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28 de mar. de 2010

[Greve] Serra usa polícia secreta infiltrada nos movimentos sociais

SERRA USA POLÍCIA SECRETA INFILTRADA NOS MOVIMENTOS SOCIAIS:A DITADURA VEM AÍ

 

A foto acima, feita ontem durante o conflito entre a polícia política de Serra/PSDB e os professores paulistas acabou por desmascarar as intenções e ações nazifacistas do governador paulista e seus apoiadores.

Em princípio se achou que seria um manifestante, no caso um professor, que estari socorrendo o policial emquestão.

Hoje a mídia dominante informa que era um policial militar à paisana.

Fato grave.

Notem a foto em cima.

Vemos que o policial está de barba, não uma barba de um dia de folga, por exemplo, mas de dias, no mínimo. Sabemos também que policial não pode andar barbado, logo a conclusão que tiramos é que se trata de um policial da P2, a polícia secreta paulista.

Perguntamos então:

O que estava fazendo este militar ali?

Não basta apenas responder que era policial à paisana passando por acaso.

Nem mesmo responder que era um policial à paisana para “observar de dentro” a manifestação, o que já bastaria para um protesto formal dos porfessores e uma indignação dos “defensores da liberdade” da mídia comprada.

MAS, o principal detalhe é a barba!

O policial em questão estava trabalhando dentro do movimento há muito tempo. Sua caracterização, usando barba é a prova concreta e definitiva.

Vemos então, caros leitores, que Serra/PSDB e companhia estão usando táticas totalitárias, para atacar os trabalhadores que “ousam” se organizar e defender seus direitos.

TÃO importante quanto, é o fato de que esta descoberta nos autoriza a pensar:

1. Quantos policiais disfarçados estavam presentes no ato público?

2. Foram eles orientados a iniciar os ataques para justificar a violência?

3.Quantos  policiais estão atualmente infiltrados em sindicatos e no movimento popular. A mando de quem e por que motivo?



Acho que a Assembléia Paulista, se prestasse para algo, visto que engaveta toda CPI contra o PSDB, abrisse uma CPI para esclarecer o que a polícia militar de Serra anda fazendo contra a população.

Estamos diante de um fato muito grave.

A liberdade de cada um de nós está sob ameaça. Este senhor do PSDB, está nos mostrando claramente o que faz e o que fará, contra aqueles que não seguirem suas ordens e desejos.

Ainda há tempo de nos organizarmos e banir este político do mapa.

Ou correremos o risco de viver em uma ditadura acobertada pela mídia.

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27 de mar. de 2010

[Greve] O Valor de um Professor

 Segue a reportagem do Estadão
http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,policia-e-professores-entram-em-confronto-e-16-ficam-feridos,529695,0.htm
Com destaque para :

"Segundo fontes do governo, Serra preferiu não negociar pessoalmente com os professores pois não quer passar a impressão de que esteja cedendo aos manifestantes. "

Professor socorre PM paulista mandado prá atirar no professor que fazia manifestação por melhores condições.
Essa é prá guardar.
Retirada de:
http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/03/26/um-classico-da-fotografia/

por Lucimara Domingues

Polícia e professores entram em confronto e 16 ficam feridos

Protestantes jogaram pedras e policiais revidaram com balas de borracha e bombas de efeito moral

