Então Victor,
Posicionamento Prévio? Qual seria o risco , envolver as lutas motivadas por motivos 'particulares' da classe trabalhadora nas nossas democráticas reuniões de CA´s? Onde nunca tomamos(nem podemos ter) um posicionamento prévio sobre nada. Quanto á minha clareza sobre o assunto, não é maior do que quem ficou sem transporte esses dias, e procurou acompanhar o que está acontecendo na mídia. Na verdade, clareza faltou no seu comentário, e é isso que ressaltei no último email, e me desculpe pela chatice,pois vou fazer de novo.
"Justamente porque certos aspectos da luta desses trabalhadores não parecem convergir com a necessidade da população."
Você pode estar se referindo à pauta dos trabalhadores do transporte público, no que se refere à reposição salarial e aumento do vale alimentação.. Vamos (aprofundar): O que isso tem a ver com a população?
Pode ser sobre o ponto de pauta referente à garantia de emprego para 3mil trabalhadores(famílias!)
ou ao fato de 'aceitarem'(com multa de 150 mil para o sindicato) a proposta do aumento da tarifa e do subsídio para que garantam sua pauta , ficando o ônus para a população...-> serão eles os individualistas?
O aumento pode ter a ver com a prática corrente de aumentá-la nas férias, momento em que os estudantes não podem 'reavaliar' os impactos de uma moção de apoio, imagine se organizar para fazer alguma coisa.
E como disse o Boni, não podemos só ficar reagindo aos aumentos da tarifa, estaremos fadados ao fracasso.
Nós como estudantes de C.s, temos a condição de compreender a relação dos empresários/prefeitura/trabalhadores/população, e deveríamos estar previamente posicionados quanto à isso sim!
Espero ter contribuído de alguma forma com o debate, mas a moção mesmo, não vai ter impacto nenhum agora.. Vou ser mais propositivo desta vez, e estender o convite:
-Chamado para reunião sobre a intervenção da prefeitura nas empresas de transportes:
O Movimento Passe Livre chama reunião acerca da possível intervenção do poder executivo municipal nas empresas de trasporte coletivo de Florianópolis. A intervenção foi anunciada após a recusa por parte do SETUF( Sindicato das Empresários do Transporte Urbano de Florianópolis) a nova proposta da prefeitura. A prefeitura, SETUF e SINTRATURB já negociam há dois meses, e a greve já passa de 72 horas de duração.
Entendendo que a medida abriria um precedente importante de intervenção pública no sistema de transporte coletivo da cidade, o que pode levar à ampliação da participação dos usuários no mesmo; e, lembrando que tramita na câmara de vereadores o projeto de licitação para os novos contratos de concessão do transporte, convidamos todas entidades, organizações políticas e pessoas interessadas para debater os rumos transporte coletivo de Florianópolis e ações dada a nova conjuntura.
A será realizada no SINERGIA – Sindicato dos Eletricitários de Florianópolis, Rua Lacerda Coutinho, nº149 – Centro. A partir das 14h.
Compareça! Divulgue!
Adalberto Teodósio Tabalipa
Ciências Sociais
COMITÊ DE LUTA PELO TRANSPORTE PÚBLICO
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3 de jul. de 2009
[CALCS] Calcs e a Classe trabalhadora?
Então, primeiramente eu gostaria de separar as coisas aqui...
Foi só um comentário meu, não a 'postura política do CALCS' com a minha intenção de reavaliar (fundamentar) SIM moções de apoio. Acho que é fundamental haver debate, Boni e a Laurita ja´ressaltaram e acho que é real a necessidade de tratar os dilemas que se refletem nas lutas. Por que estar engajado tomando posicionamento prévio!? É esta a minha preocupação! Justamente porque certos aspectos da luta desses trabalhadores não parecem convergir com a necessidade da população.
Acho extremamente válida a proposição do pessoal que tem uma militância mais presente, como vc mesmo Adalberto, mas não acho que a sua clareza em ver a situação deva ser estendida aos posicionamento do CALCS. Por que não debater essas divergências sem o arraigo valorativo!? A manifestação de "espanto" que vc colocou nas minhas palavras não acrescentam muita coisa, senão o asco de as pessoas se manifestarem com posicionamentos diferentes.
Creio que é evidente que as reuniões não têm tido quorum. Realmente é complicado o fim de semestre e a paralisação dos ônibus, mas não quer dizer que tudo esteja parado. Enfim, podemos ainda marcar os debates.
Valeu galera...
abraços!
VITOR
Foi só um comentário meu, não a 'postura política do CALCS' com a minha intenção de reavaliar (fundamentar) SIM moções de apoio. Acho que é fundamental haver debate, Boni e a Laurita ja´ressaltaram e acho que é real a necessidade de tratar os dilemas que se refletem nas lutas. Por que estar engajado tomando posicionamento prévio!? É esta a minha preocupação! Justamente porque certos aspectos da luta desses trabalhadores não parecem convergir com a necessidade da população.
