Regimento Eleitoral Das Eleições PARA O CENTRO ACADÊMICO LIVRE DE CIÊNCIAS SOCIAIS - CALCS
Deliberada em Assembleia Estudantil do dia 11 de novembro de 2010.
DAS ELEIÇÕES
Art. 1o – As eleições serão diretas e realizadas em um turno.
Parágrafo único – A votação ocorrerá nos dias 25 de novembro de 2010 (quinta-feira), conforme deliberação da Assembléia dos estudantes de Ciências Sociais.
Art. 2o – Não há um quorum mínimo de votantes para que as eleições sejam válidas.
DAS CHAPAS INSCRITAS
Art. 19o – Só serão consideradas inscritas as chapas que:
I – Apresentarem nominata composta de, no mínimo, 8 (oito) integrantes.
II – Efetuarem inscrição no dia 17 e 18 de novembro de 2010, das 10:00 às 10:30 e das 20:00 às 20:30 no CALCS.
§ 1o – Só será aceita a inscrição da chapa por inscrito, em letra legível, constando nela o nome dos membros, número de matrícula, assinatura de todos os integrantes, atestado de matrícula que comprove a matrícula de todos os integrantes da nominata, bem como a denominação da chapa.
§ 2o – A inscrição da chapa deverá ser necessariamente feita por pelo menos um dos integrantes da chapa, que receberá um comprovante do recebimento da inscrição, bem como uma cópia deste Regimento.
DOS ELEITORES
Art. 3o – São eleitores todos os estudantes regularmente matriculados no curso de graduação em Ciências Sociais.
Art. 4o – O direito à voto ficará condicionado a comprovação da regularidade da matrícula do estudante.
Art. 5o – O eleitor deverá apresentar aos mesários qualquer documento de identificação oficial com foto (RG. Motorista. C. de trabalho), ou a certeira do RU, para ter direito a voto, devendo ainda assinar a listagem oficial da votação para o recebimento da cédula eleitoral.
Art. 6o – O eleitor que não tiver seu nome inscrito na listagem de votação, fornecido pelo Departamento de Administração Escolar (DAE) da UFSC, deverá trazer um comprovante devidamente emitido e carimbado pelo departamento do curso no qual está matriculado, para exercer seu direto de voto em separado.
DO VOTO
Art. 7o – O voto é universal e facultativo, e a votação se dará por chapas inscritas.
Art. 8o – São considerados votos válidos todos os votos que expressem claramente ou nominalmente a intenção do eleitor quanto a escolha da chapa.
Parágrafo Único – Cabe a Comissão Eleitoral, durante a apuração dos votos, decidir sobre a validade ou não dos votos duvidosos.
Art. 9o – São considerados votos nulos todos os votos que não identificarem a intenção do eleitor.
Art. 10o – São considerados votos brancos todos os votos que não contenham quaisquer inscrições ou manifestações do eleitor, ou seja, a cédula intacta.
DA URNA
Art. 11o – Haverá uma urna localizada no corredor em frente às salas de aula do curso de Ciências Sociais.
Art. 12o – A urna ficará disponível para votação durante o dia da eleição, das 08:20 até 12:30 e das 17:00 às 22:00.
Art. 13o – Durante a tarde entre os dois períodos de votação a urna será guardada na Coordenação do Curso de Ciências Sociais, sendo lacrada pela Comissão Eleitoral.
DOS MESÁRIOS
Art. 14o – A mesa será formada no mínimo por 01 (um mesário) mesário, sendo que um deste não deve estar inscrito em nenhuma chapa.
Parágrafo Único – A troca de mesário deverá constar na ata da urna o horário da troca e o nome dos mesários que entrarem e saírem da mesa, bem como suas respectivas assinaturas.
DA CAMPANHA
Art. 15o – As passagens em salas de aula para propaganda eleitoral no dia de votação não serão permitidas.
Art. 16o – Durante os dias de votação, não poderá haver campanha de boca de urna dentro do prédio de aulas do CFH.
DA APURAÇÃO
Art. 17o – A apuração terá início após o término da votação, ou seja, dia 25 de Novembro às 22:00 hs. A apuração ocorrerá no CALCS ou em alguma sala próxima.
Art. 18o – Cada chapa poderá mandar um fiscal para auxiliar a Comissão Eleitoral na apuração dos votos.
Parágrafo único: o período de homologação da chapa eleita será de 26 de novembro a 29 de novembro.
