Relatoria reunião virtual 11/07/09 e convocação do CONECS!
Fernândysson - UFPE está na conversa.
Rafa - UFS está na conversa.
Boni - UFSC está na conversa.
Harethon - UFPR diz: aí galera, acho que da pra fazer a reunião por essa janela do conecs
Natan - UECE diz: blz
Rafa -UFS diz: OK
Harethon - UFPR diz: Viram o email da renata? o que acharam da pauta?
Rafa-UFS saiu da conversa.
Natan Junior- UECE diz: axo que tem uma questao importante que ficou de fora na proposta de pauta, no enecs passado a gente tinha tirado uma atividade nacional que seria uma forma de impulsionar nossa articulaçao nacional que era o boicote ao enade do ano passado. axo que poderia ter uma avaliaçao dessa atividade tbm.
Harethon - UFPR diz: sim, avaliação da nossa organização até aqui. mas acho que entra no terceiro ponto, de perspectivas, necessariamente isso tera que ser feito
Rafa-UFS está na conversa.
Natan Junior- UECE diz: pra mim isso nao tinha ficado muito claro nao, mas trankilo. axo que ta pauta ta boa
Boni – UFSC diz: olá
Rafa-UFS diz: Opa pessoal já comecou?
Lucas - UFSC está na conversa.
Adalberto - UFSCestá na conversa.
Boni - UFSC diz: acho que ainda não. no aguardo de mais pessoas para começar. 5 escolas até agora só.
Wendell – URCA está na conversa.
Wendell - URCA saiu da conversa.
Rafa-UFS diz: OK
Wendell - URCA está na conversa.
Natan Junior- UECE diz: ok
Boni – UFSC diz: seis agora. UFPR-UECE-UFS-UFPE-UFSC-URCA
Rafa-UFS diz: bom tem estabelicido algum horario limite para esperarmos as outras escolas?
Adalberto - UFSC saiu da conversa.
Renata - Unicamp está na conversa.
Boni – UFSC diz: alguma sugestão de teto?
Rafa-UFS saiu da conversa.
Renata - Unicamp diz: vamos tentar ser rápidos. Podemos começar com uma apresentação de cada um, que acham?
Harethon - UFPR diz: certo
Natan Junior- UECE diz: vamo começar entao? Sou natan, da universidade estadual do ceara, do coletivo transformar o tedio em melodia.
Harethon - UFPR diz: seria bom começar a ver quem fica com mesa, relatoria...
Fernândysson! - UFPR diz: galera, vou logo adiantar que não poderei ficar até o final da reunião... infelizmente
Rafa-UFS está na conversa.
Fernândysson! - UFPR diz: mas até da minha hora estou por aqui acompanhando
Renata - Unicamp diz: Sou Renata, da Unicamp e faço parte do CACH. Não poderei ficar com a mesa pois tenho que sair em breve da reunião, mas até porque tem outras pessoas que vão sair em breve, acho que devamos começar o quanto antes.
Wendell - URCA diz: eu sou Wendell da URCA- Universidade Regional do Cariri,III semestre em ciências sociais faço parte do conselho de representantes de turma.
Boni – UFSC diz: Sou o Boni da UFSC - Federal de Santa Catarina
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: Harethon, UFPR - quinto semestre. parana
Fernândysson! - UFPE diz: Fernando - DACS-UFPE - Gestão Baseados no Coletivo!
Rafa-UFS diz: Rafa - CACAM - UFS
Renata - Unicamp – diz: Quem ficará com a mesa então? e a relatoria?
Harethon - UFPR diz: me disponho a fazer a relatoria
Renata - Unicamp – diz: Quem for fazer a mesa só tem que anotar num local separado as inscrições e encaminhar as propostas. É só abir um doc do word e ir guardando as pessoas que se inscreverre na ordem e as propostas. Como estamos em pouca gente, talvez nem precise de inscriçao
Harethon - UFPR diz: acho bom que tenha, senão fica desorganizado e ruim de ler depois e acho que divide em data, hora, e dai acerta a pauta.
Renata - Unicamp - CACH diz: quem pode fazer entao??
Jelder UFMT está na conversa.
Jelder UFMT diz: ola
Rafa-UFS diz: Eu posso, mas minha internet tá caindo direto
Fernândysson! Diz: hoje fica até o fim?
Renata - Unicamp - CACH diz: vamos começar então???
Jelder UFMT diz: vamos
Kessila - UFSC está na conversa.
Jelder UFMT diz: vamos tirar o relator e organizador da reunião
Rafa-UFS diz: Harethon é o relator
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: eu estou de relator, o rafa disse que podia ficar de mesa
Jelder UFMT diz: ok
Rafa-UFS diz: Vamos as pautas!!!
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: qual será o sinal para inscrisão?
W e n d e l l - URCA diz: 0/
Rafa-UFS diz: o/
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: então acho que ja da pra colocar qual sera o primeiro ponto
Rafa-UFS diz: Qual é o primeiro ponto, tinha no e-mail. mas nao lembro agora.
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: não, as do email são as propostas de pauta para o conecs que teremos de aprovar aqui
Rafa-UFS diz: OK
Renata - Unicamp - CACH diz: bom, então ia pedir que alguém falasse um pouco como está a construçao do encontro. Se já está certo a estrutura, a convocação, quais universidades estão a frente, etc
Rafa-UFS diz: VC deu a proposta de data, depois hora e dai pauta
Renata - Unicamp - CACH diz: pois é a primeira reuniao que participo
Jelder UFMT diz: querem que eu faça o repasse?
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: faz la
Boni-UFSC diz: faça
Jelder UFMT diz: primeiro alguem poderia desencantar e colocar as pautas
Rafa-UFS diz: Faça e alguem complementa
Boni-UFSC diz: 1. data do conecs
Jelder UFMT diz: por enquanto eu vo fazendo os repasses da parte estrutural e de alguns contatos que consegui
Boni-UFSC diz: 2. horario e pauta do conecs
Jelder UFMT diz: então nós daqui de MT conseguimos uma ârea de camping perto da UNB que poderá abrigar o pessoal da coenecs, mas como o local não é muito grande não poderemos alojar delegações que irão para o conune, so alojaremos os q ue foram par o conecs o local ficou 7 reais por dia. conseguimois tambem almoço e café por 5 reais ao dia e conseguimos contactar umas 3 escolas só.
Boni-UFSC diz: quais escolas?
Jelder UFMT diz: então camaradas, Nós conseguimos um local separa do conune justamente por causa disso, para aloja somente as pessoas que irão para o CONECS, por que nós conseguimos esse local que sera compartilhado ja pela delegação de um das teses.
Rafa-UFS diz: ainda estamos nos repasses pra Renata ok?
Jelder UFMT diz: então camaradas como o esse alojamento é perto da UNB da para as pessoas que forem nos onibus com pessoal que vai pro conune fica la nos 2 primeiros dias (que é a minha proposta para o conecs) e depois podem voltar para os alojamentos de suas delegações
Renata - Unicamp - CACH diz: está ótimo. e quais universidades estão convocadas e confirmadas para o CONECS???
Milton - USP está na conversa.
Rafa-UFS diz: alguem pode responder a Renata?
Jelder UFMT diz: creio que essas irão: quem não for fale agora: UFTM, UECE, UFMS, UFPR, UFPE, UFS, UNICAMP, USP, UFSC, fizemos contato com UFBA. e mais algumas que ficaram de confirmar, mas por enqto ainda não deram resposta.
Natan Junior- UECE diz: UFC tbm ira e UVA
Rafa-UFS diz: UFS tá sabendo mais nao deve ir
Milton – USP diz: boa noite galera, desculpa só entrar agora. alguem da USP aqui?
Jelder UFMT diz: nem vc vai, rafael?
Renata - Unicamp - CACH diz: bom, nós da unicamp, pelo pouco tempo que tivemos para nos organizar pois ficamos sabendo a pouco atras, ainda não confirmamos a participação.
Milton – USP diz: alguem já deu algum informe sobre a USP?
Renata - Unicamp - CACH diz: acho importante que possamos discutir as propostas com eum nao poderá ir, afinal, como nosso curso é extremamente desarticulado, só poderemos de fato dar passos concretos que avancem nossa organização se conseguirmos abarcar o máximo possivel de posições e de CAs
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: Acho que é mais ou menos isso, temos um bom numero de escolas e acho que todas as regiões.
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: a usp vai
Fernândysson! Diz: infelizmente a ufpe não irá..
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: bom começarmos com as outras pautas da reunião
Milton diz: Ao conune a gestão do CA da USP irá. mas, já houve sérios boatos que esta mesma gestão não construirá nenhum movimento em prol de articular onibus para o ENECS
Natan Junior- UECE diz: galera vamo passar pra proxima pauta e fazer as inscriçoes?