26 de março de 2010 | 17h 53

Professor socorrendo policial (foto de Clayton de Souza)
Policial ferida é carregada durante manifestação em frente ao Palácio dos Bandeirantes
Mariana Mantelli, de O Estado de S. Paulo
O confronto entre professores da rede estadual de ensino e a Tropa de Choque da Polícia Militar deixou 16 pessoas feridas, segundo a Polícia Militar. A corporação informou que, desse total, 9 são civis e 7 são da PM. A manifestação terminou por volta das 19h30 desta sexta-feira, 26.
Veja também:
mais imagensFotos do protesto
linkProfessores municipais apresentam reivindicações
O governo de São Paulo informou a representantes dos professores que não negociará reajuste salarial enquanto durar a greve da categoria, que começou no dia 8.
O cruzamento da rua Wagih Assad com a avenida Giovanni Gronchi virou uma praça de guerra. Alguns manifestantes quebraram um vaso da rua e jogaram as pedras nos policiais, que revidaram com balas de borracha e gás de efeito moral. Um policial também chegou a jogar pedras.
No meio da confusão, uma pedra explodiu o vidro do carro do jornal O Estado de S. Paulo.
Os secretários-adjuntos da Casa Civil, Humberto Rodrigues, e da Educação, Guilherme Bueno, receberam dez integrantes do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) para uma reunião de 40 minutos no Palácio dos Bandeirantes. Os sindicalistas deixaram a sede do governo sem falar com a imprensa.
Segundo fontes do governo, Serra preferiu não negociar pessoalmente com os professores pois não quer passar a impressão de que esteja cedendo aos manifestantes. O governador e seus assessores avaliam que o movimento é mal visto pela maioria da população.

Confronte entre Professores e Policiais (Foto de Luis Cleber Martines)
Manifestantes entram em confronto com tropa de choque
Os professores da rede estadual de ensino decidiram, por volta das 16h45 desta sexta-feira, 26, manter a paralisação da atividade.
Cerca de 7 mil pessoas participaram da manifestação, segundo a Polícia Militar. Com várias bandeiras da Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da União Nacional dos Estudantes (UNE), muitos manifestantes gritavam frases contra o governo, chamando-o de “intransigente” e “autoritário”.
Esse é o terceiro protesto da categoria. Nas manifestações anteriores, os professores fecharam a Avenida Paulista. No dia 12, o ato reuniu cerca de 12 mil pessoas. No dia 19, outra passeata na mesma região contou com 8 mil.
A classe reivindica reajuste salarial de 34%, incorporação imediata das gratificações e o fim das provas dos temporários e do programa de promoção.

(foto de Eernesto Rodrigues)
Bomba de efeito moral explode durante enfrentamento
“Movimento político”
Em nota, a Secretaria de Estado da Educação informa que não mudará programas criticados pelo sindicato, como o de Valorização ao Mérito e a criação da Escola Paulista de Professores. Para a secretaria “são esses os programas que estão permitindo melhorar a educação de São Paulo”. Segundo a nota, a greve afeta 1% das escolas estaduais.
O governo voltou a classificar como “político” o movimento da Apeoesp. “O sindicato convocou a greve sem que tivesse tentado nenhuma negociação com a Secretaria da Educação, o que evidencia sua finalidade política”, diz a nota. “A secretaria lamenta a truculência e a violência dos sindicalistas, que nessa semana fizeram baderna até mesmo dentro de um hospital.”
A íntegra da nota:
“Uma comissão de sindicalistas foi recebida por representantes da Secretaria da Educação e da Casa Civil no Palácio dos Bandeirantes. O governo informou que só aceita conversar sobre salários após o fim da greve. A Secretaria da Educação também informou que não vai mudar nenhum dos programas que são combatidos pelo sindicato, como o Programa de Valorização pelo Mérito, que dá aumento de 25% de acordo com o resultado de uma prova; a lei que acabou com a possibilidade de faltar dia sim, dia não; e a criação da Escola Paulista de Professores, com a abertura de concurso para dez mil novas vagas. São esses programas que estão permitindo melhorar a educação de São Paulo, com o Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado tendo melhorado 9,4% em 2009 em relação a 2008. Ainda nesta semana o governo pagou R$ 655 milhões em Bônus por Resultado para 210 mil profissionais da educação.

“A Secretaria informa, ainda, que o movimento da Apeoesp afeta apenas 1% das escolas. O sindicato convocou a greve sem que tivesse tentado nenhuma negociação com a Secretaria da Educação, o que evidencia sua finalidade política. O movimento contesta, também, leis aprovadas na Assembleia Legislativa após amplo debate, o que indica mais uma vez o seu desprezo pelas regras da democracia.

