hj!
Abraços,
Sabrina.
7 de jul. de 2009
[CSO] Votação para Coordenação do Curso 2
peço aos demais colegas conselheiros e demais estudantes que compareçam a reunião do CA hoje para que possamos coletivamente tirar um posicionamento.
de ante mão voto eu uma abstenção crítica ao processo, pelo total desinteresse destes professores, enquanto chapa, na procura da participação estudantil.
vou tentar elaborar alguma proposta de texto.
até logo mais!
Vagner Boni
Estudante de Ciências Sociais - UFSC
Representante Discente no Colegiado do Curso de Ciências Sociais
de ante mão voto eu uma abstenção crítica ao processo, pelo total desinteresse destes professores, enquanto chapa, na procura da participação estudantil.
vou tentar elaborar alguma proposta de texto.
até logo mais!
Vagner Boni
Estudante de Ciências Sociais - UFSC
Representante Discente no Colegiado do Curso de Ciências Sociais
[CSO] Votação para Coordenação do Curso 1
De: Coordenadoria de Ciencias Sociais
Data: 7 de julho de 2009 09:41
Assunto: URGENTE - VOTAÇÃO COORDENAÇÃO DE CURSO
Para: Camila Philippi, Janice Tirelli, Miriam Hartung, Alberto Groisman, Antonella Tassinari, Carlos Eduardo Sell, Maria Soledad Etcheverry, Nise Jinkings, Theophilos Rifiotis, Julian Borba, Márcia Grisotti, Vagner Boni, Rodrigo Ardissom de Souza, Márcio Anderson Kontopp, Márnio Teixeira Pinto, Alícia Gonzáles Castells, Carmen Silvia Rial, Esther Jean Matteson Langdon, Ilka Boaventura Leite, Maria Regina Lisboa, Oscar Calávia Sáez, Rafael José de Menezes BAstos, Sônia Maluf, Vania Cardoso, Cecile Hélene J.R. Mattedi, Hector Ricardo Leis, Ilse Sherer Warrer, Itamar Aguiar, Julia Guivant Guivant, Ligia Helena Luchmann, Elizabeth Farias da Silva, Ary Cesar Minella, Ricardo Gaspar Müller, Fernando Ponte Sousa, Remy José Fontana, Ricardo Virgilino da Silva, Erni José Seibel, Paulo Henrique Vieira, Yan Carreirão Carreirão
CAROS COLEGAS
NÃO DEIXEM DE VOTAR PARA A COORDENAÇÃO DE CURSO.
O HORÁRIO DA VOTAÇÃO É HOJE (TERÇA FEIRA) DAS 14H ÀS 18H.
TEM SOMENTE UMA CHAPA, FORMADA PELOS PROFESORES JULIAN BORBA (PARA COORDENADOR), CARLOS EDUARDO SELL (PARA SUB-COORDENADOR).
A COORDENAÇÃO AGRADECE
ABRAÇOS
MARISOL
Data: 7 de julho de 2009 09:41
Assunto: URGENTE - VOTAÇÃO COORDENAÇÃO DE CURSO
Para: Camila Philippi, Janice Tirelli, Miriam Hartung, Alberto Groisman, Antonella Tassinari, Carlos Eduardo Sell, Maria Soledad Etcheverry
CAROS COLEGAS
NÃO DEIXEM DE VOTAR PARA A COORDENAÇÃO DE CURSO.
O HORÁRIO DA VOTAÇÃO É HOJE (TERÇA FEIRA) DAS 14H ÀS 18H.
TEM SOMENTE UMA CHAPA, FORMADA PELOS PROFESORES JULIAN BORBA (PARA COORDENADOR), CARLOS EDUARDO SELL (PARA SUB-COORDENADOR).
A COORDENAÇÃO AGRADECE
ABRAÇOS
MARISOL
18 de nov. de 2008
[Eleições CALCS] Convite para formação de chapa
Convite:
Venha debater sobre as eleições do CALCS e formação de chapa.
Quais são os posicionamentos que nos levam a atuar no CA?
Quais propostas podemos formar a partir disso?
Como manter o CA aberto e democrático atraindo cada vez mais pessoas?
Dê sua opinião!
Participe!