Rafa-UFS diz: Opa. eu pedi pra alguem resgatar as propostas e teve a proposta do Harethon
Fernândysson! Diz: falou galera!
Fernândysson! saiu da conversa.
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: isso. Minha prosposta é pra esta reunião. Aquelas pautas do email são para o CONECS, que teremos que discutir e aprovar aqui
Rafa-UFS diz: OK
Jelder UFMT diz: ja que ninguem institui as pautas eu proponho ser as seguintes: Pautas do COnecs em prasilia/ data e hora do conecs
Kessila. saiu da conversa.
Jelder UFMT diz: Brasilia*
Rafa-UFS diz: Entao temos duas propostas
Boni – ufsc diz: o/
Felipe Torquato. "Da luta não se cansa!" está na conversa.
Jelder UFMT diz: quais?
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: pode ser qualquer uma das duas, desde que a reunião ande mais rapido.
Rafa-UFS diz: OK. entao ficamos com a reformulação do Jelder. Pautas do COnecs em Brasilia/ data e hora do conecs. ok?
Jelder UFMT diz: vamos começar então
Rafa-UFS diz: Pautas do CONECS
Jelder UFMT diz: 0/
Rafa-UFS diz: pode falar Jelder
Rafa-UFS saiu da conversa.
Jelder UFMT diz: camaradas, eu posso ser a mesa. tudo bem?
Natan Junior- UECE diz: sim
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: isso, o rafa disse que a net dele ta caindo
Felipe Torquato. "Da luta não se cansa!" saiu da conversa.
Jelder UFMT diz: vamos lá. o boni esta inscrito. (lembrando que o sinal para inscrição é 0/)
Boni diz: retiro, fala ai jelder
Jelder UFMT diz: ok, nós da comissão debatemos as pautas par o conec e tiramos a proposta de serem: informe das regionais, balanço da construção do ENCES 2009, perspectivas para o moviemnto de área nacional/ ENECS 2009, indicativo de bandeiras nacionais. (esta aberto as inscrições). o que as escolas acham?
Rafa-UFS está na conversa.
Milton saiu da conversa.
Jelder UFMT diz: não tem ninguém inscrito camaradas
Boni diz: /o
Jelder UFMT diz: pode fala BOni
Boni diz: vamos lá... essa reunião tá meio foda... creio que a pauta tá boa, na ufsc não chegamos a aprofundar o debate sobre o conecs e o enecs... mas debatemos um pouco. na avaliação a pauta tá boa. não temos muito o que acrescentar. acho que é isso
Jelder UFMT diz: 0/
Jelder UFMT diz: então eu só acrecentaria no segundo ponto de pauta uma pequena modificação, pra ficar um ponto mais claro. Seria: Perspectivas para o Movimento de Área/ Construção da Entidade Nacional e das Regionais. para ficar mais especificado pra todos que vão e para os que nao irão tbm
Renata - Unicamp - CACH diz: bom, como disse terei que sair. Mandem a relatoria que daí repasso para os coordenadores do CA.
Jelder UFMT diz: ok
Renata - Unicamp - CACH saiu da conversa.
Jelder UFMT diz: se todos concordarem com a pauta, podemos concluir e passar ao proximo ponto. pode ser?
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: o/
Jelder UFMT diz: fale hareton
Boni-UFSC diz: o/
Jelder UFMT diz: assim que o Hareton terminar de falar o Bomni pode falar
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: o natan sugeriu fosse enfatizada uma parte de avaliação do que aconteceu do enecs até aqui. Da pra por avaliação e perspectivas. Não sei se precisa colocar exatamente Construção da Entidade Nacional e das Regionais, parece que iremos constituir o negocio agora e tal. isso
Rafa-UFS saiu da conversa.
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: pode falar boni
Rafa-UFS está na conversa.
Boni-UFSC diz: pois, o hare tocou em algo que pensei em falar, acabei não colocando... acho que lá podemos explorar mais... perspectivas para além do enecs... eu aprovo a pauta, acho que tá boa... avaliação e perspectivas. próximo ponto?
Natan Junior- UECE diz: pra mim ta bom tbm, vou ter que sair compas, ate o conecs
Jelder UFMT diz: ok. então proximo ponto. data e horrio do conecs.
Jelder UFMT diz: O/
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: bota a pauta definida
Natan Junior- UECE saiu da conversa.
Jelder UFMT diz: eu proponho que seja 16 e 17 de julho na parte da tarde e a noite.
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: 0/
Boni-UFSC diz: hmmm
Boni-UFSC diz: o/
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: Ta certo que tem pouca gente pra definir isto (nos enrolamos demais). Por mim, que estarei por la praticamente só para isso, tudo bem. Temos que avaliar se dois dias não acabara dispersando, ao contrario de aglutinar, acho bem importante que a reunião esteja cheia. Esta avaliação o pessoal que participara do CONUNE pode fazer com mais propriedade . isso
Rafa-UFS diz: o/
Boni-UFSC diz: pertinente a fala do hare. talvez um dia concentre mais
Jelder UFMT diz: rafa ta inscrito
Rafa-UFS diz: é minha vez?
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: é
Rafa-UFS diz: Entao
Jelder UFMT diz: é
Rafa-UFS diz: Eu penso o seguinte que as pessoas devam ir. concentradas em participar do CONECS, e nao do CONUNE. se nao o CONECS pode acaber em segundo plano. um dia apenas pra um Conselho Nacional eu acho pouco. ate pelas experiencias de plenarias, Corecs e Encontros. que a gente vai adquirindo. Seria importante que as escolas mandassem pessoas que fossem com o oBjtivo unico de participar do Conecs. participar dos dois eventos prejudicaria o Conecs.
Jelder UFMT diz: 0/
Rafa-UFS diz: É isso, desculpe se alguem ja tocou nesse ponto
Jelder UFMT diz: ok. então camaradas. eu proponho que começemos no dia 16 e se for necessário nos podemos consensuar lá de ampliarmos por mais um dia. pode ser?
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: boa
Jelder UFMT diz: quanto ao fato das pessoas participarem do conune ai não podemos impedir ninguem de párticipar do conune tambem. só temos de pedir uma atenção para os dias do conecs. ok?
Rafa-UFS diz: Sim. eu nao falei em impedir, mas de quem fosse. fosse concentrado em ir pro Conecs
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: chama inicialmnete pro dia 16 então, e não pros 2 dias
W e n d e l l - URCA saiu da conversa.
Boni-UFSC diz: o/ voto na proposta do Harethon. e apoio esse pedido de concentrar atenção e preparar-se para o CONECS... se tiver indicação de horários para cada ponto de pauta seria legal!
Rafa-UFS diz: o/
Boni-UFSC diz: e se não der para fechar dia 16, continuamos no dia 17 (se for necessário).
Jelder UFMT diz: fala rafa
Rafa-UFS diz: Esssa questao da divisao dos espaços é importante. nao dá pra chegar lá sem essa definicoes.
Jelder UFMT diz: o/
Rafa-UFS diz: de horarios e tal
Jelder UFMT diz: então fica assim, fica amrcado pro dia 16 e se necessário erspande para o dia 17
Rafa-UFS diz: pelo menos eu acho que seria melhor definir antes. pra quem for nao perder tanto tempo
Jelder UFMT diz: qual horario? podemos começar as 14 horas?
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: isso
Jelder UFMT diz: ok então? todos de acordo?
Boni-UFSC diz: sim
Rafa-UFS diz: É
Jelder UFMT diz: o que vcs acham de a gente fazer o seguinte:
Rafa-UFS diz: acho que nao tem muito o que fazer nao
Jelder UFMT diz: marcar algo como um credenciamento pros participantes, na parte da manhã, do dia 16. Só para termos um controle das pessoas que ficarão alojadas nesses dois dias e da alimentação que teremos que providenciar (almoço e café) e para o pagamento dessas duas coisas. Pode ser? Para à tarde já podermos começar os debates. Aí acho que seria necessário, na hora das votações, algum comprovante, como uma procuração ou ata, dizendo que a pessoa é que está representando a escola. Né? pq é só um voto por CA/escola.
Boni-UFSC diz: então. vai ter gente do CA e nós da Oposição lá. não tiramos delegados formalmente e entramos em férias... se essa documentação, que eu acho importante, for cobrada, acho que a UFSC não vota!
Jelder UFMT diz: então vamos fazer o seguinte. lá nós podemos definir no processo como será isso. podemos definir nas discuções antes das deliberações. Ok? mas o credenciamento para controle do pessoal nós vamos precisar.
Rafa-UFS saiu da conversa.
Boni-UFSC diz: acho bom. necessário
Jelder UFMT diz: ok então. Hareton. mais alguma coisa? se não podemos encerar.
