28 de ago. de 2009

[CALCS] Carta a CO-ENECS

Povo, demorei mas mando ai aquela proposta de CARTA AO ENECS PARAHYBA.
Redigi ela as pressas então deve estar com alguns errinhos ali pelo meio.

Contendo os pontos que foram levantados 1) falta de participação da COENECS nos espaços nacionais pré-enecs; 2) a escolha da data que inviabilizou a participação massiva nossa. 3) ponderações para a próxima escola.

Lembrando que isto foi encaminhado em alguma reunião do CA do semestre passado. Só não lembro qual e fica difícil de saber, já que as atas e relatorias vivem tomando chá por esta lista!

Leiam, modifiquem, mandem contribuições... A idéia era enviar antes do encontro nacional para que alguém pudesse ler lá.
Acho importante mandar antes de sexta paras as listas nacionais como subsidio para o povo que vai e para o povo que fica.
Quando a UFSC a sugestão era colar nas portas em A3.
Boni
Té.


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Carta de descontentamento com CO-ENECS PARAHYBA

É com grande pesar que enviamos esta carta ao XXIV Encontro Nacional de Estudantes de Ciências Sociais!

Gostaríamos profundamente de estarmos presentes enquanto uma grande comitiva construindo este ENECS. Mas infelizmente não nos foi permitido por uma série de questões que pretendemos abordar logo abaixo, e assim com estas reflexões contribuir para que cada estudantes presente em João Pessoa levem em consideração nossa ausência e nossas preocupações na escolha da próxima escola sede e quais os mecanismos necessários para se ter a maior participação, de forma mais crítica e democrática na elaboração do encontro.

Entendemos que um ENECS é um espaço presencial importante e fundamental para a articulação nacional dos cientistas sociais em formação. E como estudantes, da COMISSÃO ORGANIZADORA, ou não, devemos lutar e realizar o máximo esforço para potencializar a participação do maior número possível de estudantes engajados no debate das questões fundamentais que permeiam e perpassam nossa formação profissional crítica. É neste sentido que enviamos esta carta de descontentamento a C.O. deste ENECS para que seja lida durante o encontro nacional.

Um ENECS no nosso entender não é um evento que deva estar deslocado do movimento estudantil nacional. Muito pelo contrário, deve fornecer elementos que potencializem sua organização e sua avaliação de quais são os grandes dilemas nacionais e como estes influem nas problemáticas que necessitamos construir e que afetam direta e indiretamente nossa formação acadêmica e profissional. É neste horizonte de reorganização de pautas mínimas de discussão e de trabalho em  âmbito local, regional e nacional, que temos, enquanto estudantes de Ciências Sociais da UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, feito o máximo esforço no debate interno em nossa escola, buscando na participação construtiva na organização, no debate das linhas gerais, e na presença efetiva e crítica nos ENCONTROS REGIONAIS E NACIONAIS desde 2006.

E é uma pena que este evento, XXIV ENECS, não nos permitiu influir diretamente na sua construção, seja pré ou durante o evento. Temos clareza que isto não acontece somente com a UFSC, mas em uma gama enorme de outras universidade que passaram ou foram posta a margem da construção do encontro deste ano.

A não realização de um PRÉ-ENECS prejudicou a participação democrática na construção deste encontro. Que não se realiza somente no encontro em si, posto que é uma processo permanente que vai de um encontro a outro. Entendendo que há especificidades e que devemos levar em conta estes elementos na escolha da escola e na contrução de linhas para o encontro que respeitem tanto as demandas nacionais quanto locais. Um encontro nunca pode ser um "feudo" da escola sede.

A imposição da DATA, é outro fato grave, e no nosso entender está ligado diretamente a toda a concepção adotada pela CO-ENECS. Não levar em conta este fator dentro de um país continental com o nosso, é no mínimo menosprezar a participação de outras escolas e regiões.

Enfim, objetivando concluir lançamos algumas reflexões: Uma escola sede, respeitando sua particulariedade, não pode ignorar as demandas do movimento nacional e das propostas do encontro anterior. A realização de conecs ou pré-encontros são necessárias; o fortalecimento dos regionais é outro fator importante; a pretendida rede de grupos de trabalho precisa avançar etc.
É com pesar, por nossa não participação, e com desejos de façam todos um bom encontro e reflitam seriamente sobre como foi e esta sendo construida este encontro para que isto não se repita nos futuros encontros nacionais.
Estudantes de Ciências Sociais da Universidade Federal de Santa Catarina e Centro Acadêmico Livre de Ciências Sociais.
FLORIANÓPOLIS, 27 AGOSTO 2009.