HOJE às 17:30
No CALCS
kelem ghellere rosso
Venha debater sobre as eleições do CALCS e formação de chapa.
Quais são os posicionamentos que nos levam a atuar no CA?
Quais propostas podemos formar a partir disso?
Como manter o CA aberto e democrático atraindo cada vez mais pessoas?
Dê sua opinião!
Participe!
HOJE às 17:30
No CALCS
kelem ghellere rosso
14 de nov. de 2008
[Eleições CALCS] Regimento Eleitoral Das Eleições: Inscrição de chapas até dia 19 de novembro.
Regimento Eleitoral Das Eleições PARA O CENTRO ACADÊMICO LIVRE DE CIÊNCIAS SOCIAIS - CALCS
Deliberada em assembléia estudantil do dia 10 de novembro de 2008.
DAS ELEIÇÕES
Art. 1o – As eleições serão diretas e realizadas em um turno único.
Parágrafo único – A votação ocorrerá nos dias 26 e 27 de novembro de 2008 (quarta-feira e quinta-feira, respectivamente), conforme deliberação da Assembléia dos estudantes de Ciências Sociais.
Art. 2o – Não há um quorum mínimo de votantes para que as eleições sejam válidas.
DOS ELEITORES
Art. 3o – São eleitores todos os estudantes regularmente matriculados no curso de graduação em Ciências Sociais.
Art. 4o – O direito à voto ficará condicionado a comprovação da regularidade da matrícula do estudante.
Art. 5o – O eleitor deverá apresentar aos mesários qualquer documento de identificação oficial com foto (RG. Motorista. C. de trabalho), ou a certeira do RU, para ter direito a voto, devendo ainda assinar a listagem oficial da votação para o recebimento da cédula eleitoral.
Art. 6o – O eleitor que não tiver seu nome inscrito na listagem de votação, fornecido pelo Departamento de Administração Escolar (DAE) da UFSC, deverá trazer um comprovante devidamente emitido e carimbado pelo departamento do curso no qual está matriculado, para exercer seu direto de voto em separado.
DO VOTO
Art. 7o – O voto é universal e facultativo, e a votação se dará por chapas inscritas.
Art. 8o – São considerados votos válidos todos os votos que expressem claramente ou nominalmente a intenção do eleitor quanto a escolha da chapa.
Parágrafo Único – Cabe a Comissão Eleitoral, durante a apuração dos votos, decidir sobre a validade ou não dos votos duvidosos.
Art. 9o – São considerados votos nulos todos os votos que não identificarem a intenção do eleitor.
Art. 10o – São considerados votos brancos todos os votos que não contenham quaisquer inscrições ou manifestações do eleitor, ou seja, a cédula intacta.
DA URNA
Art. 11o – Haverá uma urna localizada no corredor em frente às salas de aula do curso de Ciências Sociais.
Art. 12o – A urna ficará disponível para votação durante os dois dias da eleição, das 08:20 da manhã às 22:00,
Art. 13o – Na noite entre os dois dias de votação a urna será guardada na Coordenação do Curso de Ciências Sociais, sendo lacrada pela Comissão Eleitoral.
DOS MESÁRIOS
Art. 14o – A mesa será formada por 01 (um mesário) mesário, sendo que este não deve estar inscrito em nenhuma chapa.
Parágrafo Único – A troca de mesário deverá constar na ata da urna o horário da troca e o nome dos mesários que entrarem e saírem da mesa, bem como suas respectivas assinaturas.
DA CAMPANHA
Art. 15o – As passagens em salas de aula para propaganda eleitoral no dia de votação não serão permitidas.
Art. 16o – Durante os dias de votação, não poderá haver campanha de boca de urna dentro do prédio de aulas do CFH.
DA APURAÇÃO
Art. 17o – A apuração terá início após o término da votação no último dia de eleição, ou seja, dia 27 de Novembro às 22:00 hs. A apuração ocorrerá no CALCS ou em alguma sala próxima.
Art. 18o – Cada chapa poderá mandar um fiscal para auxiliar a Comissão Eleitoral na apuração dos votos.
Parágrafo único: o período de homologação da chapa eleita será de 28 de novembro a 03 de dezembro.