Harethon - C. Sociais, UFPR diz: Aquele esquema de representaçao por escolas seria para um conecs no ano passado, aonde teriamos que encaminhar coisas decididas no enecs, o conecs, a principio, não delibera nada. Nossa atividade enquanto conecs acho que sera de avaliar como procedemos naqueles encaminhamentos do enecs. Outros encaminhamentos, acho que só podemos nos portar enquanto estudantes organizados...
Jelder UFMT diz: ok
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11 de jul. de 2009
14 de set. de 2008
MACS] Convocatória do Encontro das Escolas de CS da região sul
CONVOCATÓRIA DO ENCONTRO DAS ESCOLAS DE CSO DO SUL
Iremos realizar neste sábado, 20/09/08, a partir das 9 horas da manhã, a reunião do movimento de área dos estudantes de Ciências Sociais da região Sul. Este encontro será importante para que possamos discutir os rumos de nosso curso e da universidade brasileira, no contexto atual em que a transformação da educação em mercadoria faz com que as humanidades se tecnicizem cada vez mais, ou que desapareçam pela falta de interesse do conhecimento crítico desta sociedade.
Para tanto, sugeriríamos uma pauta que será reavaliada pelos presentes no começo da reunião de sábado:
- Informes das escolas presentes
- Atividades de luta em conjunto (Luta contra os processos de privatização das universidades públicas, situação das universidades particulares, projeto de universidade, Boicote ao ENADE)
- Encaminhamentos do ENECS 2008 e CONECS no fim de ano.
- ERECS 2009
Garantimos alojamento no DCE da UFSC no sábado e domingo. Dependendo o número de presentes poderemos encontrar outras formas de alojamento. Garantiremos também a refeição (almoço e janta) no sábado, no restaurante universitário privatizado da UFSC, “Privatella”.
É isso ae galera, vamos vir com gás, porque a nossa luta necessita de braços que construam uma nova universidade brasileira, crítica, criadora e popular.
CALCS UFSC
25 de jul. de 2008
[MACS] Relatoria ENECS 25/07/09 - Plenária Final do XXIII ENECS
RELATORIA DA PLENARIA FINAL DO 23º ENECS
Relatoria da Plenária Final do 23º Encontro dos Estudantes de Ciências Sociais, que foi realizada no dia 25 de julho de 2008, no auditório do
Instituto de Biologia. Essa plenária teve como pontos de pauta:
Avaliação do 23º ENECS
Escolha da Escola Sede do 24º ENECS
Encaminhamentos dos GD’s (Re-organização do M.E. de Ciências Sociais, Conjuntura e Universidade, Sociologia no Ensino Médio)
Avaliação do Encontro:
Durante a avaliação do encontro foi recomendado para que nos próximos ENECS os espaços dos GD’s fossem priorizados e colocados no
turno da noite, para que não ocorra choques de horários com a programação acadêmica do evento, possibilitando a participação de
todos os interessados.
Foi recomendado que durante a construção dos próximos encontros se mantenha a comunicação com as demais escolas do Brasil, para que se evite o isolamento da Comissão Organizadora.
Organizar os acampamentos e a segurança do encontro para evitar possíveis problemas durante o evento.
Comissão Organizadora
A Comissão Organizadora pede a compreensão e se desculpa com os demais estudantes pela falta de estrutura, pessoas, recursos, que
influenciou diretamente na organização do 23º ENECS.
Agradecemos as delegações e voluntários que frente às dificuldades que a C.O. enfrentava nas questões organizacionais, colaboraram e
ajudaram nos problemas e contribuíram com o andamento das atividades do encontro.
A C.O se responsabilizará pela prestação de contas.
Escolha da Escola Sede do 24º ENECS:
Os Seguintes Estados se candidataram para a escolha da escola sede do próximo ENECS:
Paraíba
Amapá
Minas Gerais
Após o tempo destinado para apresentação da proposta, justificativa e defesa das Escolas candidatas, a plenária encaminhada pela mesa entrou
em regime de votação para a escolha da Escola Sede do 24º ENECS que será realizado no ano de 2009. Votos:
Paraíba = total de 72 votos
Amapá = total de 63 votos
Minas Gerais = total de 44 votos
Com um total de 72 (setenta e dois) votos a Escola sede para o próximo ENECS será a Universidade Federal da Paraíba.
A escolha da escola suplente não foi realizada, pois não houve candidatos, sendo assim, foi entrada em consenso, que seria marcado a
data da reunião do CONECS, para se escolher a escola suplente.
Foi decidido que o Pré – ENECS seria realizado no Fórum Social Mundial, que seria discutido questões organizacionais do 24º ENECS.
Foi decidido que o CONECS ou Pré – ENECS construiria conjuntamente o encontro para se evitar o isolamento da Comissão Organizadora.
Encaminhamento dos GD’s:
Conjuntura e Universidade:
Contra o Reuni nas Universidades Federais e demais projetos de reestruturação da educação, como os IFETS em escolas técnicas e
redesenhos para universidades estaduais e privadas, além de todas as demais Reformas Neoliberais do Governo Lula que visam a privatização
da educação
Pela autonomia e democracia Interna nas Universidades Públicas
Pela democracia e Contra a Criminalização dos Movimentos Sociais, como os recentes ataques ao MST e ao Movimento Estudantil em luta
Repúdio à repressão aos estudantes que estão sofrendo sindicância, como na Ufal, Unifesp, UFSC, entre outras universidades.
Repúdio à Andifes pela criminalização do movimento estudantil – Repudiamos a Associação dos Docentes das Instituições de Ensino
Superior (Andifes), que, junto com Governo e Reitorias, criminalizou o movimento estudantil. Quando no calor de suas lutas em defesa da
educação brasileira pública e de qualidade, este acabou sendo punidas das mais variadas formas. Abriu-se sindicância e como reflexos
estudantes estão sofrendo ameaça de jubilamento e expulsão da universidade, além da violência policial que enfrentaram os estudantes
que ocuparam suas reitorias contra o Reuni. Daí a necessidade de defesa permanente da democracia nos espaços de nossa sociedade e da
Universidade, repudiando toda e qualquer medida punitiva, repressiva e criminalização aos estudantes de todo o país.
Repúdio à repressão policial na Bahia e nas favelas do Rio de Janeiro pelo exército.
Contra o Governo Lula, que implementa ataques à classe trabalhadora e aos estudantes, como a Reforma da Previdência, Reforma Trabalhista e Sindical, que retiram direitos da classe trabalhadora, além da Reforma Universitária e sua mais recente versão, o Reuni, que reestrutura todo
o ensino público federal e ataca a autonomia da produção do conhecimento destas.
Contra o projeto de Fundações Estatais de Direito Privado, fundações de apoio e fundações privadas nas universidades públicas.
Participar de campanha de Boicote ao ENADE/SINAES
Em defesa de políticas afirmativas, como as Cotas raciais nas Universidades
Repúdio à organização da parada Gay de São Paulo, por seu caráter de empresa e de criminalizar o movimento – Repudiamos a organização da parada Gay de São Paulo, por demonstrar mais uma vez na história brasileira a criminalização dos movimentos sociais, por impedirem que
uma coluna de ativistas (Conlutas) participasse do ato, quando estavam dispostos a preencherem aquele espaço por entenderem a necessidade de lutar contra a opressão que sofre o setor LGBT, em uma sociedade exploradora e opressora.
Sociologia no Ensino Médio:
Incentivo e investimento nas Licenciaturas.
Formulação de uma matriz curricular específica para o ensino da Sociologia no Ensino Médio, que contemple as especificidades regionais.
Quando da formulação da matriz curricular específica, que se leve em conta a discussão dos seguintes temas: Relações de poder, incluindo as classes sociais, gênero, raça, LGBTTS e outras minorias.
Formulação de mecanismo legislativos que garanta a exclusividade ao profissional licenciado em Ciências Sociais a prerrogativa de lecionar
no Ensino Médio a disciplina de Sociologia.
Contratação imediata de profissionais licenciados em Ciências Sociais para ministrar a disciplina de Sociologia no Ensino Médio.
Contra a habilitação a lecionar a disciplina de Sociologia no Ensino Médio aos outros profissionais não licenciados em Ciências Sociais
(Lic. Antropologia, Ciência Política e Sociologia). Que os profissionais que hoje estão nesta função não sejam expulsos, mas transferido para suas funções de origem, compatíveis com sua formação.
Contra os cursos que concedem habilitação a outros profissionais não formados na área, hoje ministrados pelas Universidades, em parcerias
com Governos.
Responsabilizar o Estado, Secretarias de Educação sobre a implementação concreta da Sociologia no Ensino Médio nas escolas, além
do controle na regulamentação, tirando os profissionais da área do ônus do mau funcionamento estrutural da regulamentação da profissão.