DA COMISSÃO ELEITORAL
Art. 20o – A Comissão Eleitoral será formada por 2 (dois) acadêmicos, estando estes regularmente matriculados no curso de graduação em Ciências Sociais da UFSC, que forem nomeados conforme deliberação desta Assembléia dos Estudantes de Ciências Sociais realizada no dia 11/11/2010, e que não poderão fazer parte de nenhuma chapa concorrente.
Art. 21o – Serão atributos da Comissão Eleitoral:
I – Viabilizar e divulgar o processo eleitoral.
II – Organizar pelo menos um debate entre as chapas inscritas, com data e local a serem definidos posteriormente.
III – Fiscalizar o processo eleitoral.
IV – Divulgar o resultado da eleição e declarar a chapa eleita.
Florianópolis, 11 de Novembro de 2010
COMISSÃO ELEITORAL
17 de nov. de 2010
16 de nov. de 2010
Brasil potencia?
Bom dia a todos,
Achei que podia interessar ....
Armas são decisivas para entrada em Conselho de Segurança da ONU, dizem analistas (Folha, 16 de novembro)
O apoio dos EUA à pretensão da Índia a uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) pode ser explicado, segundo especialistas, pelo arsenal de guerra de Nova Déli -- que inclui pelo menos 60 ogivas nucleares e um Exército com mais de 1,3 milhão de combatentes.
O presidente Barack Obama oficializou o apoio à Índia na semana passada, durante visita ao país.
Pesou em sua decisão o fato de os indianos serem o maior contraponto militar à China no sul da Ásia. Mas o apoio não ocorreria se o país não contasse com armas nucleares, segundo um general da alta cúpula do Exército brasileiro, que pediu para não ser identificado.
Segundo estimativa do Sipri (Instituto Internacional de Pesquisas de Estocolmo), a Índia tem entre 60 e 80 armas nucleares.
Fora isso, possui um dos maiores Exércitos convencionais do mundo, além de grande quantidade de armas estratégicas, entre elas mais de 4.000 tanques pesados, 11 mil peças de artilharia, 660 caças e uma Marinha forte, cuja frota conta com um porta-aviões e um submarino de propulsão nuclear.
Em 2008, o país investiu na área militar mais de US$ 30 bilhões, o equivalente a 2,6% de seu PIB (Produto Interno Bruto). O Brasil investiu mais de US$ 23 bilhões, cerca de 1,5% do PIB no mesmo ano, segundo o Sipri.
Os EUA, maior potência militar do globo, gastou mais de US$ 610 bilhões (4,3%).
"Para ser membro permanente do Conselho de Segurança, o país tem que ser reconhecido como potência militar, o que não é o caso [do Brasil]", afirma o pesquisador da Unicamp e coronel da reserva Geraldo Cavagnari.
Segundo o pesquisador, como o Conselho de Segurança é um órgão político (e não econômico), "independente do peso da economia de um país, ele terá que possuir armas para integrá-lo".
Para ele, a diferença de tamanho das forças armadas da Índia e do Brasil não é fruto apenas de decisões políticas. A localização estratégica dos países pesa na balança.
Enquanto o Brasil fica em uma região considerada extremamente estável (América do Sul, Atlântico e Pacífico sul), a Índia tem uma população cinco vezes maior, situa-se em um possível teatro de guerras futuro e vive a possibilidade permanente de conflito com o Paquistão -outra força nuclear.
MISSÕES DE PAZ
Sem os recursos necessários para se tornar uma potência militar, o Brasil tenta obter prestígio internacional participando de missões de paz das Nações Unidas.
A maior delas hoje é a Minustah (Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti), em que o Brasil mantém mais de 2.000 capacetes azuis.
Porém, os recursos escassos prejudicam até a participação nesse tipo de missão.
Em meados de agosto, o Itamaraty conseguiu, em negociação com a ONU, o comando da Força Tarefa Naval das Nações Unidas, que hoje atua na proteção da área costeira do Líbano.
Em troca, o Brasil deveria emprestar apenas um navio de sua esquadra de guerra. A negociação emperrou no Ministério da Defesa, que afirmou que não poderia prescindir de uma embarcação na defesa do litoral do país.
Hoje, negocia-se a ida de oficiais da Marinha para integrar a missão e, no ano que vem, o deslocamento de tropas terrestres.