DAS CHAPAS INSCRITAS
Art. 19o – Só serão consideradas inscritas as chapas que:
I – Apresentarem nominata composta de, no mínimo, 8 (oito) integrantes.
II – Efetuarem inscrição no dia 19 de novembro de 2008, das 11:00 às 12:00 e das 20:00 às 22:00 no CALCS.
§ 1o – Só será aceita a inscrição da chapa por inscrito, em letra legível, constando nela o nome dos membros, número de matrícula, assinatura de todos os integrantes, documento carimbado pelo DAE ou secretaria do curso que comprove a matrícula de todos os integrantes da nominata, bem como a denominação da chapa.
§ 2o – A inscrição da chapa deverá ser necessariamente feita por pelo menos um dos integrantes da chapa, que receberá um comprovante do recebimento da inscrição, bem como uma cópia deste Regimento.
DA COMISSÃO ELEITORAL
Art. 20o – A Comissão Eleitoral será formada por 2 (dois) acadêmicos, estando estes regularmente matriculados no curso de graduação em Ciências Sociais da UFSC, que foram nomeados conforme deliberação da Assembléia dos Estudantes de Ciências Sociais realizada no dia 10/11/2008, e que não poderão fazer parte de nenhuma chapa concorrente, nem fazer campanha para as mesmas.
Art. 21o – Serão atributos da Comissão Eleitoral:
I – Viabilizar e divulgar o processo eleitoral.
II – Fiscalizar o processo eleitoral.
III – Divulgar o resultado da eleição e declarar a chapa eleita.
IV – Organizar pelo menos um debate entre as chapas inscritas, com data e local a serem definidos posteriormente.
Florianópolis, 14 de Novembro de 2008
Rodrigo Fernandes Ribeiro (04218345)
Maikel da Silva, (02108267)
COMISSÃO ELEITORAL
Deliberada em assembléia estudantil do dia 10 de novembro de 2008.
DAS ELEIÇÕES
Art. 1o – As eleições serão diretas e realizadas em um turno único.
Parágrafo único – A votação ocorrerá nos dias 26 e 27 de novembro de 2008 (quarta-feira e quinta-feira, respectivamente), conforme deliberação da Assembléia dos estudantes de Ciências Sociais.
Art. 2o – Não há um quorum mínimo de votantes para que as eleições sejam válidas.
DOS ELEITORES
Art. 3o – São eleitores todos os estudantes regularmente matriculados no curso de graduação em Ciências Sociais.
Art. 4o – O direito à voto ficará condicionado a comprovação da regularidade da matrícula do estudante.
Art. 5o – O eleitor deverá apresentar aos mesários qualquer documento de identificação oficial com foto (RG. Motorista. C. de trabalho), ou a certeira do RU, para ter direito a voto, devendo ainda assinar a listagem oficial da votação para o recebimento da cédula eleitoral.
Art. 6o – O eleitor que não tiver seu nome inscrito na listagem de votação, fornecido pelo Departamento de Administração Escolar (DAE) da UFSC, deverá trazer um comprovante devidamente emitido e carimbado pelo departamento do curso no qual está matriculado, para exercer seu direto de voto em separado.
DO VOTO
Art. 7o – O voto é universal e facultativo, e a votação se dará por chapas inscritas.
Art. 8o – São considerados votos válidos todos os votos que expressem claramente ou nominalmente a intenção do eleitor quanto a escolha da chapa.
Parágrafo Único – Cabe a Comissão Eleitoral, durante a apuração dos votos, decidir sobre a validade ou não dos votos duvidosos.
Art. 9o – São considerados votos nulos todos os votos que não identificarem a intenção do eleitor.
Art. 10o – São considerados votos brancos todos os votos que não contenham quaisquer inscrições ou manifestações do eleitor, ou seja, a cédula intacta.
DA URNA
Art. 11o – Haverá uma urna localizada no corredor em frente às salas de aula do curso de Ciências Sociais.
Art. 12o – A urna ficará disponível para votação durante os dois dias da eleição, das 08:20 da manhã às 22:00,
Art. 13o – Na noite entre os dois dias de votação a urna será guardada na Coordenação do Curso de Ciências Sociais, sendo lacrada pela Comissão Eleitoral.