Fortalecimento dos Sindicatos de professores para questionar o profissional licenciado Cientista Social contextualizado com os
ataques e lutas mais globais, fruto dos ataques à educação.
Os estudantes de Ciências Sociais se inserirão nos Sindicatos de Sociólogos para fortalecimento das lutas.
Incentivo à formação de escolas populares do trabalhador para o trabalhador, com entrada dos movimentos sociais e sindicatos.
Articulação com movimentos estudantis secundaristas para o fortalecimento da luta da Sociologia no Ensino Médio.
Estimular a discussão nas escolas sobre a implementação da Sociologia no Ensino Fundamental.
Que cada escola ou Estado viabilize Encontros para se discutir a Sociologia no Ensino Médio (conteúdos, regulamentação de
licenciaturas e elaboração de materiais de formação).
Que estes Encontros tenham continuidade em Encontros e Plenárias Estaduais com o tema Central da Reforma Universitária e do Reuni.
Que, a partir do início das aulas, em Agosto, sejam realizadas Semanas do Calouro/ Calouradas que trate das especificidades das Ciências Sociais, como a Sociologia no Ensino Médio e Licenciaturas, vinculadas à luta contra o Reuni e a Reforma Universitária.
Encaminhar para que no próximo ENECS haja mesa com expositores qualificados sobre o tema.
(RE) ORGANIZAÇÃO DO MOVIMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS
O Encontro Nacional dos Estudantes de Ciências Sociais aprovou a Organização Nacional dos estudantes de Ciências Sociais, cujo caráter
organizativo será amadurecido durante o decorrer do ano e votado no próximo Encontro em 2009.
Organizar um Conselho de Entidades de Base de Ciências Sociais (CONECS), em Novembro (flexível), em local central (RJ, SP, GO). Será
um conselho para tiragem de atividades práticas de nosso movimento de área. Este evento será de participação livre para todos os estudantes
de Ciências Sociais, tendo direito a voto para deliberação de atividades apenas representantes de CAs e DAs, e comissões gestoras e assembléias estudantis do curso, com ata.
Será encaminhado como sugestão de discussão para este CONECS os seguintes pontos (Pauta não fechada): Conjuntura Universidade,
Projetos Curriculares, Democracia Interna, Sociologia no Ensino Médio, Saldo da Campanha de Boicote ao ENADE/SINAES.
Título do CONECS: “Reorganização do ME de Ciências Sociais” Escolas que se disponibilizaram a participar da comissão de organização do CONECS: UFBA, UFC, UFPE, UFS, UFES, UNIFOR, USP, UFSC, UFRGS, UFAL, UFPEL e UFPB.
Campanha de Boicote ao ENADE/SINAES, com material próprio da reorganização do ME de Ciências Sociais (documento e adesivo),
colocando nossas especificidades. Iremos pedir apoio financeiro ao ANDES. Quem irá organizar este boicote será a mesma comissão de org.
do CONECS.
Decidiu pela realização dos ERECS no primeiro semestre de cada ano e o ENECS na segunda, mas especificamente nas férias de Julho. Fora
quebrado o critério de rodízio de regiões na escolha da escola sede dos ENECS.
Criação de uma comissão de articulação de um dossiê dos casos de criminalização do ME de Ciências Sociais. UFSC e UFAL são as escolas que inicialmente se dispuseram a construir essa comissão.
Sugestão para que as comissões organizadoras dos próximos CONECS criem fórmulas de cobrança de participação flexíveis para obtenção de certificados.
Organização de uma lista de email atualizada de estudantes de Ciências Sociais, criada pela comissão organizadora do ENECS BAHIA,
que irá disponibilizar email de entrada no blog do ENECS 2008. O próximo CONECS ocorrerá na Universidade Federal de Sergipe.
RESOLUÇÕES GERAIS:
Próxima escola sede do ENECS – UFPB.
Que o caráter político e organizativo do encontro nacional 2009 seja construído coletivamente com sugestão de todas as escolas, a ser
amarrado no CONECS.
Relatoria da Plenária Final do 23º Encontro dos Estudantes de Ciências Sociais, que foi realizada no dia 25 de julho de 2008, no auditório do
Instituto de Biologia. Essa plenária teve como pontos de pauta:
Avaliação do 23º ENECS
Escolha da Escola Sede do 24º ENECS
Encaminhamentos dos GD’s (Re-organização do M.E. de Ciências Sociais, Conjuntura e Universidade, Sociologia no Ensino Médio)
Avaliação do Encontro:
Durante a avaliação do encontro foi recomendado para que nos próximos ENECS os espaços dos GD’s fossem priorizados e colocados no
turno da noite, para que não ocorra choques de horários com a programação acadêmica do evento, possibilitando a participação de
todos os interessados.
Foi recomendado que durante a construção dos próximos encontros se mantenha a comunicação com as demais escolas do Brasil, para que se evite o isolamento da Comissão Organizadora.
Organizar os acampamentos e a segurança do encontro para evitar possíveis problemas durante o evento.
Comissão Organizadora
A Comissão Organizadora pede a compreensão e se desculpa com os demais estudantes pela falta de estrutura, pessoas, recursos, que
influenciou diretamente na organização do 23º ENECS.
Agradecemos as delegações e voluntários que frente às dificuldades que a C.O. enfrentava nas questões organizacionais, colaboraram e
ajudaram nos problemas e contribuíram com o andamento das atividades do encontro.
A C.O se responsabilizará pela prestação de contas.
Escolha da Escola Sede do 24º ENECS:
Os Seguintes Estados se candidataram para a escolha da escola sede do próximo ENECS:
Paraíba
Amapá
Minas Gerais
Após o tempo destinado para apresentação da proposta, justificativa e defesa das Escolas candidatas, a plenária encaminhada pela mesa entrou
em regime de votação para a escolha da Escola Sede do 24º ENECS que será realizado no ano de 2009. Votos:
Paraíba = total de 72 votos
Amapá = total de 63 votos
Minas Gerais = total de 44 votos
Com um total de 72 (setenta e dois) votos a Escola sede para o próximo ENECS será a Universidade Federal da Paraíba.
A escolha da escola suplente não foi realizada, pois não houve candidatos, sendo assim, foi entrada em consenso, que seria marcado a
data da reunião do CONECS, para se escolher a escola suplente.
Foi decidido que o Pré – ENECS seria realizado no Fórum Social Mundial, que seria discutido questões organizacionais do 24º ENECS.
Foi decidido que o CONECS ou Pré – ENECS construiria conjuntamente o encontro para se evitar o isolamento da Comissão Organizadora.
Encaminhamento dos GD’s:
Conjuntura e Universidade:
Contra o Reuni nas Universidades Federais e demais projetos de reestruturação da educação, como os IFETS em escolas técnicas e
redesenhos para universidades estaduais e privadas, além de todas as demais Reformas Neoliberais do Governo Lula que visam a privatização
da educação
Pela autonomia e democracia Interna nas Universidades Públicas
Pela democracia e Contra a Criminalização dos Movimentos Sociais, como os recentes ataques ao MST e ao Movimento Estudantil em luta
Repúdio à repressão aos estudantes que estão sofrendo sindicância, como na Ufal, Unifesp, UFSC, entre outras universidades.
Repúdio à Andifes pela criminalização do movimento estudantil – Repudiamos a Associação dos Docentes das Instituições de Ensino
Superior (Andifes), que, junto com Governo e Reitorias, criminalizou o movimento estudantil. Quando no calor de suas lutas em defesa da
educação brasileira pública e de qualidade, este acabou sendo punidas das mais variadas formas. Abriu-se sindicância e como reflexos
estudantes estão sofrendo ameaça de jubilamento e expulsão da universidade, além da violência policial que enfrentaram os estudantes
que ocuparam suas reitorias contra o Reuni. Daí a necessidade de defesa permanente da democracia nos espaços de nossa sociedade e da
Universidade, repudiando toda e qualquer medida punitiva, repressiva e criminalização aos estudantes de todo o país.
Repúdio à repressão policial na Bahia e nas favelas do Rio de Janeiro pelo exército.
Contra o Governo Lula, que implementa ataques à classe trabalhadora e aos estudantes, como a Reforma da Previdência, Reforma Trabalhista e Sindical, que retiram direitos da classe trabalhadora, além da Reforma Universitária e sua mais recente versão, o Reuni, que reestrutura todo
o ensino público federal e ataca a autonomia da produção do conhecimento destas.
Contra o projeto de Fundações Estatais de Direito Privado, fundações de apoio e fundações privadas nas universidades públicas.