Porém, mesmo quando a comparação é sobre missões de paz, a participação do Brasil é inferior à da Índia -- que tem quatro vezes mais tropas a serviço da ONU.
Para Cavagnari, a participação em operações de paz é positiva para o Brasil, mas não o torna uma potência.
"O Brasil passa a ser um país confiável porque contribui com a paz mundial. Mas ter um papel significativo nas decisões mundiais é outra coisa", disse.
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mundo/831141-armas-sao-decisivas-para-entrada-em-conselho-de-seguranca-da-onu-dizem-analistas.shtml
Ygor Aragão
Achei que podia interessar ....
Armas são decisivas para entrada em Conselho de Segurança da ONU, dizem analistas (Folha, 16 de novembro)
O apoio dos EUA à pretensão da Índia a uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) pode ser explicado, segundo especialistas, pelo arsenal de guerra de Nova Déli -- que inclui pelo menos 60 ogivas nucleares e um Exército com mais de 1,3 milhão de combatentes.
O presidente Barack Obama oficializou o apoio à Índia na semana passada, durante visita ao país.
Pesou em sua decisão o fato de os indianos serem o maior contraponto militar à China no sul da Ásia. Mas o apoio não ocorreria se o país não contasse com armas nucleares, segundo um general da alta cúpula do Exército brasileiro, que pediu para não ser identificado.
Segundo estimativa do Sipri (Instituto Internacional de Pesquisas de Estocolmo), a Índia tem entre 60 e 80 armas nucleares.
Fora isso, possui um dos maiores Exércitos convencionais do mundo, além de grande quantidade de armas estratégicas, entre elas mais de 4.000 tanques pesados, 11 mil peças de artilharia, 660 caças e uma Marinha forte, cuja frota conta com um porta-aviões e um submarino de propulsão nuclear.
Em 2008, o país investiu na área militar mais de US$ 30 bilhões, o equivalente a 2,6% de seu PIB (Produto Interno Bruto). O Brasil investiu mais de US$ 23 bilhões, cerca de 1,5% do PIB no mesmo ano, segundo o Sipri.
Os EUA, maior potência militar do globo, gastou mais de US$ 610 bilhões (4,3%).
"Para ser membro permanente do Conselho de Segurança, o país tem que ser reconhecido como potência militar, o que não é o caso [do Brasil]", afirma o pesquisador da Unicamp e coronel da reserva Geraldo Cavagnari.
Segundo o pesquisador, como o Conselho de Segurança é um órgão político (e não econômico), "independente do peso da economia de um país, ele terá que possuir armas para integrá-lo".
Para ele, a diferença de tamanho das forças armadas da Índia e do Brasil não é fruto apenas de decisões políticas. A localização estratégica dos países pesa na balança.
Enquanto o Brasil fica em uma região considerada extremamente estável (América do Sul, Atlântico e Pacífico sul), a Índia tem uma população cinco vezes maior, situa-se em um possível teatro de guerras futuro e vive a possibilidade permanente de conflito com o Paquistão -outra força nuclear.
MISSÕES DE PAZ
Sem os recursos necessários para se tornar uma potência militar, o Brasil tenta obter prestígio internacional participando de missões de paz das Nações Unidas.
A maior delas hoje é a Minustah (Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti), em que o Brasil mantém mais de 2.000 capacetes azuis.
Porém, os recursos escassos prejudicam até a participação nesse tipo de missão.
Em meados de agosto, o Itamaraty conseguiu, em negociação com a ONU, o comando da Força Tarefa Naval das Nações Unidas, que hoje atua na proteção da área costeira do Líbano.
Em troca, o Brasil deveria emprestar apenas um navio de sua esquadra de guerra. A negociação emperrou no Ministério da Defesa, que afirmou que não poderia prescindir de uma embarcação na defesa do litoral do país.
Hoje, negocia-se a ida de oficiais da Marinha para integrar a missão e, no ano que vem, o deslocamento de tropas terrestres.
Porém, mesmo quando a comparação é sobre missões de paz, a participação do Brasil é inferior à da Índia -- que tem quatro vezes mais tropas a serviço da ONU.
Para Cavagnari, a participação em operações de paz é positiva para o Brasil, mas não o torna uma potência.
"O Brasil passa a ser um país confiável porque contribui com a paz mundial. Mas ter um papel significativo nas decisões mundiais é outra coisa", disse.
