6 de abr. de 2010

[SINTE] Professores voltam a paralisar atividades no Instituto Estadual de Educação em Florianópolis

Professores voltam a paralisar atividades no Instituto Estadual de Educação em Florianópolis

Categoria reclama do não-pagamento de folha complementar pela Secretaria de Educação

Atualizada às 10h56min
Pelo menos 40 professores do Instituto Estadual de Educação (IEE), em Florianópolis, paralisaram as atividades no início da manhã desta terça-feira em protesto contra o não-pagamento da folha complementar da categoria, pela Secretaria Estadual de Educação (SED), programada para a segunda-feira.

O pagamento extra foi acertado depois que um erro na folha de março fez com que parte dos professores recebessem menos da metade dos salários do período.

Na dia 25 de março, os professores suspenderam as aulas até que a SED acenou com o acordo, em que se comprometeu a corrigir o valor do salário retido por conta do problema na folha de março. Ficou acertado que o complemento salarial seria pago no dia 5 de abril — o que não ocorreu.

Segundo o diretor de Assuntos Jurídicos do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte), Danilo Ledra, a categoria deve montar uma comissão para discutir o impasse com representantes da SED nas próximas horas.

Os manifestantes querem que o governo se comprometa, por meio de documento oficial, a pagar o salário devido nos próximos dias.

SED alega que cumpriu acordo
A diretora de Desenvolvimento Humano da Secretaria de Estado da Educação, Elizete Mello, reclama que a versão do acordo divulgada à imprensa pelo Sinte é equivocada.

Segundo ela, ficou acertado com a categoria que os dados para o pagamento dos professores seriam encaminhados para a Secretaria de Administração na segunda-feira após a Páscoa.

— Fomos claros quando informamos que entregaríamos os dados no prazo combinado. Foi o que aconteceu e eles já sabiam que seria assim. Agora, depende das Secretarias de Administração e da Fazenda para a liberação do dinheiro — explica, ressaltando que este é o processo legal que precisa ser obedecido.

Elizete estima que a folha complementar seja liberada em até 72 horas, se aprovada a liberação orçamentária. Ela adianta que não está previsto nenhum encontro com os manifestantes.

Alunos são afetados

Pelo menos 1,5 mil alunos frequentam a escola durante a manhã. Segundo o diretor de Ensino Vendelin Borguezan, parte das turmas continuam a ter aulas nesta terça.

Equipes de plantão e professores que não participam do protesto ministram aulas para os alunos de 5ª a 8ª série. Estes, devem ser liberados somente no final da manhã.

Aproximadamente 600 estudantes do Ensino Médio estão sendo liberados, aos poucos, durante a manhã.

Entenda o caso
Um erro de cálculo no momento de gerar as folhas de pagamento de 69, dos 267 professores do instituto, reduziu parte do salário na folha de março.

Mesmo sendo só no dia 29 o data de pagamento, os professores optaram por parar os trabalhos no dia 25, até aparecer uma solução. Por causa da paralisação, 3,5 mil alunos ficaram sem aula.

O Sinte alegou que a medida foi tomada porque não houve uma proposta concreta para a solução do problema.
por vagner boni 

[MACS] GD/GT Ensino de Sociologia Currículo e material didático (UFF)


GD/GT Ensino de Sociologia
Currículo e material didático
31 de março de 2010
3º reunião


Partícipes presentes:
Rogério, Filosofia UERJ.
Lívia Benkendorf de Oliveira.
Maria Clara A. C. Fernandes.
Jefferson Almeida Silva.