Participar de campanha de Boicote ao ENADE/SINAES
Em defesa de políticas afirmativas, como as Cotas raciais nas Universidades
Repúdio à organização da parada Gay de São Paulo, por seu caráter de empresa e de criminalizar o movimento – Repudiamos a organização da parada Gay de São Paulo, por demonstrar mais uma vez na história brasileira a criminalização dos movimentos sociais, por impedirem que
uma coluna de ativistas (Conlutas) participasse do ato, quando estavam dispostos a preencherem aquele espaço por entenderem a necessidade de lutar contra a opressão que sofre o setor LGBT, em uma sociedade exploradora e opressora.
Sociologia no Ensino Médio:
Incentivo e investimento nas Licenciaturas.
Formulação de uma matriz curricular específica para o ensino da Sociologia no Ensino Médio, que contemple as especificidades regionais.
Quando da formulação da matriz curricular específica, que se leve em conta a discussão dos seguintes temas: Relações de poder, incluindo as classes sociais, gênero, raça, LGBTTS e outras minorias.
Formulação de mecanismo legislativos que garanta a exclusividade ao profissional licenciado em Ciências Sociais a prerrogativa de lecionar
no Ensino Médio a disciplina de Sociologia.
Contratação imediata de profissionais licenciados em Ciências Sociais para ministrar a disciplina de Sociologia no Ensino Médio.
Contra a habilitação a lecionar a disciplina de Sociologia no Ensino Médio aos outros profissionais não licenciados em Ciências Sociais
(Lic. Antropologia, Ciência Política e Sociologia). Que os profissionais que hoje estão nesta função não sejam expulsos, mas transferido para suas funções de origem, compatíveis com sua formação.
Contra os cursos que concedem habilitação a outros profissionais não formados na área, hoje ministrados pelas Universidades, em parcerias
com Governos.
Responsabilizar o Estado, Secretarias de Educação sobre a implementação concreta da Sociologia no Ensino Médio nas escolas, além
do controle na regulamentação, tirando os profissionais da área do ônus do mau funcionamento estrutural da regulamentação da profissão.
Fortalecimento dos Sindicatos de professores para questionar o profissional licenciado Cientista Social contextualizado com os
ataques e lutas mais globais, fruto dos ataques à educação.
Os estudantes de Ciências Sociais se inserirão nos Sindicatos de Sociólogos para fortalecimento das lutas.
Incentivo à formação de escolas populares do trabalhador para o trabalhador, com entrada dos movimentos sociais e sindicatos.
Articulação com movimentos estudantis secundaristas para o fortalecimento da luta da Sociologia no Ensino Médio.
Estimular a discussão nas escolas sobre a implementação da Sociologia no Ensino Fundamental.
Que cada escola ou Estado viabilize Encontros para se discutir a Sociologia no Ensino Médio (conteúdos, regulamentação de
licenciaturas e elaboração de materiais de formação).
Que estes Encontros tenham continuidade em Encontros e Plenárias Estaduais com o tema Central da Reforma Universitária e do Reuni.
Que, a partir do início das aulas, em Agosto, sejam realizadas Semanas do Calouro/ Calouradas que trate das especificidades das Ciências Sociais, como a Sociologia no Ensino Médio e Licenciaturas, vinculadas à luta contra o Reuni e a Reforma Universitária.
Encaminhar para que no próximo ENECS haja mesa com expositores qualificados sobre o tema.
(RE) ORGANIZAÇÃO DO MOVIMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS
O Encontro Nacional dos Estudantes de Ciências Sociais aprovou a Organização Nacional dos estudantes de Ciências Sociais, cujo caráter
organizativo será amadurecido durante o decorrer do ano e votado no próximo Encontro em 2009.
Organizar um Conselho de Entidades de Base de Ciências Sociais (CONECS), em Novembro (flexível), em local central (RJ, SP, GO). Será
um conselho para tiragem de atividades práticas de nosso movimento de área. Este evento será de participação livre para todos os estudantes
de Ciências Sociais, tendo direito a voto para deliberação de atividades apenas representantes de CAs e DAs, e comissões gestoras e assembléias estudantis do curso, com ata.
Será encaminhado como sugestão de discussão para este CONECS os seguintes pontos (Pauta não fechada): Conjuntura Universidade,
Projetos Curriculares, Democracia Interna, Sociologia no Ensino Médio, Saldo da Campanha de Boicote ao ENADE/SINAES.
Título do CONECS: “Reorganização do ME de Ciências Sociais” Escolas que se disponibilizaram a participar da comissão de organização do CONECS: UFBA, UFC, UFPE, UFS, UFES, UNIFOR, USP, UFSC, UFRGS, UFAL, UFPEL e UFPB.
Campanha de Boicote ao ENADE/SINAES, com material próprio da reorganização do ME de Ciências Sociais (documento e adesivo),
colocando nossas especificidades. Iremos pedir apoio financeiro ao ANDES. Quem irá organizar este boicote será a mesma comissão de org.
do CONECS.
Decidiu pela realização dos ERECS no primeiro semestre de cada ano e o ENECS na segunda, mas especificamente nas férias de Julho. Fora
quebrado o critério de rodízio de regiões na escolha da escola sede dos ENECS.
Criação de uma comissão de articulação de um dossiê dos casos de criminalização do ME de Ciências Sociais. UFSC e UFAL são as escolas que inicialmente se dispuseram a construir essa comissão.
Sugestão para que as comissões organizadoras dos próximos CONECS criem fórmulas de cobrança de participação flexíveis para obtenção de certificados.
Organização de uma lista de email atualizada de estudantes de Ciências Sociais, criada pela comissão organizadora do ENECS BAHIA,
que irá disponibilizar email de entrada no blog do ENECS 2008. O próximo CONECS ocorrerá na Universidade Federal de Sergipe.
RESOLUÇÕES GERAIS:
Próxima escola sede do ENECS – UFPB.
Que o caráter político e organizativo do encontro nacional 2009 seja construído coletivamente com sugestão de todas as escolas, a ser
amarrado no CONECS.
22 de jun. de 2008
[MACS] GD Movimento de Área (Coordenação de Movimento Estudantil)
Este texto foi extraído do BLOG do Diretório Acadêmico Raimundo Soares - DACS CIÊNCIAS SOCIAIS UFF. E é de 2005. Não sendo o posicionamento do CALCS, já que estamos debatendo com outros estudantes da região sul as avaliações e necessidades do Movimento de Área de Ciências Sociais - sul.
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Documento Sobre o GD Movimento de Área
(Coordenação de Movimento Estudantil)
Introdução
A construção do Grupo de Discussão sobre Movimento Área, foi iniciada após o Encontro Nacional dos Estudantes de Ciências Sociais (ENECS) realizado em 2003 na cidade de Brasília. A idéia do GD, teve como intuito discutir a atual (des)organização do movimento estudantil, depois que a delegação da Universidade Federal Fluminense voltou muito desapontada com os encaminhamentos da plenária final.
Após a nossa volta, foi realizada uma assembléia, com mais de 50 pessoas, que discutiu uma maneira de organizar o movimento estudantil de ciências sociais, para isso foi escrito um documento (em anexo) enviado para outras escolas, com intuito de fomentar essas discussões a nível nacional.
Deste então, com alguns refluxos, o GD vem discutindo uma forma de organização dos estudantes que possibilite uma maior interação e ação dos estudantes na realidade.
Histórico
A construção da Federação do Movimento Estudantil de Ciências Sociais (FEMECS), em 1997, no encontro de Juiz de Fora, teve o intuito de propiciar uma melhor comunicação entre os estudantes do país e assim propiciar uma maior interação com a sociedade e assim uma melhor ação dos alunos a partir das decisões da base. Mas o que temos hoje, e algum tempo, para ser mais preciso, desde 2001, é uma desorganização do movimento estudantil de ciências sociais.
Depois do encontro de Brasília, o último havia sido em 2001, ficou nítida a inexistência de alguma forma de organização que promova alguma forma de comunicação entre as escolas e assim uma ação efetiva dos estudantes na sociedade. A FEMECS deste então passou a existir para um grupo de pessoas, que tentaram de todas as formas se legitimar perante os estudantes, porém isso não aconteceu pois está não existe em nenhum aspecto, material e imaterial.
Chegamos a conclusão portanto, que é necessário a construção do Movimento de Área, a nível nacional. Para construir um movimento estudantil de ciências sociais combativo, que promova a interação entre os alunos nas mais diversas formas de atuação destes no meio onde trabalham e que efetivamente haja uma ação coletiva dos estudantes a partir do respeito as decisões dos estudantes.
Para isso os estudantes de ciências sociais da UFF, vem discutindo propostas para o movimento de área, com intuito de discutir essas propostas a nível local e nacional no próximo encontro de ciências sociais, a ser realizado na cidade de Manaus. A idéia principal é construir uma rede de ação e integração de forma coletiva possibilitando a interação entre os alunos e a comunidade possibilitando uma efetiva transformação das relações sociais.
