30 de jul. de 2008

[ENECS] Ata do GD CONECS

Abaixo segue a relatoria do CONECS.
 
beijos a todos,
Le Bandoli.
 
Reunião 01, CONECS
local: ENECS, Salvador. 25 de julho.
 
A relação de escolas que participaram do espaço de organziação é: UFSC, UFPR, UFRGS, USP, UFBA, UFAL, UFPE, UECE, UFS. Lembramos que faltou a reunião mas que deveremos reunir no grupo de organização: UFMG, UFES, UNIFOR, UFC, e UFMT
 
CONTATO:
Criar lista de email: Carol UFPE.
Blog: Carol UFPE, Duda UFRGS.
 
ENADE:
Finaciamento da campanha: Rodrigo UFSC e Ana UFBA verão com o ANDES-SN.
Cada centro acadêmico ou afim também deve contactar o ANDES-SN regional para colaboração.
Texto/panfleto: Carol UFPE, Thiago USP.
Arte/adesivo: Duda e Hulk- UFRGS
 
 
 
DOSSIÊ criminalização do M.E na C. Sociais:
Que cada C.A. ou afim mande ao CONECS um informe a respeito da criminalização do M.E. em seu curso/ escola. A intenção é construir um dossiê nacional.
OBS:caso haja equívoco na relatoria, alertem.
 
Ementa de informe: Alexandra UFPR.
A idéia é levantar pontos que as escolas devem apresentsar de informes, para que não tenhamos informações damasiado desemparelhadas e todos nos lembremos dos pontos a serem expostos. ( isso nao exclui outros informes)
OBS: pretendo ter em mãos a relatoria dos GDs pra lembrar as demandas, sistematizar, etc.
 
Possibilidades de sede para encontro do CONECS: Juiz de Fora, ou UFPR. (não havia mais uma outra alternativa?)
Convocatória pro encontro: Gy UFRGS - enviar até 1º de setembro. Para tanto é necessário que haja confirmação do local e data.
 
Coordenação dos Regionais:
Nordeste: UFAL, UFPE, UFC.
Sul: UFSC.
Sudeste: USP.
Centro Oeste: UFMT, (UFMG?)
 

"A soberania daquele que emite uma opinião fundamentada em seu próprio nome e por sua própria voz é análoga à soberania que uma mulher pode ter sobre seu corpo.
Aquele que pode falar pode fazer porque cria, por meio de sua fala, valores, relações e consensos. Aquela que fala em seu próprio nome manifesta a possibilidade universal de que muitas a sigam ou simplesmente saiam da clandestinidade, única forma pela qual mulheres podem ser soberanas sobre seus próprios corpos sem correr riscos na ordem moral e legal. É essa soberania das mulheres que assusta. [...]"
 

[Debates] UBV - Universidade Bolivariana da Venezuela na UDESC

[Bate papo com estudante da UBV nesta 6ªfeira na UDESC!
Oi pessoas!

Uma boa oportunidade para conhecermos as experiências de Nossa América: o CA de Pedagogia da UDESC está organizando um bate-papo com colega da Universidade Bolivariana da Venezuela que vai nos contar um pouco sobre o processo revolucionário que vem se dando lá e, principalmente, sobre educação popular.

Anotem e compareçam!!!
Sexta feira (01/08) às 18h30
2o andar da FAED - UDESC (campus Itacorubi)

Abraços!
RODRIGO

29 de jul. de 2008

[Textos] Sem Terra chegam a Florianópolis para exigir Reforma Agrária

Sem Terra chegam a Florianópolis para exigir Reforma Agrária

Reforma Agrária parada em todo o país, os Movimentos Sociais sendo criminalizados, crise dos preços dos alimentos. Esses são motivos que trouxeram a Florianópolis cerca de 350 trabalhadores e trabalhadoras do MST, de todo o Estado de Santa Catarina.

Na capital, os agricultores montaram acampamento na Assembléia Legislativa, no saguão superior. Hoje, às 14 h será realizada uma vigília em frente ao Tribunal de Justiça, em protesto à ação movida pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul, que enquadrou oito companheiros do MST na Lei de Segurança Nacional, além de fazer outras denúncias criminosas e infundadas. Os depoimentos dos companheiros serão colhidos hoje, a partir das 13h30, na Comarca de Carazinho (RS).

O MST reivindica o assentamento imediato de 140 mil famílias acampadas no Brasil, liberação dos recursos do Pronera (Programa Nacional de Educação da Reforma Agrária), bem como um programa de crédito para desenvolver agroindústrias nos assentamentos e incentivar a cooperação agrícola, como forma de produzir alimentos saudáveis e baratos.

Produtos da Reforma Agrária, como feijão, mel, conservas de pepino e cebola, óleo de girassol, leite, queijo, nata, açúcar mascavo, doces, pães e muitos outros serão disponibilizados à população em uma feira que será instalada na Praça da Alfândega, a partir desta quarta-feira (30/7).

Esta atividade faz parte da Jornada Nacional de luta por Reforma Agrária que acontece em todo país, para marcar o dia do trabalhador rural, o 25 de julho.

Acompanhe no Sítio do MST
http://www.mst.org.br/mst/pagina.php?cd=5645