Após uma análise mais cuidadosa das Matrizes Curriculares para o ENEM e a proposta de avaliação para o vestibular na UERJ, percebemos a existência de eixos sociológicos perpassados pela História e Geografia, com foco nos grupos sociais, como nos conteúdos que trabalham dependência e subdesenvolvimento e industrialização e capitalismo, como causadores da informalidade, marginalidade e exclusão social. Portanto está clara a abordagem ainda crítica e não acomodativa das avaliações para o ingresso no ensino superior que vem determinando o currículo a ser ensinado nas escolas de Educação Básica. Estas propostas, na contra mão do que determina a LDB e os PCN’s, têm um caráter político de esquerda, e é importante esta observação para que percebamos o caráter dialético e não mecanicista da reprodução das políticas públicas, que de cima para baixo têm um caráter de defesa do capital, e portanto, trata a educação como redentora da sociedade brasileira para melhorar sua condição na disputa do mercado internacional, mas no cotidiano escolar ainda encontramos propostas e práticas de resistência a esta perspectiva apaziguadora dos conflitos sociais inerentes à sociedade capitalista.

O grupo tem como princípio norteador de suas discussões, produções e práticas um caráter CRÍTICO e CIENTÍFICO. Colocamos como tarefa o estabelecimento de bibliografias consistentes para as divisões ou tópicos dos conteúdos sociológicos. Uma das preocupações do grupo é dar sentido lógico ao currículo de Sociologia, para isto será preciso definir a eleição e o descarte de alguns conteúdos e definir qual será a ordem dos mesmos, principalmente agora, no momento que já podemos dividi-lo entre os três anos do Ensino Médio.

É com muito prazer que convidamos os colegas mais uma vez a participar da próxima reunião que se realizará dia 07 DE ABRIL DE 2010, QUARTA FEIRA, SALA DO D.A. DE CIÊNCIAS SOCIAIS NA UFF, ÀS 18:00.

Tragam suas idéias, dúvidas e materiais!

5 de abr. de 2010

[UFSC] Estudo d'O Capital com o Prof. Paulo Tumolo

ESTUDO DE "O CAPITAL"

Olá para todas(os)! Bem vindos a persistência dos que não se acomodam e como já dizia a canção infantil: um marxista incomoda muita gente, dois marxistas incomodam , incomodam muito mais, três...bem vocês sabem o resto.
No encontro do dia 27 de março iniciamos o grupo de estudos de "o capital".
Segundo a nossa compreensão, definimos a forma como vai ser realizada a metodologia de estudo e os encontros. Escolhemos o caminho como Benedetti, "lento mas vem, o futuro se aproxima", isto significa que estipulamos um primeiro modulo de estudo que vai do capítulo 1 ao 5 no espaço temporal de um semestre. Entretanto, o objetivo ficou definido pelo aprofundamento e o esforço conjunto para que todos acompanhem (verificamos a existência de acúmulos anteriores de estudo por parte dos presentes e níveis diferenciados destes acúmulos, o que não trará problema algum). Para ser bem claro, pode acontecer de se vencer os cinco capítulos ou de permanecermos apenas no primeiro capítulo neste semestre, a dinâmica de estudo nos encontros vai definir o ritmo. Em seguida o Paulinho contextualizou a trajetória do Marx até a obra "O Capital".  
Definimos algumas datas:
- 10 de abril (segundo encontro)
- 01 de maio
- 15 de maio.
Todos devem ler o primeiro capítulo para o segundo encontro.
Estamos orientando para que façam um resumo e destaquem as dúvidas e questões para ser desenvolvidas no grupo. O objetivo é aprender então é para cada um trazer a dúvida mesmo. Quem já sabe... já sabe e fica sabendo um pouco mais.
Continua sendo na sala 335 do CFH, até que digam o contrário e começa às 14h com intervalinho para esticar as pernas e quem sabe um café (estamos propondo pequena cotização para os custos, levem suas moedas).
Ah! Faltou dizer que vai haver um sorteio em cada encontro para ver que começa o estudo e apresenta as questões, por isso leiam.
E faltou dizer parte dois: para este grupo de estudo, esta é a última chamada (depois só para novo grupo) e pedimos que confirmem presença (os que não vieram da primeira vez) para organização prévia do café.
Outras atividades virão e contamos com a sua teimosia e indignação.
Saudações estudiosas!!!


Prof. Dalton