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16 de jun. de 2008

[Texto] Estudantes são espancados pela polícia na ocupação da USP

Estudantes são espancados em ocupação contra corrupção na universidade.

Na noite de sexta-feira, 13 de junho, os estudantes ocuparam a reitoria acadêmica da Universidade Federal de São Paulo em defesa de uma educação pública, gratuita e de qualidade. Protestaram contra os casos de corrupção envolvendo a reitoria e as fundações de apoio que desviaram em torno de R$170 milhões desde 2005 (empresas fantasmas, licitações superfaturadas envolvendo familiares do vice-reitor Tufik, desvio de dinheiro público federal da SPDM para aluguéis de casa, diárias de viagens, entre outros que o ministério público divulgou).

Em menos de 15 minutos a polícia militar de São Paulo invadiu o prédio (federal) a mando da reitoria e os estudantes foram brutalmente agredidos e retirados do prédio. A agressão não foi apenas física, além de cacetetes e spray de pimenta, os estudantes eram ofendidos, ameaçados e alguns algemados. Uma policial que estava com arma de fogo em punho ameaçava-os constantemente. Alguns estudantes que estavam do lado de fora filmando as agressões também foram agredidos e tiveram suas câmeras e celulares apreendidos pela polícia militar.

Como se não bastasse essa tortura, os estudantes foram levados em camburões com spray de pimenta para a delegacia. Os estudantes foram liberados por volta das 06h da manhã após terem sido fichados. Alguns celulares não foram devolvidos, os que foram tiveram todas as imagens das agressões apagadas para não servirem como provas contra a polícia.

A luta do movimento estudantil sempre foi, e ainda é duramente reprimida pela polícia que é um braço forte do Estado, e que cada vez mais privatiza e sucateia a educação implantando reformas como o Reuni para cumprir metas impostas pelo Banco Mundial e pelo FMI.

Os estudantes da Unifesp seguem firmes na luta, defendendo a educação pública e de qualidade, contra o mau uso do dinheiro público e descaso para com a sociedade. Não podemos mais aceitar a repressão aos movimentos sociais. Não se pode permitir que a repressão, a intolerância e a violência façam parte do cotidiano do estudante e do trabalhador.

Nós estudantes devemos lutar por uma educação popular e de qualidade
Vamos todos nos unir e pedir a renúncia imediata do reitor
Fora reitor Ulysses Fagundes Neto e todo seu gabinete da Unifesp
Eleições diretas para reitor
Fora Reun
Pela n
ão punição dos estudantes

Ana Rita Mayer

3 de mai. de 2007

[Textos] PF deflagra operação contra políticos e empresários de Florianópolis

olha só que loucura, até a cobra do juarez silveira
caiu de novo, e o Ávila (presidente da câmara) tmb!
hahahah parabens pros gambé federales!

Quem tiver tempo da uma lida...

Ramon Branquinho

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PF deflagra operação contra políticos e empresários de Florianópolis


A Polícia Federal está cumprindo desde o início da manhã desta quinta-feira mandados de prisão contra políticos, empresários e funcionários públicos de Florianópolis acusados de negociar licenças ambientais. A operação foi batizada de Moeda Verde.

Leia a seguir a nota divulgada pela PF:

Por determinação da Justiça Federal, policiais federais começaram a cumprir hoje mandados de prisão temporária contra várias pessoas e de busca e apreensão em órgãos públicos, empresas e residências, expedidos em inquérito que investiga a existência de um esquema de venda de leis e atos administrativos de conteúdo ambiental e urbanístico, em favor de grandes empreendimentos na Ilha de Santa Catarina.

Os mandados foram expedidos por ordem do juiz Zenildo Bodnar, da Vara Federal Ambiental de Florianópolis, que determinou as medidas de prisão e busca e apreensão por considerá-las necessárias à eficácia das investigações e sobretudo para preservar as eventuais provas a serem obtidas.

A operação da Polícia Federal, denominada Moeda Verde, investiga a ocorrência de crimes contra a ordem tributária, falsificação de documento, uso de documento falso, formação de quadrilha, corrupção e tráfico de influência. As prisões temporárias (22 mandados), que começaram a ser efetuadas durante a madrugada, foram decretadas contra vereadores de Florianópolis, servidores públicos e empresários, entre outros.

As buscas e apreensões devem ser feitas na Secretaria de Urbanismo e Serviços Públicos de Florianópolis (Susp), no Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis, na Fundação do Meio Ambiente de Florianópolis (Floram), na Fundação do Meio Ambiente (Fatma), em escritórios de empresas e residências.

Na decisão, o juiz Zenildo Bodnar deixa claro que as prisões não implicam juízo de valor sobre a culpa ou inocência dos envolvidos, a serem devidamente apuradas no curso regular do processo, com respeito ao direito à ampla defesa.

CONFIRA OS NOMES
Juarez Silveira (vereador)
André Luiz Dadam (servidor da Fatma)
Hélio Scheffel Chevarria (grupo Habitasul)
Fernando Tadeu Soledade Habckost (grupo Habitasul)
Renato Juceli de Souza (Susp)
Marcelo Vieira Nascimento (Floram)
Rubens Bazzo (Susp)
Francisco Rzatki (Floram)
Péricles de Freitas Druk (grupo Habitasul)
Fernando Marcondes de Mattos (Costão do Santinho)
Amílcar Lebarbechon da Silveira (restaurante do
Amílcar)
Paulo Cezar Maciel da Silva (shopping Iguatemi)
Gilson Junckes (hospital Vita)
Rodrigo Bleyer Bazzo (filho de Rubens Bazzo)
Marcílio Guilherme Ávila (vereador eleito e atualmente
presidente da Santur)
Percy Haensch (Colégio Energia)
Margarida Emília Milani de Quadros
Aurélio de Castro Remor (secretário de Obras de
Florianópolis)
Paulo Toniolo Júnior
Itanoir Cláudio (chefe de gabinete de Juarez Silveira)
Sérgio Lima de Almeida
Aurélio Paladini