“A Secretaria da Educação lamenta a truculência e a violência dos sindicalistas, que nesta semana fizeram baderna até mesmo dentro de um hospital. A Secretaria considera que a violência é uma tentativa do sindicato de criar um fato político, já que a rede de 5.000 escolas estaduais funciona normalmente.”


(foto Luis Cleber Martines)

Policiais jogaram bombas de efeito moral para dispersar a multidão

Colaboraram Julia Duailibi e Carolina Freitas
Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,policia-e-professores-entram-em-confronto-e-16-ficam-feridos,529695,0.htm. Acesso em: 26 mar. 2010.

19 de jun. de 2009

[MACS] Notícias da USP

Car@S,
quem escreve aqui é a Renata, da USP.
Escrevo, na maioria, para os contatos que peguei no ERECS.
Também encaminho esse email para algumas outras pessoas.

Segue anexo a carta da ADUSP sobre os ultimos acontecimentos da Universidade.

Coloco aqui no corpo do texto a nota da gestão do Centro acadêmico de Ciências Sociais, da qual faço parte.

Domingo, 14 de Junho de 2009
Nota de repúdio da gestão do CeUPES - Centro Acadêmico de Ciências Sociais da USP
A atual gestão do CeUPES, Centro Acadêmico de Ciências Sociais da USP, vem por meio desta nota manifestar a toda a sociedade seu repúdio à inaceitável atitude - de extrema intransigência e truculência - que tomou a reitoria da Universidade de São Paulo na tarde de nove de junho de 2009. Em meio a uma manifestação pública e pacífica, estudantes, funcionários e docentes foram fortemente agredidos pelas tropas da Polícia Militar.
Contrário ao que tem sido veiculado, as manifestações das três categorias que compõem a comunidade universitária tem razões e objetivos claros: defender a educação pública e de qualidade a todos. Nossa maior bandeira é ampliar a participação popular nesta Universidade, que ainda hoje é destinada a poucos. Nossa luta é por mais vagas, principalmente à população pobre que excluiu de seus sonhos a chance de propiciar aos seus filhos e filhas uma educação de qualidade e transformadora.
Entendemos que a Universidade deve ser, por excelência, o ambiente estimulador de discussões críticas, receptiva à circulação de idéias e projetos para a sociedade. A USP comemora seus 75 anos neste ano. Seguirá sendo respaldada pela sociedade, que a reconhece como uma das maiores instituições públicas de ensino e pesquisa em nosso país. Porém, no último período, a reitoria mostrou não estar disposta a reconhecer ou reivindicar a Universidade como um espaço democrático de formulação de pensamento. Ainda que tenhamos buscado insistentemente o diálogo, a reitoria absteve-se do debate político com o movimento da universidade e preferiu – de maneira inédita – convocar a Força Tática da Polícia Militar para agredir os manifestantes. Todas as manifestações, como a de hoje, foram referendadas nos fóruns das categorias e, portanto, devem ser tratadas ao menos com respeito pelas autoridades universitárias. Realizamos - estudantes, docentes e funcionários - atividades públicas que procuram trazer novos participantes para as decisões coletivas, esclarecendo nossas pautas e reivindicações a toda população. A reitoria, de maneira diversa, optou por garantir, através de forças armadas, a supremacia de sua visão política.
Por muitas vezes, estudantes, funcionários e professores levantaram suas bandeiras e caminharam juntos em defesa da educação, conseguindo nessa trajetória grandes vitórias. Entretanto, nunca antes, dentro de uma universidade, estudantes, funcionários e professores foram obrigados a correr de bombas, policiais e todo o aparato que a reitoria invocou nesse nove de junho fatídico que manchará a história da Universidade de São Paulo. Ao permitir que a Polícia interviesse nas atividades da Universidade, a reitora abriu espaço para que os agentes policiais perdessem o controle sobre a situação. Indiscriminadamente, foram disparadas bombas de efeito moral, balas de borracha, sobre funcionários, estudantes e professores de várias unidades. Não só aos que já haviam aderido à paralisação inicialmente, mas também àqueles que, ao ter contato com a situação, saíram de suas salas para se somarem à manifestação. Ao contrário do que expõe a mídia, a agregação não foi um ataque aos manifestantes, mas sim um ataque a toda comunidade universitária. A USP, perplexa, não assistiu a um confronto entre policiais e manifestantes, mas sim um ataque frontal e descabido das forças policiais aos defensores da Educação Pública.
Nós, da gestão Canto Geral do Centro Acadêmico de Ciências Sociais da USP, repudiamos com veemência a opção desta reitoria. Não cederemos a essa onda de violência sem propósitos e reafirmamos nosso compromisso com uma Universidade aberta ao diálogo. Defendemos e continuaremos a defender a liberdade de organização, a autonomia da Universidade e a garantia de que ela passe a ser, de fato, um lugar onde se produza conhecimento crítico.
Fora Suely Vilela! Diretas para reitor já!
CeUPES - Centro Acadêmico de Ciências Sociais da USP
Gestão "Canto Geral"