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mundo/831141-armas-sao-decisivas-para-entrada-em-conselho-de-seguranca-da-onu-dizem-analistas.shtml
Ygor Aragão
15 de nov. de 2010
Relato do CEB
Relato do CEB
Aproveitando alguns momentos antes de me jogar na sol da praia para contar como foi o ceb autoconvocado da sexta feira... foi longo so isso posso dizer... foram poucas as vezes que vi uma reuniao de ceb tao cheia...epocas de eleicao ninguem fica parado, fique dito... em fim foram 2h30m de uma reuniao cheia de falas carregadissimas com o peso eleitoreiro devido as partes envolvidas... foi uma discussao tendenciosa desde o inicio para algo que mais parecia uma roleta russa.. quem começaria a brincadeira... marino o relatado , que pertence a gestao boas novas e apoiador da rosa dos ventos ou a comissao eleitoral que precisaria explicar todas suas acoes desde o ocorrido, ja que esta estava sendo julgada pelos seus atos,ao expor o relatado a toda a comunidade academica Esta brincadeira de roleta russa ate o inicio das duas falas foram quase 40 minutos de um ar seco de poucos espaços para respiro entre as forças que arquitetavam o inicio do jogo de xadrez. Pelo cansaço e nao muito por tatica o relatado marino começou a falar e posteriormente a comissao eleitoral. Apos as explicacoes de ambas as partes as ´peças ja estavam posicionadas dentro da sala de reunioes.A briga para saber quem teria suas peças ainda em jogo para enfraquecer e anular o jogo eleitoral nao deu conta de medir as forças, mas deixou visivel quais sao as forças e de que jeito elas se movimentam dentro do tabuleiro.Nao existiu consenso entre as interpretacoes das regras, entao aquele jogo ja nao tinha mais possibilidades de continuar sendo jogado, voltando assim os exercitos para a frente de batalha nas campanhas eleitorais... Ficou afirmado entre as partes o envio da ata desta reuniao para que a comunidade academica fica-se sabendo do empate forçado pelo tempo e conndicoes ,estando presente nesta ata a fala explitcativa de marino, da comissao eleitoral e dos demais ca´s que se aglutinavam entre as varias forças ali presentes..
obs: para quem nao entendeu o que falei sobre o ocorrido que foi discutido, leia as cartas da comissao eleitoral mandou para todos os estudantes (segue carta abaixo)
Bom dia
Favor divulgar comunicado da comissão eleitoral do Diretório Central dos Estudantes da UFSC.
Att,
Comissão Eleitoral do DCE da UFSC
Comunicado da Comissão Eleitoral – 26/10/10
Nós, da Comissão Eleitoral para o DCE da UFSC, viemos a público através deste nos posicionarmos sobre fatos ocorridos na última semana.
No último dia 20 de outubro de 2010, o integrante da antiga gestão do DCE Canto Geral, Marino Mondek, foi flagrado no interior da sede do DCE com posse de uma das suas chaves. Esse fato ocorreu sem o consentimento de qualquer membro da comissão eleitoral e muito menos da própria comissão eleitoral.
Conforme explicado posteriormente, a chave lhe foi repassada por um dos membros da gestão da Associação dos Pós-Graduandos (APG), a qual divide sede com o DCE, com o intuito de ajudar na organização de atividades acadêmicas ligadas a EIV. Este membro da APG tinha consciência também que não podia repassar uma chave a um estudante da graduação.
Não negamos a importância política das atividades relacionadas ao Estágio Interdisciplinar de Vivência, mas gostaríamos de lembrar que o ocorrido se constitui em falta grave, pois ameaça a credibilidade das eleições e desta comissão. A sede do DCE ou qualquer um de seus bens não podem estar em posse privilegiada de qualquer estudante da graduação, sob pena de favorecimento de determinado grupo concorrente ao pleito.
Tendo isso em vista, o presente documento tem por objetivo esclarecer o fato ocorrido e exigir a devolução, em até 48 horas após o seu lançamento ao público, da chave em posse dos estudantes da graduação.
Queremos reforçar que não é permitida a entrada na sede do DCE de qualquer pessoa estranha à comissão eleitoral e à gestão da APG.
Por fim, não existe autorização por parte da comissão eleitoral da reprodução total ou parcial de qualquer comunicado seu, tendo em vista que não se visa favorecer qualquer uma das chapas em disputa nas eleições. Livre é, obviamente, o debate sobre seu teor.
Sem mais.