Sobre o Movimento de Área
O movimento de área é uma forma de organização política de estudantes de um mesmo curso que procurar aproximar as escolas para ação destas de forma conjunta para compartilhar os problemas e soluções. É um espaço de troca onde cada escola traz suas experiências para haja uma grande interação e a partir desta reconstruir o campo de atuação na sociedade.
Reconhecendo, pois, a heterogeneidade de concepções e práticas dentro das Ciências Sociais, o movimento de área se apresenta como uma forma de congregar estudantes que procuram dialogar com o diverso e assim amadurecer com este suas próprias convicções através do conflito entre opiniões, e a partir de um espaço onde estes conflitos são expostos com a mesma liberdade e igualdade, desenvolver uma ação nas mais diversas realidades, sempre respeitando o conjunto dos estudantes, para que possamos encontrar uma ação transformadora unida.
Problemas do Movimento de Área e pressupostos para sua discussão.
Quando olhamos para o atual movimento de área, percebemos um conjunto de problemas, que impossibilita ação dos estudantes. A certo tempo um conjunto de práticas, que existe a nível nacional em todo movimento estudantil, procura desmobilizar os estudantes, criando assim um vazio em espaços que poderiam ser ativos e combativos.
Essas práticas consistem sobretudo na tentativa de impedir que exista uma ação real dos estudantes nos espaços de discussões, decisão e ação, minando com isso a comunicação entre as escolas e seu poder de resistência e proposição de idéias para universidade e para sociedade.
Com isso, nos encontramos cada vez mais isolados sendo incapazes de agir. Não conseguimos parar, pensar e agir coletivamente, pois existe um abismo entre a maioria dos estudantes e o espaço onde são discutidos e decididos as práticas efetivas dos estudantes na complexa rede de problemas no universo da sociedade brasileira.
Percebemos que a estrutura e organização que estamos assentados impede que os estudantes de todo o Brasil consigam interagir. Como nos organizar de forma que não sejamos socos vazios no ar sem atingir nenhum objetivo? Como tornar mais atuante sujeitos e sujeitas nas mais diversas realidades? Como torna o movimento de área compromissado com as mobilizações e não com um corpo burocrátrico? Como organizar nacionalmente os estudantes entendendo as diversidade locais e os pontos em comum nacionalmente?
Uma proposta de organização do Movimento de Área
Muito discutimos sobre uma maneira que o MA deveria ser estruturado, a importância de um forma organizativa que atenda nossas expectativas estabelecendo uma rede de confluências. Reconhecemos primariamente a necessidade de um movimento real-concreto para a constituição de qualquer entidade, visto que o segundo é uma decorrência do primeiro. O primeiro passo que deverá ser dado para chegarmos aos nosso objetivos seria uma melhor articulação das escolas mais próximas em âmbito espacial e cultural construído. Para isso é necessário repensar o atual formato da regionais, que achamos grandes demais, impossibilitando a ação dos estudantes, uma vez que possuímos escolas que estão a milhares de quilômetros de distância, caso da Regional Centro-Oeste/Sudeste.
Para tal intento propomos que cada escola procure estabelecer um campo de interação com escolas próximas, organizando atividade conjuntas e fomentando o debate sobre o MA, assentados numa base de troca, conflitos, companheirismo e compromisso políticos. Verificamos em nossa prática local cotidiana o quão importante é a sinceridade, honestidade e franqueza no debate coletivo e no respeito as decisões coletivas, principalmente quando lidamos com opiniões que se confrontam radicalmente.
Sabemos que cada escola tem uma heterogeneidade de concepções da realidade, no caso das Ciências Sociais na UFF, procuramos discutir as mais diversas posições em um espaço, no caso o Diretório Acadêmico, e a partir das discussões e posteriormente da decisão do coletivo agir unificadamente. Essa prática e dinâmica é que pretendemos levar para todos os espaços que viermos a construir e participar, não procuramos impor qualquer pensamento a ninguém e principalmente não tentamos excluir qualquer pensamento a ninguém e principalmente não tentamos excluir qualquer pessoa por suas convicções, a pluralidade sempre é bem vinda, pois permite olhar para um mesmo fenômeno sob diversas possibilidades e aprendemos muito com isso.
Assim estamos propondo uma nova forma de organização do movimento de área, que consiste como dissemos anteriormente na redefinição do número de regionais, que hoje são enormes e dificultam ação conjuntas das escolas. Para isso seria necessário a organização de encontros estaduais, a partir das decisões das escolas, para que no próximo encontro nacional seja colocada a organização das escolas, que pode ser regional ou estadual.
Para isso propomos um Encontro Fluminense de Estudantes de Ciências Sociais para concretizar essa proposta que é aberta a crítica ou qualquer adendo visto que o intuito é somar, o contrário de reduzir a apenas um prática exclusiva e excludente, como vimos no último encontro, em especial a atuação da ilegítima FEMECS. Segue em ANEXO o projeto inicial a ser debatido com as demais escolas do Rio de Janeiro.
Sobre os Encontros Nacionais
Por inúmeros motivos, o Encontro Nacional se realiza anualmente. Isso é muito pouco para construir um movimento real, é impossível estabelecer uma linha política a ser seguida por todas as escolas que se conhecem e se encontram tão pouco.
A partir desta contestação, pouco sabemos das vivências de cada escolas, percebemos que os estudantes não se vêem enquanto sujeito da construção de práticas efetivas para intervir na realidade. E pensam, senhores e senhores, que isso é devido alienação deste, que só pensam em si mesmo, e portanto não procuram agir? Diria que não. Uma parte significativa não se insere devido atual estrutura e organização, apesar de haver sim uma ideologia do individualismo, que críticas as organizações representativas e políticas, muito crescente em nossas universidades propiciando uma prática conservadora dos estudantes.
Essa ideologia cresce sobretudo devida a burocratização do movimento e como constatamos a falta de ação coletiva e desrespeito decisões do conjunto, que muitas vezes não conseguem nem participar das discussões. Ficamos ao final de cada encontro reclamando da organização estrutural (Comida, banho, local etc) e tirando moções de repúdio a invasão no Iraque e a favor do MST, se tirar nenhuma ação efetiva que interligue as escolas.
O ponto de partida para construção dos EN deve ser de garantir o caráter autônomo, criativo e enaltecedor de nossas potencialidades. Além das proposições mais objetivas, o encontro é um momento de total liberdade criativa e reciprocidade, prezando pelo conhecimento do outro em sua intensidade. Ademais, esse "espírito coletivo" não se encerra nos encontros e na afeição mútua, é preciso dar continuidade no cotidiano de cada escola, procurando sempre uma prática de ação e interação dentro da possibilidade e realidade de cada um. É importante que haja comprometimento de todas as escolas garantindo uma comunicação constante e contínua das atividades realizadas em cada faculdade, de modo a todos terem acesso ao que vem sendo produzido por estudantes de nosso curso nas mais diferentes frentes de luta e/ou transformação social. A delegação por escola de atividades é fundamental para otimizar e dinamizar o trabalho coletivo.
Sobre organização de uma Federação e a cerca do seu trabalho.
Diferentemente da forma como hoje se organiza a inexistente FEMECS, a divisão do trabalho por escolas se daria de forma diferente, de acordo com as demandas de uma dada conjuntura.
Pensamos em uma estrutura que os estudantes participem efetivamente, sendo sujeitos da ação e não meros executores de decisões de uma direção. Para isso, não haveria coordenações fixas nem nacionais. Os encontros locais decidiriam sobre sua organização, construindo de acordo com suas necessidades coordenações para execução de tarefas, tais coordenações seriam compostas pelas escolas feito por delegação, sendo possível a revogação da escola da coordenação de acordo com decisão do coletivo de estudantes, portanto os "cargos" não fixos. Além disso os encontros locais deveriam ser antes do nacional, para justamente haver algum acúmulo de discussão.
A FEMECS efetivamente seria um conselho de delegados das locais, que se reuniriam para executar e levar novas discussões para base do movimento. Todas elas teriam como objetivo reunir e comunicar as demais escolas tudo que está sendo realizado e produzido sobre determinado assunto ou tema nas escolas de CS do Brasil, ou quem sabe em dimensões mais amplas. Temas como Sociologia no Ensino Médio, reformas curricular e universitária, contato etnográfico, populações tradicionais, ciência, militância, reforma agrária, gênero, ALCA, religião, políticas públicas, etc, são formas de aglutinar conhecimentos, trocar experiências e assim construir práticas efetivas e criativas.