segue também, aqui no corpo de mensagem, a nota do comando de greve da Filosofia:

PM ataca professores, estudantes e funcionários
No dia 09/06, terça-feira, deu-se uma manifestação dos professores, estudantes e funcionários das três estaduais paulistas – USP, UNESP e Unicamp (programada e divulgada massivamente desde a semana passada) em frente ao portão um da USP, com o intuito de expressar a indignação, por grande parte da comunidade uspiana, diante da presença de dezenas de policiais militares da força tática e tropa de choque no campus que têm reprimido a greve dos funcionários, docentes e estudantes. Entre outras coisas, o ato utilizou flores como forma de se manifestar a favor do diálogo e contra a força bruta. Por volta das cinco horas, a maior parte dos manifetantes já retornava em direção à universidade para a realização de uma assembléia estudantil, no entanto houve uma agitação entre policiais e manifestantes e, a partir daí, a ação policial foi desproporcional: o contingente de policiais aumentou com a chegada de dezenas de viaturas, junto com a utilização de bombas de gás lacrimogênio, balas de borracha e agressão com cacetetes. Além disso, a força policial seguiu encurralando os manifestantes em direção a reitoria. mantendo o ataque violento. Depois, o ataque prosseguiu até a FFLCH, onde os estudantes, acuados, buscaram abrigo, onde ocorria uma assembleia da ADUSP (associação dos docentes da USP). A ação policial continuou a utilizar bombas de gás lacrimogênio, o que forçou os manifestante e os professores em assembléia a abandonar o pédio.
Os estudantes se reuniram em assembléia, que decidiu por fazer vigília em frente a história, e uma comissão foi formada para negociar com a polícia, a princípio não houve negociação, mas depois de horas da permência da tropa de choque parada próximo a reitoria, a comissão onseguiu negociar a retirada da PM.
Dois líderes sindicais e um estudante foram presos, manifestantes foram feridos. Não podemos nos calar diante destes fatos gravíssimos. Uma reposta imediata frente a tal ato de violência desmedida faz-se necessária, visto que este episódio é inédito na Cidade Universitária.
Assim, convocamos todos para construir a greve na filosofia nesta semana, e nos colocarmos contra a intervenção militar no campus e a política autoritária da reitoria que chama a PM para itermediar negociações.
Atenciosamente,
CAF.


Peço moções de repúdio de c.a.s, d.a.s, dce s ou organizações.

segue também o link do blog do movimento dos blusa amarela, movimento que estamos organizando - alguns estudantes da USP - pela derrubada da reitora Suely Vilela.
http://blusasamarelas.blogspot.com/

Como última coisa, mando o link de um vídeo que já mencionei para alguns/algumas de vocês.
www.youtube.com/uspemgreve

Hoje teremos assembléia geral de estudantes, envio mais informes depois.

Saudações de luta !

Rena.
FORA SUELY !
FORA PM DO CAMPUS !