Comissão Eleitoral 2010 – Diretório Central dos Estudantes da UFSC
26/10/10
Aproveitando alguns momentos antes de me jogar na sol da praia para contar como foi o ceb autoconvocado da sexta feira... foi longo so isso posso dizer... foram poucas as vezes que vi uma reuniao de ceb tao cheia...epocas de eleicao ninguem fica parado, fique dito... em fim foram 2h30m de uma reuniao cheia de falas carregadissimas com o peso eleitoreiro devido as partes envolvidas... foi uma discussao tendenciosa desde o inicio para algo que mais parecia uma roleta russa.. quem começaria a brincadeira... marino o relatado , que pertence a gestao boas novas e apoiador da rosa dos ventos ou a comissao eleitoral que precisaria explicar todas suas acoes desde o ocorrido, ja que esta estava sendo julgada pelos seus atos,ao expor o relatado a toda a comunidade academica Esta brincadeira de roleta russa ate o inicio das duas falas foram quase 40 minutos de um ar seco de poucos espaços para respiro entre as forças que arquitetavam o inicio do jogo de xadrez. Pelo cansaço e nao muito por tatica o relatado marino começou a falar e posteriormente a comissao eleitoral. Apos as explicacoes de ambas as partes as ´peças ja estavam posicionadas dentro da sala de reunioes.A briga para saber quem teria suas peças ainda em jogo para enfraquecer e anular o jogo eleitoral nao deu conta de medir as forças, mas deixou visivel quais sao as forças e de que jeito elas se movimentam dentro do tabuleiro.Nao existiu consenso entre as interpretacoes das regras, entao aquele jogo ja nao tinha mais possibilidades de continuar sendo jogado, voltando assim os exercitos para a frente de batalha nas campanhas eleitorais... Ficou afirmado entre as partes o envio da ata desta reuniao para que a comunidade academica fica-se sabendo do empate forçado pelo tempo e conndicoes ,estando presente nesta ata a fala explitcativa de marino, da comissao eleitoral e dos demais ca´s que se aglutinavam entre as varias forças ali presentes..
obs: para quem nao entendeu o que falei sobre o ocorrido que foi discutido, leia as cartas da comissao eleitoral mandou para todos os estudantes (segue carta abaixo)
Bom dia
Favor divulgar comunicado da comissão eleitoral do Diretório Central dos Estudantes da UFSC.
Att,
Comissão Eleitoral do DCE da UFSC
Comunicado da Comissão Eleitoral – 26/10/10
Nós, da Comissão Eleitoral para o DCE da UFSC, viemos a público através deste nos posicionarmos sobre fatos ocorridos na última semana.
No último dia 20 de outubro de 2010, o integrante da antiga gestão do DCE Canto Geral, Marino Mondek, foi flagrado no interior da sede do DCE com posse de uma das suas chaves. Esse fato ocorreu sem o consentimento de qualquer membro da comissão eleitoral e muito menos da própria comissão eleitoral.
Conforme explicado posteriormente, a chave lhe foi repassada por um dos membros da gestão da Associação dos Pós-Graduandos (APG), a qual divide sede com o DCE, com o intuito de ajudar na organização de atividades acadêmicas ligadas a EIV. Este membro da APG tinha consciência também que não podia repassar uma chave a um estudante da graduação.
Não negamos a importância política das atividades relacionadas ao Estágio Interdisciplinar de Vivência, mas gostaríamos de lembrar que o ocorrido se constitui em falta grave, pois ameaça a credibilidade das eleições e desta comissão. A sede do DCE ou qualquer um de seus bens não podem estar em posse privilegiada de qualquer estudante da graduação, sob pena de favorecimento de determinado grupo concorrente ao pleito.
Tendo isso em vista, o presente documento tem por objetivo esclarecer o fato ocorrido e exigir a devolução, em até 48 horas após o seu lançamento ao público, da chave em posse dos estudantes da graduação.
Queremos reforçar que não é permitida a entrada na sede do DCE de qualquer pessoa estranha à comissão eleitoral e à gestão da APG.
Por fim, não existe autorização por parte da comissão eleitoral da reprodução total ou parcial de qualquer comunicado seu, tendo em vista que não se visa favorecer qualquer uma das chapas em disputa nas eleições. Livre é, obviamente, o debate sobre seu teor.
Sem mais.
Comissão Eleitoral 2010 – Diretório Central dos Estudantes da UFSC
26/10/10
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