No encontro seguinte avaliaríamos o trabalho realizado, dando prosseguimento ou não, propondo algum encaminhamento (publicação de revistas, material didático, ação direta conjunta). Para assim termos continuidade nos trabalhos e manter de algumas formas a ligação entre as escolas.
Sobre as Plenárias Finais
Um momento de encerramento e avaliação do encontro é de fato imprescindível em qualquer encontro. Entretanto a forma com que ela se dá em nossos encontros é por demais estéril, desprovida de qualquer senso de realidade que corresponda a dos estudantes. São nas plenárias finais que podemos encaminhar as atividades coletivas a serem realizadas durante o ano, ressaltando que estas partirão dos debates e demandas vindas das escolas e encontros locais. É necessário a busca pelo entendimento e construção de atividades conjuntas, que devem ser debatidas na plenária de forma democrática, caso não se consiga deve se decidir pelo voto. Obviamente que as escolas não podem ser obrigadas a realizar atividades, estas decisões servem como encaminhamento e não como uma imposição. A PF, bem como todo encontro não é um espaço de formação, mas de costura de ações efetivas.
Conclusão
Tudo que foi abordado neste pequeno texto vem sendo debatido desde o último EN realizado em Brasília, em GT sobre MA(Coordenação de Movimento Estudantil), e finalmente aprovado em Assembléia Ordinária do Diretório Acadêmico Raimundo Soares – Ciências Sociais, realizada no dia 14 de julho de 2004, com a presença de XX estudantes. Isto é resultado de discussões atreladas a uma prática específica do ME a qual prezamos, procuramos perpetuar e compartilhar com nossos colegas de outras universidades. Nosso opinião sobre ME está totalmente comprometida com o trabalho coletivo local, horizontal e de ação direta.
Todo essa trabalho, fruto da gestão coletiva da entidade representativa dos estudantes, que propicia o mesmo grau de participação a todos, uma vez este podem vim debater e colocar em prática uma atividade. Tentamos ampliar o número de pessoas que participe no DA quotidianamente, para que haja renovação constante e contínua, a fim de não sobrecarregar ninguém. Esse trabalho vem dando certo há aproximadamente 8 anos, se destacando dentro da UFF como um dos diretórios mais mobilizados e combatentes.
Portanto todo conteúdo deste documento parte de uma visão específica de ME, que não comporta lideranças ou qualquer tipo de concentração de poder, não acreditamos nas velhas direções partidárias que burocratizão o movimento, e sabemos que uma parte dos estudantes de CS do BRASIL compartilha dos mesmos anseios e/ou desenvolvem projetos semelhantes em suas escolas. O que propomos é uma proposta política concreta, que parte da força da nossa união e organização. Com elas podemos superar as dificuldades e fortalecer um movimento estudantil o tornando mobilizado e combatente, fazendo que velhas direções partidárias oportunistas caem por terra sem dó nem piedade.
Por isso escrevemos aos nossos colegas que acreditam que um MA possa de fato ser construtivo-criativo, esperando que se solidarizem e contribuam com o debate, trazendo opiniões, experiências e práticas.
Assina este documento,
Diretório Acadêmico Raimundo Soares – Ciências Sociais, entidade representativa dos estudantes de Ciências Sociais da Universidade Federal Fluminense.
2005
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Documento Sobre o GD Movimento de Área
(Coordenação de Movimento Estudantil)
Introdução
A construção do Grupo de Discussão sobre Movimento Área, foi iniciada após o Encontro Nacional dos Estudantes de Ciências Sociais (ENECS) realizado em 2003 na cidade de Brasília. A idéia do GD, teve como intuito discutir a atual (des)organização do movimento estudantil, depois que a delegação da Universidade Federal Fluminense voltou muito desapontada com os encaminhamentos da plenária final.
Após a nossa volta, foi realizada uma assembléia, com mais de 50 pessoas, que discutiu uma maneira de organizar o movimento estudantil de ciências sociais, para isso foi escrito um documento (em anexo) enviado para outras escolas, com intuito de fomentar essas discussões a nível nacional.
Deste então, com alguns refluxos, o GD vem discutindo uma forma de organização dos estudantes que possibilite uma maior interação e ação dos estudantes na realidade.
Histórico
A construção da Federação do Movimento Estudantil de Ciências Sociais (FEMECS), em 1997, no encontro de Juiz de Fora, teve o intuito de propiciar uma melhor comunicação entre os estudantes do país e assim propiciar uma maior interação com a sociedade e assim uma melhor ação dos alunos a partir das decisões da base. Mas o que temos hoje, e algum tempo, para ser mais preciso, desde 2001, é uma desorganização do movimento estudantil de ciências sociais.
Depois do encontro de Brasília, o último havia sido em 2001, ficou nítida a inexistência de alguma forma de organização que promova alguma forma de comunicação entre as escolas e assim uma ação efetiva dos estudantes na sociedade. A FEMECS deste então passou a existir para um grupo de pessoas, que tentaram de todas as formas se legitimar perante os estudantes, porém isso não aconteceu pois está não existe em nenhum aspecto, material e imaterial.
Chegamos a conclusão portanto, que é necessário a construção do Movimento de Área, a nível nacional. Para construir um movimento estudantil de ciências sociais combativo, que promova a interação entre os alunos nas mais diversas formas de atuação destes no meio onde trabalham e que efetivamente haja uma ação coletiva dos estudantes a partir do respeito as decisões dos estudantes.
Para isso os estudantes de ciências sociais da UFF, vem discutindo propostas para o movimento de área, com intuito de discutir essas propostas a nível local e nacional no próximo encontro de ciências sociais, a ser realizado na cidade de Manaus. A idéia principal é construir uma rede de ação e integração de forma coletiva possibilitando a interação entre os alunos e a comunidade possibilitando uma efetiva transformação das relações sociais.
Sobre o Movimento de Área
O movimento de área é uma forma de organização política de estudantes de um mesmo curso que procurar aproximar as escolas para ação destas de forma conjunta para compartilhar os problemas e soluções. É um espaço de troca onde cada escola traz suas experiências para haja uma grande interação e a partir desta reconstruir o campo de atuação na sociedade.
Reconhecendo, pois, a heterogeneidade de concepções e práticas dentro das Ciências Sociais, o movimento de área se apresenta como uma forma de congregar estudantes que procuram dialogar com o diverso e assim amadurecer com este suas próprias convicções através do conflito entre opiniões, e a partir de um espaço onde estes conflitos são expostos com a mesma liberdade e igualdade, desenvolver uma ação nas mais diversas realidades, sempre respeitando o conjunto dos estudantes, para que possamos encontrar uma ação transformadora unida.
Problemas do Movimento de Área e pressupostos para sua discussão.
Quando olhamos para o atual movimento de área, percebemos um conjunto de problemas, que impossibilita ação dos estudantes. A certo tempo um conjunto de práticas, que existe a nível nacional em todo movimento estudantil, procura desmobilizar os estudantes, criando assim um vazio em espaços que poderiam ser ativos e combativos.
Essas práticas consistem sobretudo na tentativa de impedir que exista uma ação real dos estudantes nos espaços de discussões, decisão e ação, minando com isso a comunicação entre as escolas e seu poder de resistência e proposição de idéias para universidade e para sociedade.
Com isso, nos encontramos cada vez mais isolados sendo incapazes de agir. Não conseguimos parar, pensar e agir coletivamente, pois existe um abismo entre a maioria dos estudantes e o espaço onde são discutidos e decididos as práticas efetivas dos estudantes na complexa rede de problemas no universo da sociedade brasileira.
Percebemos que a estrutura e organização que estamos assentados impede que os estudantes de todo o Brasil consigam interagir. Como nos organizar de forma que não sejamos socos vazios no ar sem atingir nenhum objetivo? Como tornar mais atuante sujeitos e sujeitas nas mais diversas realidades? Como torna o movimento de área compromissado com as mobilizações e não com um corpo burocrátrico? Como organizar nacionalmente os estudantes entendendo as diversidade locais e os pontos em comum nacionalmente?
Uma proposta de organização do Movimento de Área
Muito discutimos sobre uma maneira que o MA deveria ser estruturado, a importância de um forma organizativa que atenda nossas expectativas estabelecendo uma rede de confluências. Reconhecemos primariamente a necessidade de um movimento real-concreto para a constituição de qualquer entidade, visto que o segundo é uma decorrência do primeiro. O primeiro passo que deverá ser dado para chegarmos aos nosso objetivos seria uma melhor articulação das escolas mais próximas em âmbito espacial e cultural construído. Para isso é necessário repensar o atual formato da regionais, que achamos grandes demais, impossibilitando a ação dos estudantes, uma vez que possuímos escolas que estão a milhares de quilômetros de distância, caso da Regional Centro-Oeste/Sudeste.