Acho extremamente válida a proposição do pessoal que tem uma militância mais presente, como vc mesmo Adalberto, mas não acho que a sua clareza em ver a situação deva ser estendida aos posicionamento do CALCS. Por que não debater essas divergências sem o arraigo valorativo!? A manifestação de "espanto" que vc colocou nas minhas palavras não acrescentam muita coisa, senão o asco de as pessoas se manifestarem com posicionamentos diferentes.
Creio que é evidente que as reuniões não têm tido quorum. Realmente é complicado o fim de semestre e a paralisação dos ônibus, mas não quer dizer que tudo esteja parado. Enfim, podemos ainda marcar os debates.
Valeu galera...
abraços!
VITOR
2 de jul. de 2009
[Textos] Sintraturb diz que aceita liberar catracas
Sintraturb diz que aceita liberar catracas
O Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Coletivo da Grande Florianópolis (Sintraturb) informou hoje que a categoria se dispõe a voltar ao trabalho com as catracas liberadas, até que seja resolvido o impasse, desde que os motoristas e cobradores não sejam responsabilizados criminalmente.
— Nós nos colocamos a disposição de trabalhar 100%, não só nos horários de pico, mas também o dia todo e se for necessário a noite toda a disposição da população com as catracas liberadas, desde que sejam garantidos os contratos individuais dos Trabalhadores — afirma Ricardo Freitas, assessor do sindicato.
De acordo com Freitas, os motoristas e os cobradores são responsáveis, por contrato, pelo patrimônio e pelo numerário da empresa e por isso precisam dessa garantia legal para rodar com catraca livre.
Intervenção
O Sintraturb propôs ainda que a prefeitura de Florianópolis intervenha nas empresas de ônibus que operam na Capital (Canasvieiras, Transol, Insular, Estrela e Emflotur).
A proposta estaria em estudo no sindicato e, caso seja concluída nesta quarta-feira, poderá ser encaminhada ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) ou ao prefeito de Florianópolis, Dário Berger (PMDB).
— O poder municipal tem este poder legal de intervir nas empresas (...) para que as empresas cumpram o seu papel — diz Freitas.
Proposta
Nesta quarta-feira, motoristas e cobradores e greve aprovaram a proposta encaminhada pela prefeitura. No documento, Berger se comprometeu a repassar o reajuste salarial de 7% e aumentar o vale-alimentação para R$ 310.
A proposta não foi aprovada pelas empresas de ônibus. Nesta tarde, o secretário de Transportes e vice-prefeito de Florianópolis, João Batista Nunes, pretende se reunir novamente com os empresários para tentar pôr fim ao impasse.
http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&pg=1&template=3948.dwt&tipo=1§ion=Blogs&p=1&coldir=2&blog=705&topo=4023.dwt&uf=2&local=18
COMITÊ DE LUTA PELO TRANSPORTE PÚBLICO
O Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Coletivo da Grande Florianópolis (Sintraturb) informou hoje que a categoria se dispõe a voltar ao trabalho com as catracas liberadas, até que seja resolvido o impasse, desde que os motoristas e cobradores não sejam responsabilizados criminalmente.
— Nós nos colocamos a disposição de trabalhar 100%, não só nos horários de pico, mas também o dia todo e se for necessário a noite toda a disposição da população com as catracas liberadas, desde que sejam garantidos os contratos individuais dos Trabalhadores — afirma Ricardo Freitas, assessor do sindicato.
De acordo com Freitas, os motoristas e os cobradores são responsáveis, por contrato, pelo patrimônio e pelo numerário da empresa e por isso precisam dessa garantia legal para rodar com catraca livre.
Intervenção
O Sintraturb propôs ainda que a prefeitura de Florianópolis intervenha nas empresas de ônibus que operam na Capital (Canasvieiras, Transol, Insular, Estrela e Emflotur).
A proposta estaria em estudo no sindicato e, caso seja concluída nesta quarta-feira, poderá ser encaminhada ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) ou ao prefeito de Florianópolis, Dário Berger (PMDB).
— O poder municipal tem este poder legal de intervir nas empresas (...) para que as empresas cumpram o seu papel — diz Freitas.
Proposta
Nesta quarta-feira, motoristas e cobradores e greve aprovaram a proposta encaminhada pela prefeitura. No documento, Berger se comprometeu a repassar o reajuste salarial de 7% e aumentar o vale-alimentação para R$ 310.
A proposta não foi aprovada pelas empresas de ônibus. Nesta tarde, o secretário de Transportes e vice-prefeito de Florianópolis, João Batista Nunes, pretende se reunir novamente com os empresários para tentar pôr fim ao impasse.
http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&pg=1&template=3948.dwt&tipo=1§ion=Blogs&p=1&coldir=2&blog=705&topo=4023.dwt&uf=2&local=18
COMITÊ DE LUTA PELO TRANSPORTE PÚBLICO
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