26 de ago. de 2009

[UFSC] 1ª reunião de organização da ANEL

Olá,
 
Mando alguns anexos para ajudar na discussão sobre a primeira Assembléia Nacional da Anel, entidade fundada a partir do congresso nacional de estudantes em junho passado no Rio de Janeiro. Também me disponho desde já a esclarecer qualquer dúvida e ajudar no que for preciso. Nessa semana ainda passo no CA para deixar o jornal da entidade.
 
1° Anexo: As resoluções do CNE são importantes pra conhecer o conteúdo das discussões que tiveram no congresso, bandeiras de luta que a entidade vai estar tocando até seu próximo congresso daqui a dois anos e a concepção de movimento estudantil que defende a entidade;
 
2° Anexo: A convocatória de reunião da primeira Assembléia Nacional na sede do DCE da USP, nos dias 12 e 13 de setembro. Ali tem os pontos de pauta da reunião que são: campanhas da entidade; organização dela; comissão executiva da Anel e as resoluções do congresso que ficaram pendentes. Também tem o funcionamento da ANEL que é de certa forma diferente das entidades tradicionais como vocês poderão ver com o intuito de garantir debates mais constantes e o controle mais direto pelas entidades que participam dela por se tratar de uma entidade nacional e de não cair nos erros da UNE que se afastou do estudante. Existem duas formas básicas de participação na assembléia: a- OBSERVADOR onde possui apenas direito a voz e não precisa ser votado como representante por sua entidade de base; b – DELEGADO que tem direito a voz e voto e é indicado como representante da sua entidade de base a partir de uma discussão prévia nela sobre a Assembléia Nacional. Sobre a participação como delegado cabe esclarecer uma coisa: a entidade para mandar delegado para a ANEL não precisa ter uma relação formal de filiação com ela ou ter deixado de participar da UNE. Ela é aberta a todos que querem debater e mobilizar os estudantes por suas pautas de luta.
 
Sobre a ida para a Assembléia Nacional na USP já tem um micro-ônibus conseguido na UFSC que está disponível para que o movimento estudantil e suas entidades possam participar.
 
Por fim, gostaria de colocar algumas ações que a ANEL, apesar de recém-nascida, já teve a partir de seu Congresso de fundação em junho: participou da mobilização na USP logo após o Congresso que resultou na desocupação do campus da universidade pela Polícia Militar que estava lá para reprimir as greves de servidores técnicos-administrativos e dos estudantes por mais democracia na universidade e outras pautas específicas; participou dos atos de rua da mobilização nacional do 14 de agosto que pautou, entre outros temas, a campanha do “Petróleo é Nosso”, o Fora Sarney e o fim da corrupção, os cortes de verbas na educação e nas demais áreas sociais, a luta contra a corrupção da governadora do Rio Grande do Sul e o aumento do desemprego e da intensificação do ritmo de trabalho nas indústrias; participou de vários atos de rua que ocorreram durante todo agosto sobre a corrupção no Senado e outros coisas mais.

 
Abraços,
Daniel - Economia/UFSC
Construindo a Conlutas e a Assembléia Nacional de Estudantes - Livre!!!

24 de ago. de 2009

[DEBATE] A crise vista pelos marxismos do século XXI

Meszaros ao vivo pela internet.

A crise vista pelos marxismos do século XXI

Debate com Meszáros, Benstein e outros convidados.

No link: http://www.cpflcultura.com.br/aovivo/2009/08/24/debate-internacional/crise-vista-pelos-marxismos-do-seculo-xxi

O Evento está acontecendo em São Paulo.
Para mesa de debate foram convidados o curador Francisco de Oliveira, o filósofo húngaro István Mészáros, o sociólogo sueco Göran Therborn e Jorge Beinstein, economista argentino, professor catedrático das universidades de Buenos Aires, Córdoba e Havana.
A transmissão ao vivo, direto, do TUCA - Teatro da Universidade Católica de São Paulo (Rua Monte Alegre, 1024 - Perdizes) - será pelo site: http://www.cpflcultura.com.br/post/cpfl-cultura-e-boitempo-editorial-em-encontro-sobre-marxismo
A programação tem entrada gratuita, a partir das 18h, e haverá distribuição de certificados de participação para os interessados. Mais informações pelo telefone (19) 3756-8000.