Para tal intento propomos que cada escola procure estabelecer um campo de interação com escolas próximas, organizando atividade conjuntas e fomentando o debate sobre o MA, assentados numa base de troca, conflitos, companheirismo e compromisso políticos. Verificamos em nossa prática local cotidiana o quão importante é a sinceridade, honestidade e franqueza no debate coletivo e no respeito as decisões coletivas, principalmente quando lidamos com opiniões que se confrontam radicalmente.
Sabemos que cada escola tem uma heterogeneidade de concepções da realidade, no caso das Ciências Sociais na UFF, procuramos discutir as mais diversas posições em um espaço, no caso o Diretório Acadêmico, e a partir das discussões e posteriormente da decisão do coletivo agir unificadamente. Essa prática e dinâmica é que pretendemos levar para todos os espaços que viermos a construir e participar, não procuramos impor qualquer pensamento a ninguém e principalmente não tentamos excluir qualquer pensamento a ninguém e principalmente não tentamos excluir qualquer pessoa por suas convicções, a pluralidade sempre é bem vinda, pois permite olhar para um mesmo fenômeno sob diversas possibilidades e aprendemos muito com isso.
Assim estamos propondo uma nova forma de organização do movimento de área, que consiste como dissemos anteriormente na redefinição do número de regionais, que hoje são enormes e dificultam ação conjuntas das escolas. Para isso seria necessário a organização de encontros estaduais, a partir das decisões das escolas, para que no próximo encontro nacional seja colocada a organização das escolas, que pode ser regional ou estadual.
Para isso propomos um Encontro Fluminense de Estudantes de Ciências Sociais para concretizar essa proposta que é aberta a crítica ou qualquer adendo visto que o intuito é somar, o contrário de reduzir a apenas um prática exclusiva e excludente, como vimos no último encontro, em especial a atuação da ilegítima FEMECS. Segue em ANEXO o projeto inicial a ser debatido com as demais escolas do Rio de Janeiro.
Sobre os Encontros Nacionais
Por inúmeros motivos, o Encontro Nacional se realiza anualmente. Isso é muito pouco para construir um movimento real, é impossível estabelecer uma linha política a ser seguida por todas as escolas que se conhecem e se encontram tão pouco.
A partir desta contestação, pouco sabemos das vivências de cada escolas, percebemos que os estudantes não se vêem enquanto sujeito da construção de práticas efetivas para intervir na realidade. E pensam, senhores e senhores, que isso é devido alienação deste, que só pensam em si mesmo, e portanto não procuram agir? Diria que não. Uma parte significativa não se insere devido atual estrutura e organização, apesar de haver sim uma ideologia do individualismo, que críticas as organizações representativas e políticas, muito crescente em nossas universidades propiciando uma prática conservadora dos estudantes.
Essa ideologia cresce sobretudo devida a burocratização do movimento e como constatamos a falta de ação coletiva e desrespeito decisões do conjunto, que muitas vezes não conseguem nem participar das discussões. Ficamos ao final de cada encontro reclamando da organização estrutural (Comida, banho, local etc) e tirando moções de repúdio a invasão no Iraque e a favor do MST, se tirar nenhuma ação efetiva que interligue as escolas.
O ponto de partida para construção dos EN deve ser de garantir o caráter autônomo, criativo e enaltecedor de nossas potencialidades. Além das proposições mais objetivas, o encontro é um momento de total liberdade criativa e reciprocidade, prezando pelo conhecimento do outro em sua intensidade. Ademais, esse "espírito coletivo" não se encerra nos encontros e na afeição mútua, é preciso dar continuidade no cotidiano de cada escola, procurando sempre uma prática de ação e interação dentro da possibilidade e realidade de cada um. É importante que haja comprometimento de todas as escolas garantindo uma comunicação constante e contínua das atividades realizadas em cada faculdade, de modo a todos terem acesso ao que vem sendo produzido por estudantes de nosso curso nas mais diferentes frentes de luta e/ou transformação social. A delegação por escola de atividades é fundamental para otimizar e dinamizar o trabalho coletivo.
Sobre organização de uma Federação e a cerca do seu trabalho.
Diferentemente da forma como hoje se organiza a inexistente FEMECS, a divisão do trabalho por escolas se daria de forma diferente, de acordo com as demandas de uma dada conjuntura.
Pensamos em uma estrutura que os estudantes participem efetivamente, sendo sujeitos da ação e não meros executores de decisões de uma direção. Para isso, não haveria coordenações fixas nem nacionais. Os encontros locais decidiriam sobre sua organização, construindo de acordo com suas necessidades coordenações para execução de tarefas, tais coordenações seriam compostas pelas escolas feito por delegação, sendo possível a revogação da escola da coordenação de acordo com decisão do coletivo de estudantes, portanto os "cargos" não fixos. Além disso os encontros locais deveriam ser antes do nacional, para justamente haver algum acúmulo de discussão.
A FEMECS efetivamente seria um conselho de delegados das locais, que se reuniriam para executar e levar novas discussões para base do movimento. Todas elas teriam como objetivo reunir e comunicar as demais escolas tudo que está sendo realizado e produzido sobre determinado assunto ou tema nas escolas de CS do Brasil, ou quem sabe em dimensões mais amplas. Temas como Sociologia no Ensino Médio, reformas curricular e universitária, contato etnográfico, populações tradicionais, ciência, militância, reforma agrária, gênero, ALCA, religião, políticas públicas, etc, são formas de aglutinar conhecimentos, trocar experiências e assim construir práticas efetivas e criativas.
No encontro seguinte avaliaríamos o trabalho realizado, dando prosseguimento ou não, propondo algum encaminhamento (publicação de revistas, material didático, ação direta conjunta). Para assim termos continuidade nos trabalhos e manter de algumas formas a ligação entre as escolas.
Sobre as Plenárias Finais
Um momento de encerramento e avaliação do encontro é de fato imprescindível em qualquer encontro. Entretanto a forma com que ela se dá em nossos encontros é por demais estéril, desprovida de qualquer senso de realidade que corresponda a dos estudantes. São nas plenárias finais que podemos encaminhar as atividades coletivas a serem realizadas durante o ano, ressaltando que estas partirão dos debates e demandas vindas das escolas e encontros locais. É necessário a busca pelo entendimento e construção de atividades conjuntas, que devem ser debatidas na plenária de forma democrática, caso não se consiga deve se decidir pelo voto. Obviamente que as escolas não podem ser obrigadas a realizar atividades, estas decisões servem como encaminhamento e não como uma imposição. A PF, bem como todo encontro não é um espaço de formação, mas de costura de ações efetivas.
Conclusão
Tudo que foi abordado neste pequeno texto vem sendo debatido desde o último EN realizado em Brasília, em GT sobre MA(Coordenação de Movimento Estudantil), e finalmente aprovado em Assembléia Ordinária do Diretório Acadêmico Raimundo Soares – Ciências Sociais, realizada no dia 14 de julho de 2004, com a presença de XX estudantes. Isto é resultado de discussões atreladas a uma prática específica do ME a qual prezamos, procuramos perpetuar e compartilhar com nossos colegas de outras universidades. Nosso opinião sobre ME está totalmente comprometida com o trabalho coletivo local, horizontal e de ação direta.
Todo essa trabalho, fruto da gestão coletiva da entidade representativa dos estudantes, que propicia o mesmo grau de participação a todos, uma vez este podem vim debater e colocar em prática uma atividade. Tentamos ampliar o número de pessoas que participe no DA quotidianamente, para que haja renovação constante e contínua, a fim de não sobrecarregar ninguém. Esse trabalho vem dando certo há aproximadamente 8 anos, se destacando dentro da UFF como um dos diretórios mais mobilizados e combatentes.
Portanto todo conteúdo deste documento parte de uma visão específica de ME, que não comporta lideranças ou qualquer tipo de concentração de poder, não acreditamos nas velhas direções partidárias que burocratizão o movimento, e sabemos que uma parte dos estudantes de CS do BRASIL compartilha dos mesmos anseios e/ou desenvolvem projetos semelhantes em suas escolas. O que propomos é uma proposta política concreta, que parte da força da nossa união e organização. Com elas podemos superar as dificuldades e fortalecer um movimento estudantil o tornando mobilizado e combatente, fazendo que velhas direções partidárias oportunistas caem por terra sem dó nem piedade.
Por isso escrevemos aos nossos colegas que acreditam que um MA possa de fato ser construtivo-criativo, esperando que se solidarizem e contribuam com o debate, trazendo opiniões, experiências e práticas.
Assina este documento,
Diretório Acadêmico Raimundo Soares – Ciências Sociais, entidade representativa dos estudantes de Ciências Sociais da Universidade Federal Fluminense.
2005
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