DOS MESÁRIOS
Art. 14o – A mesa será formada por 01 (um mesário) mesário, sendo que este não deve estar inscrito em nenhuma chapa.
Parágrafo Único – A troca de mesário deverá constar na ata da urna o horário da troca e o nome dos mesários que entrarem e saírem da mesa, bem como suas respectivas assinaturas.
DA CAMPANHA
Art. 15o – As passagens em salas de aula para propaganda eleitoral no dia de votação não serão permitidas.
Art. 16o – Durante os dias de votação, não poderá haver campanha de boca de urna dentro do prédio de aulas do CFH.
DA APURAÇÃO
Art. 17o – A apuração terá início após o término da votação no último dia de eleição, ou seja, dia 27 de Novembro às 22:00 hs. A apuração ocorrerá no CALCS ou em alguma sala próxima.
Art. 18o – Cada chapa poderá mandar um fiscal para auxiliar a Comissão Eleitoral na apuração dos votos.
Parágrafo único: o período de homologação da chapa eleita será de 28 de novembro a 03 de dezembro.
DAS CHAPAS INSCRITAS
Art. 19o – Só serão consideradas inscritas as chapas que:
I – Apresentarem nominata composta de, no mínimo, 8 (oito) integrantes.
II – Efetuarem inscrição no dia 19 de novembro de 2008, das 11:00 às 12:00 e das 20:00 às 22:00 no CALCS.
§ 1o – Só será aceita a inscrição da chapa por inscrito, em letra legível, constando nela o nome dos membros, número de matrícula, assinatura de todos os integrantes, documento carimbado pelo DAE ou secretaria do curso que comprove a matrícula de todos os integrantes da nominata, bem como a denominação da chapa.
§ 2o – A inscrição da chapa deverá ser necessariamente feita por pelo menos um dos integrantes da chapa, que receberá um comprovante do recebimento da inscrição, bem como uma cópia deste Regimento.
DA COMISSÃO ELEITORAL
Art. 20o – A Comissão Eleitoral será formada por 2 (dois) acadêmicos, estando estes regularmente matriculados no curso de graduação em Ciências Sociais da UFSC, que foram nomeados conforme deliberação da Assembléia dos Estudantes de Ciências Sociais realizada no dia 10/11/2008, e que não poderão fazer parte de nenhuma chapa concorrente, nem fazer campanha para as mesmas.
Art. 21o – Serão atributos da Comissão Eleitoral:
I – Viabilizar e divulgar o processo eleitoral.
II – Fiscalizar o processo eleitoral.
III – Divulgar o resultado da eleição e declarar a chapa eleita.
IV – Organizar pelo menos um debate entre as chapas inscritas, com data e local a serem definidos posteriormente.
Florianópolis, 14 de Novembro de 2008
Rodrigo Fernandes Ribeiro (04218345)
Maikel da Silva, (02108267)
COMISSÃO ELEITORAL
10 de nov. de 2008
[CALCS] Relatoria da Assembléia de CS
Definições da Assembléia Geral do Curso de Ciências Sociais, realizada no dia 10 de novembro de 2008.
Processo Eleitoral para nova gestão do Centro Acadêmico:
Dia 14 de novembro: Publicação do Regulamento das Eleições
Dia 19 de novembro: Inscrição de chapa
Dia 25 de novembro: Debate
Dias 26 e 27 de novembro: Eleições
Dias 28 de novembro a 03 de dezembro: período para homologação da chapa
Representação Discente nos órgãos colegiados:
Departamento de Antropologia:*
Marcel S. Gutiá (Titular)
Caio de Souza (Suplente)
Departamento de Sociologia e Ciência Política:*
Gabriela Augusta da Silva (Titular)
Michel Goulart da Silva (Suplente)
Carolina Peçanha (Titular)
Samanta Oliveira (Suplente)
Colegiado de Curso:
Vagner Boni (Titular)
Camila Philippi (Suplente)
Rodrigo de Souza (Titular)
Marcio Kontopp (Suplente)
Conselho de Unidade do CFH: (permanecem como membros)
Rodrigo Ribeiro (Titular)
Valmor (Suplente)
* Os representantes para as cadeiras vagas nestes colegiados serão definidos em próxima assembléia geral, sem data definida, a realizar-se no semestre que vem.
Atenciosamente,
GabiAugusta
Processo Eleitoral para nova gestão do Centro Acadêmico:
Dia 14 de novembro: Publicação do Regulamento das Eleições
Dia 19 de novembro: Inscrição de chapa
Dia 25 de novembro: Debate
Dias 26 e 27 de novembro: Eleições
Dias 28 de novembro a 03 de dezembro: período para homologação da chapa
Representação Discente nos órgãos colegiados:
Departamento de Antropologia:*
Marcel S. Gutiá (Titular)
Caio de Souza (Suplente)
Departamento de Sociologia e Ciência Política:*
Gabriela Augusta da Silva (Titular)
Michel Goulart da Silva (Suplente)
Carolina Peçanha (Titular)
Samanta Oliveira (Suplente)
Colegiado de Curso:
Vagner Boni (Titular)
Camila Philippi (Suplente)
Rodrigo de Souza (Titular)
Marcio Kontopp (Suplente)
Conselho de Unidade do CFH: (permanecem como membros)
Rodrigo Ribeiro (Titular)
Valmor (Suplente)
* Os representantes para as cadeiras vagas nestes colegiados serão definidos em próxima assembléia geral, sem data definida, a realizar-se no semestre que vem.
Atenciosamente,
GabiAugusta
14 de nov. de 2007
[Eleições CALCS] Debate entre as chapas
ELEIÇÃO DO CALCS - Debate entre as chapas
data: Segunda-feira dia 19/11
horários:
- às 10:00 da mahã
- às 20:00 da noite
local: hall do CFH
Só lembrando: as eleições serão na quarta e quinta da semana que vêm (21 e 22)
Eduardo Perondi,
Comissão Eleitoral
data: Segunda-feira dia 19/11
horários:
- às 10:00 da mahã
- às 20:00 da noite
local: hall do CFH
Só lembrando: as eleições serão na quarta e quinta da semana que vêm (21 e 22)
Eduardo Perondi,
Comissão Eleitoral
9 de nov. de 2007
[Eleições CALCS] Encerradas as Incrições
Encerradas as incrições para a eleição, temos duas chapas inscritas:
1 - Transparência
2 - Coletivo de Estudantes Críticos de Ciências Sociais
A campanha inicia na segunda-feira (12/11) e vai até a outra terça (20/11).
Os debates serão marcados em breve e divulgados aos estudantes.
Alexandre Aimbiré
Eduardo Perondi
Comissão Eleitoral
1 - Transparência
2 - Coletivo de Estudantes Críticos de Ciências Sociais
A campanha inicia na segunda-feira (12/11) e vai até a outra terça (20/11).
Os debates serão marcados em breve e divulgados aos estudantes.
Alexandre Aimbiré
Eduardo Perondi
Comissão Eleitoral
25 de set. de 2006
[Eleições CALCS] Calendario das Eleições para o CALCS 2006
Calendário das Eleições para o CALCS aprovado na assembléia do dia 19:
- Da 20 de Setembro ao dia 29 de Setembro - Divulgação do processo eleitoral.
- Dias 2 e 3 de Outubro - Inscrições das chapas para processo eleitoral.
- Do dia 4 de Outubro ao dia 17 de Outubro - Campanha das Chapas.
- Debates - Dia 16 de Outubro período da noite.
- Dia 17 de Outubro no período da Manhã.
- Dias 19 e 20 de Outubro Eleições.
O local dos debates entre chapas ainda vai ser decidido.
João Vitor Jojo Mastelari G. Silva
Comissão Eleitoral
Estudante do Curso de Ciências Sociais
- Da 20 de Setembro ao dia 29 de Setembro - Divulgação do processo eleitoral.
- Dias 2 e 3 de Outubro - Inscrições das chapas para processo eleitoral.
- Do dia 4 de Outubro ao dia 17 de Outubro - Campanha das Chapas.
- Debates - Dia 16 de Outubro período da noite.
- Dia 17 de Outubro no período da Manhã.
- Dias 19 e 20 de Outubro Eleições.
O local dos debates entre chapas ainda vai ser decidido.
João Vitor Jojo Mastelari G. Silva
Comissão Eleitoral
Estudante do Curso de Ciências Sociais
Assinar:
Postagens (Atom)


